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Nunes Marques defende urnas eletrônicas após questionamentos de Flávio

Em meio ao início da corrida eleitoral de 2026 e após questionamentos públicos feitos pelo senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) sobre o sistema eleitoral brasileiro, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, saiu em defesa das urnas eletrônicas e afirmou que elas representam um “patrimônio da democracia brasileira”.

A declaração foi feita nesta terça-feira (3), durante a primeira sessão presencial da Corte após o recesso de julho. Indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, pai de Flávio, Nunes Marques aproveitou a abertura dos trabalhos para destacar a segurança, a auditabilidade e a transparência do processo eleitoral brasileiro.

O ministro também convocou a população a participar da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, iniciativa que prevê demonstrações práticas sobre o funcionamento das urnas, palestras, exposições e ações voltadas ao combate à desinformação.

“O objetivo é ampliar o conhecimento da sociedade acerca das diversas etapas do processo eleitoral e reafirmar, por meio da transparência, da informação qualificada e da participação cidadã, a robustez, a auditabilidade e a permanente evolução tecnológica de um sistema que constitui patrimônio da democracia brasileira”, afirmou.

Defesa das urnas em meio à pressão política

A manifestação de Nunes Marques ocorre em um momento de intensificação do debate sobre a confiabilidade do sistema eleitoral. Nos últimos dias, Flávio Bolsonaro voltou a fazer questionamentos públicos sobre as eleições e a defender mudanças no modelo de votação, retomando críticas que marcaram os governos de Jair Bolsonaro.

Sem citar diretamente o senador, o presidente do TSE reforçou que a Justiça Eleitoral permanece aberta à fiscalização e ao acompanhamento de todas as etapas do processo eleitoral.

“As portas da Justiça Eleitoral permanecem abertas para quem deseja conhecer, acompanhar e fiscalizar o processo eleitoral. Transparência não é apenas um compromisso desta instituição, é um dos pilares sobre os quais se sustenta a confiança da sociedade nas eleições brasileiras”, declarou.


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Eleições de 2026

O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro, quando os brasileiros irão às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

Já o segundo turno, previsto para 25 de outubro, poderá ocorrer nas disputas para presidente e governador caso nenhum dos candidatos alcance mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, excluindo os votos brancos e nulos.

A declaração de Nunes Marques acontece em um cenário de aumento da polarização política e de esforços da Justiça Eleitoral para ampliar a confiança pública no sistema eletrônico de votação, alvo frequente de debates e disputas políticas nos últimos anos.

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Em meio ao início da corrida eleitoral de 2026 e após questionamentos públicos feitos pelo senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) sobre o sistema eleitoral brasileiro, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, saiu em defesa das urnas eletrônicas e afirmou que elas representam um “patrimônio da democracia brasileira”.

A declaração foi feita nesta terça-feira (3), durante a primeira sessão presencial da Corte após o recesso de julho. Indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, pai de Flávio, Nunes Marques aproveitou a abertura dos trabalhos para destacar a segurança, a auditabilidade e a transparência do processo eleitoral brasileiro.

O ministro também convocou a população a participar da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, iniciativa que prevê demonstrações práticas sobre o funcionamento das urnas, palestras, exposições e ações voltadas ao combate à desinformação.

“O objetivo é ampliar o conhecimento da sociedade acerca das diversas etapas do processo eleitoral e reafirmar, por meio da transparência, da informação qualificada e da participação cidadã, a robustez, a auditabilidade e a permanente evolução tecnológica de um sistema que constitui patrimônio da democracia brasileira”, afirmou.

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Sem citar diretamente o senador, o presidente do TSE reforçou que a Justiça Eleitoral permanece aberta à fiscalização e ao acompanhamento de todas as etapas do processo eleitoral.

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