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Orçamento Secreto: Dino quer ouvir Congresso sobre supostas ilegalidades em emendas

Nesta sexta-feira (19/04), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, concedeu prazo de 15 dias para o Congresso se manifestar sobre o suposto descumprimento dos fundamentos da decisão da Corte que considerou inconstitucionais as emendas orçamentárias RP9, conhecidas como orçamento secreto.

Pela decisão, os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSB-MG), poderão enviar esclarecimentos à Corte. A presidência da República também foi intimada a se manifestar sobre o caso. O envio das informações não é obrigatório.

“Intimem-se o requerente [PSOL], bem como os interessados, presidente da República, presidente do Congresso Nacional e do Senado Federal e presidente da Câmara dos Deputados, para, querendo, no prazo de 15 dias, se manifestarem acerca do noticiado pelos amigos da Corte”, escreveu o ministro.

Motivada por meio de uma petição, a decisão de Flávio Dino foi encaminhada ao Supremo pelas organizações Contas Abertas, Transparência Brasil e a Transparência Internacional. De acordo com as entidades, o Congresso descumpre a decisão tomada em 2022, quando o STF proibiu o orçamento secreto.


Saiba mais: 

Flávio Dino é empossado como ministro da Suprema Corte

Plínio Valério acusa STF de invadir competência do Legislativo e Flávio Dino reage  

No STF, Wilson Lima participa da posse do ministro Flávio Dino


Para as entidades, o Congresso continua utilizando indevidamente as emedas de relator na forma de “emendas Pix”, por meio de transferências individuais, com baixo controle de transparência sobre a aplicação dos recursos, descumprindo os fundamentos que consideraram o orçamento secreto inconstitucional.

Após receber as manifestações, o ministro deverá decidir a questão. A data do julgamento não foi definida.

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Nesta sexta-feira (19/04), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, concedeu prazo de 15 dias para o Congresso se manifestar sobre o suposto descumprimento dos fundamentos da decisão da Corte que considerou inconstitucionais as emendas orçamentárias RP9, conhecidas como orçamento secreto.

Pela decisão, os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSB-MG), poderão enviar esclarecimentos à Corte. A presidência da República também foi intimada a se manifestar sobre o caso. O envio das informações não é obrigatório.

“Intimem-se o requerente [PSOL], bem como os interessados, presidente da República, presidente do Congresso Nacional e do Senado Federal e presidente da Câmara dos Deputados, para, querendo, no prazo de 15 dias, se manifestarem acerca do noticiado pelos amigos da Corte”, escreveu o ministro.

Motivada por meio de uma petição, a decisão de Flávio Dino foi encaminhada ao Supremo pelas organizações Contas Abertas, Transparência Brasil e a Transparência Internacional. De acordo com as entidades, o Congresso descumpre a decisão tomada em 2022, quando o STF proibiu o orçamento secreto.


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Após receber as manifestações, o ministro deverá decidir a questão. A data do julgamento não foi definida.

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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