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‘Outro patamar’: Marcelo Ramos reage à saída de Wilson Lima da disputa para o Senado

O ex-deputado federal Marcelo Ramos (PT) afirmou na segunda-feira (2/3) que a desistência do governador Wilson Lima (União) de concorrer ao Senado alterou o cenário da disputa no Amazonas. Segundo ele, a mudança coloca sua pré-candidatura como senador pelo PT “em outro patamar” no contexto eleitoral.

Tido como um dos principais candidatos ao Senado, o governador do Amazonas anunciou ontem (2/3) que permanecerá no cargo até 5 de janeiro de 2027 e não deixará o governo para disputar as próximas eleições gerais de outubro.

Em uma publicação nas redes sociais, Ramos sinalizou que a desistência altera o tabuleiro eleitoral local, incluindo sua pré-candidatura. Segundo Marcelo Ramos, pelo único instituto de pesquisa que simulou um cenário sem a presença de Wilson Lima na corrida, ele aparece na terceira colocação.

O ex-parlamentar classificou o resultado como “muito significativo”. No entanto, ele ressaltou que, até o momento, não iniciou pré-campanha nas ruas nem dispõe de estrutura financeira comparável à de adversários.

“Essa decisão do governador coloca a nossa pré-campanha num outro patamar. O único instituto de pesquisa que simulou o cenário sem o governador Wilson Lima me coloca como terceiro colocado nas pesquisas. Isso, tendo que dividir minha vida entre Manaus e Brasília, sem conseguir viajar para o interior e sendo o único candidato sem mandato, que não tem dinheiro de emenda, que não tem dinheiro público para custear a viagem para o interior, que não tem dinheiro público para fazer atividade na capital, tem apenas o lastro de uma história de vida em defesa da democracia e dos valores progressistas da sociedade”, declarou.

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Além de declarar a falta de recurso em comparação aos adversários, Ramos utilizou o momento para agradecer apoiadores e convocar engajamento. Na fala, ele classificou a manifestação como um gesto de gratidão e um chamado à mobilização política.
Para ele, os números refletem a confiança de eleitores que defendem uma candidatura alinhada ao campo democrático e progressista no estado.

O que significa a decisão de Wilson Lima?

Pela legislação eleitoral, governadores que desejam concorrer a outro cargo precisam renunciar até seis meses antes do pleito. Ao optar por permanecer no comando do Executivo estadual, Wilson Lima sinaliza que não entrará, ao menos neste momento, na corrida por uma vaga no Senado.

Impacto político

A decisão altera o cenário eleitoral no Amazonas, especialmente entre pré-candidatos que aguardavam a definição do governador para consolidar estratégias e alianças. Sem a candidatura de Lima ao Senado, a disputa tende a se reorganizar, o que abre espaço para outros nomes do campo governista e da oposição.

Além disso, ao permanecer no cargo, o governador mantém influência direta na articulação política estadual, o que pode impactar apoios tanto para o Senado quanto para o Governo do Estado.

Segundo mandato

Wilson Lima está em seu segundo mandato à frente do governo estadual. A definição sobre permanecer no cargo ocorre em meio a movimentações partidárias e pré-campanhas já em andamento no estado. Essas reorganizações devem ganhar intensidade nos próximos meses com a definição oficial de candidaturas e alianças partidárias.

 

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O ex-deputado federal Marcelo Ramos (PT) afirmou na segunda-feira (2/3) que a desistência do governador Wilson Lima (União) de concorrer ao Senado alterou o cenário da disputa no Amazonas. Segundo ele, a mudança coloca sua pré-candidatura como senador pelo PT “em outro patamar” no contexto eleitoral.

Tido como um dos principais candidatos ao Senado, o governador do Amazonas anunciou ontem (2/3) que permanecerá no cargo até 5 de janeiro de 2027 e não deixará o governo para disputar as próximas eleições gerais de outubro.

Em uma publicação nas redes sociais, Ramos sinalizou que a desistência altera o tabuleiro eleitoral local, incluindo sua pré-candidatura. Segundo Marcelo Ramos, pelo único instituto de pesquisa que simulou um cenário sem a presença de Wilson Lima na corrida, ele aparece na terceira colocação.

O ex-parlamentar classificou o resultado como “muito significativo”. No entanto, ele ressaltou que, até o momento, não iniciou pré-campanha nas ruas nem dispõe de estrutura financeira comparável à de adversários.

“Essa decisão do governador coloca a nossa pré-campanha num outro patamar. O único instituto de pesquisa que simulou o cenário sem o governador Wilson Lima me coloca como terceiro colocado nas pesquisas. Isso, tendo que dividir minha vida entre Manaus e Brasília, sem conseguir viajar para o interior e sendo o único candidato sem mandato, que não tem dinheiro de emenda, que não tem dinheiro público para custear a viagem para o interior, que não tem dinheiro público para fazer atividade na capital, tem apenas o lastro de uma história de vida em defesa da democracia e dos valores progressistas da sociedade”, declarou.

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O que significa a decisão de Wilson Lima?

Pela legislação eleitoral, governadores que desejam concorrer a outro cargo precisam renunciar até seis meses antes do pleito. Ao optar por permanecer no comando do Executivo estadual, Wilson Lima sinaliza que não entrará, ao menos neste momento, na corrida por uma vaga no Senado.

Impacto político

A decisão altera o cenário eleitoral no Amazonas, especialmente entre pré-candidatos que aguardavam a definição do governador para consolidar estratégias e alianças. Sem a candidatura de Lima ao Senado, a disputa tende a se reorganizar, o que abre espaço para outros nomes do campo governista e da oposição.

Além disso, ao permanecer no cargo, o governador mantém influência direta na articulação política estadual, o que pode impactar apoios tanto para o Senado quanto para o Governo do Estado.

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