Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

PGR pede arquivamento de inquérito contra Renan Calheiros e Romero Jucá por suposta propina

Nesta quinta-feira (25/4), a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu o arquivamento de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre um suposto esquema de propina contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e o ex-senador Romero Jucá (MDB-RR).

A investigação, aberta em 2017, verificou a suspeita de que os parlamentares receberam R$ 5 milhões da construtora Odebrecht (atual Novonor) em troca da aprovação de uma medida provisória no Congresso.

A norma, convertida em lei em 2014, tratou de regras sobre tributação e benefícios fiscais que seriam do interesse da companhia e de suas subsidiárias no exterior. Para a PGR, a investigação não conseguiu provar o pedido ou recebimento da propina.

“Na espécie, os elementos de convicção obtidos ao longo da presente investigação não são suficientes para o oferecimento de denúncia contra o parlamentar Renan Calheiros e do então Senador Romero Jucá, em concurso com os demais investigados”, disse o procurador-geral da República Paulo Gonet, na manifestação.

O documento foi enviado ao ministro Edson Fachin, relator do inquérito na Corte.


Leia mais:

Renan Calheiros comemora: ‘Hoje não sou réu em nenhuma ação’


As apurações começaram a partir de delação de executivos da Odebrecht, entre eles Marcelo Odebrecht, ex-presidente da construtora.

Segundo Gonet, não há perspectiva de obtenção de novos elementos ou provas na apuração. Ele também ressaltou que os fatos investigados se deram há 10 anos, em 2014.

“Forçoso reconhecer a ausência de justa causa para a ação penal, bem como para inexistência de outras diligências eficazes a permitir a continuidade das investigações”, afirmou.

“Ausentes elementos mínimos à persecução penal e não havendo providências adicionais a serem adotadas, a hipótese é de arquivamento do inquérito.”

O procurador-geral da República também mencionou no documento que o ministro Dias Toffoli, do STF, anulou o uso de elementos obtidos a partir do acordo de leniência da Odebrecht e dos sistemas de contabilidade paralela e de comunicação alternativa da empresa, conhecidos como Drousys e MyWebDay.

Dados desses sistemas eram usados para comprovar as falas feitas em delações premiadas.

“As oitivas de colaboradores expõem a história e a dinâmica de funcionamento do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, para que as ilicitudes praticadas por pessoas vinculadas ao mencionado grupo pudessem ser realizadas”, disse Gonet.

“Porém, apesar de esclarecerem esta estrutura ilícita e sua utilização para lavagem de dinheiro e pagamento de vantagens indevidas, não contribuem para a confirmação e a elucidação dos relatos e informações relativas aos supostos pagamentos de vantagens indevidas aos agentes políticos investigados.”

*Com informações da CNN Brasil

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Nesta quinta-feira (25/4), a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu o arquivamento de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre um suposto esquema de propina contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e o ex-senador Romero Jucá (MDB-RR).

A investigação, aberta em 2017, verificou a suspeita de que os parlamentares receberam R$ 5 milhões da construtora Odebrecht (atual Novonor) em troca da aprovação de uma medida provisória no Congresso.

A norma, convertida em lei em 2014, tratou de regras sobre tributação e benefícios fiscais que seriam do interesse da companhia e de suas subsidiárias no exterior. Para a PGR, a investigação não conseguiu provar o pedido ou recebimento da propina.

“Na espécie, os elementos de convicção obtidos ao longo da presente investigação não são suficientes para o oferecimento de denúncia contra o parlamentar Renan Calheiros e do então Senador Romero Jucá, em concurso com os demais investigados”, disse o procurador-geral da República Paulo Gonet, na manifestação.

O documento foi enviado ao ministro Edson Fachin, relator do inquérito na Corte.


Leia mais:

Renan Calheiros comemora: ‘Hoje não sou réu em nenhuma ação’


As apurações começaram a partir de delação de executivos da Odebrecht, entre eles Marcelo Odebrecht, ex-presidente da construtora.

Segundo Gonet, não há perspectiva de obtenção de novos elementos ou provas na apuração. Ele também ressaltou que os fatos investigados se deram há 10 anos, em 2014.

“Forçoso reconhecer a ausência de justa causa para a ação penal, bem como para inexistência de outras diligências eficazes a permitir a continuidade das investigações”, afirmou.

“Ausentes elementos mínimos à persecução penal e não havendo providências adicionais a serem adotadas, a hipótese é de arquivamento do inquérito.”

O procurador-geral da República também mencionou no documento que o ministro Dias Toffoli, do STF, anulou o uso de elementos obtidos a partir do acordo de leniência da Odebrecht e dos sistemas de contabilidade paralela e de comunicação alternativa da empresa, conhecidos como Drousys e MyWebDay.

Dados desses sistemas eram usados para comprovar as falas feitas em delações premiadas.

“As oitivas de colaboradores expõem a história e a dinâmica de funcionamento do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, para que as ilicitudes praticadas por pessoas vinculadas ao mencionado grupo pudessem ser realizadas”, disse Gonet.

“Porém, apesar de esclarecerem esta estrutura ilícita e sua utilização para lavagem de dinheiro e pagamento de vantagens indevidas, não contribuem para a confirmação e a elucidação dos relatos e informações relativas aos supostos pagamentos de vantagens indevidas aos agentes políticos investigados.”

*Com informações da CNN Brasil

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Maria do Carmo minimiza crise no PL e diz que agenda segue “normalíssima”

A pré-candidata do PL ao Governo do Amazonas, Maria do Carmo, afirmou nesta sexta-feira (26), durante o Festival de Parintins, que a pré-campanha segue...

Alberto Neto diz que impasse no PL do Amazonas não pode afetar projeto nacional

O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM), pré-candidato ao Senado, afirmou que o impasse interno do Partido Liberal (PL) no Amazonas não pode comprometer...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

“Seremos protaganistas”, diz Marcellus Campêlo sobre corrida eleitoral para o Governo do Amazonas

O pré-candidato a deputado estadual e vice-presidente da Federação União Progressista no Amazonas, Marcellus Campêlo, afirmou nesta sexta-feira (26), durante agenda em Parintins, que...

Saullo Viana destaca parceria com Celso Sabino em toada do Caprichoso

O deputado federal Saullo Viana (MDB-AM) comentou, nesta sexta-feira (26), durante a primeira noite do Festival Folclórico de Parintins, a parceria com o ministro...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Roberto Cidade evita falar sobre reeleição em 2026

O governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), evitou comentar sobre disputar as eleições de 2026. Questionado sobre especulações envolvendo seu nome para a...

Caio André evita antecipar apoio, mas elogia Roberto Cidade para 2026

O secretário de Estado de Cultura e Economia Criativa, Caio André, evitou confirmar apoio a uma eventual candidatura do presidente da Assembleia Legislativa do...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Maria do Carmo minimiza crise no PL e diz que agenda segue “normalíssima”

A pré-candidata do PL ao Governo do Amazonas, Maria do Carmo, afirmou nesta sexta-feira (26), durante o Festival de Parintins, que a pré-campanha segue...

Alberto Neto diz que impasse no PL do Amazonas não pode afetar projeto nacional

O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM), pré-candidato ao Senado, afirmou que o impasse interno do Partido Liberal (PL) no Amazonas não pode comprometer...

“Seremos protaganistas”, diz Marcellus Campêlo sobre corrida eleitoral para o Governo do Amazonas

O pré-candidato a deputado estadual e vice-presidente da Federação União Progressista no Amazonas, Marcellus Campêlo, afirmou nesta sexta-feira (26), durante agenda em Parintins, que...

Saullo Viana destaca parceria com Celso Sabino em toada do Caprichoso

O deputado federal Saullo Viana (MDB-AM) comentou, nesta sexta-feira (26), durante a primeira noite do Festival Folclórico de Parintins, a parceria com o ministro...

Roberto Cidade evita falar sobre reeleição em 2026

O governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), evitou comentar sobre disputar as eleições de 2026. Questionado sobre especulações envolvendo seu nome para a...

Caio André evita antecipar apoio, mas elogia Roberto Cidade para 2026

O secretário de Estado de Cultura e Economia Criativa, Caio André, evitou confirmar apoio a uma eventual candidatura do presidente da Assembleia Legislativa do...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]