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Planalto oficializa 14 trocas ministeriais por causa das eleições; veja quem sai e quem fica

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu todos os ministros de Estado nesta terça-feira (31/3), no Palácio do Planalto, e anunciou a saída de ao menos 18 chefes de pastas para disputar as eleições de 2026. Lula disse que todas as saídas serão confirmadas até o fim da semana.

Após a reunião, o Planalto divulgou uma lista com 14 trocas. A debandada de titulares do primeiro escalão para disputar as eleições é vista como recorde na Esplanada dos Ministérios.


Leia mais:

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Eleições 2026: conheça as principais datas do processo eleitoral no segundo semestre


Veja a lista abaixo:

  • Advocacia-Geral da União: Jorge Messias permanece na pasta. O ministro fica à frente da AGU pelo menos até à sabatina no Senado Federal. Messias foi indicado por Lula para a vaga aberta no STF (Supremo Tribunal Federal). Se o nome for aprovado pelos senadores, o presidente precisará escolher um substituto para a chefia da AGU.
  • Agricultura e Pecuária: Carlos Fávaro deixa o cargo para disputar novamente a uma vaga no Senado por Mato Grosso em outubro. André de Paula, até então ministro Pesca e Aquicultura, assume o comando da pasta.
  • Casa Civil: Rui Costa deixa a pasta para disputar a uma vaga do Senado pela Bahia. Miriam Belchior, secretária-executiva da pasta, assume o cargo.
  • Cidades: Jader Filho deixa o cargo para concorrer como deputado federal pelo Pará. Antônio Vladimir Lima, secretário-executivo, assume o cargo.
  • Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar: Paulo Teixeira deixa o cargo para concorrer a deputado federal por São Paulo. Fernanda Machiaveli, secretária-executiva do ministério, assume a chefia da pasta. É a primeira mulher a ocupar o cargo.
  • Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços: Geraldo Alckmin deixa o ministério para ser pré-candidato a vice-presidente. O Planalto ainda não informou quem deve assumir a pasta.
  • Direitos Humanos e da Cidadania: Macaé Evaristo deixa o cargo para concorrer como deputada estadual em Minas Gerais. Janine Mello dos Santos, secretária-executiva, assume o cargo.
  • Educação: Camilo Santana deixa o cargo. O futuro político do ministro ainda é incerto. Nesta semana, Lula indicou que Camilo “vai ser candidato”, mas não especificou cargo. Leonardo Barchini, secretário-executivo do ministério, assume a chefia da pasta.
  • Esporte: André Fufuca deixa o cargo. Paulo Henrique Cordeiro Perna, atual secretário nacional de Esporte Amador, Educação, Lazer e Inclusão Social, assume o cargo.
  • Fazenda: Fernando Haddad já tinha anunciado a saída do ministério no último dia 19. Haddad vai concorrer ao governo do estado de São Paulo. Dario Durigan, até então secretário-executivo, assumiu o cargo.
  • Igualdade Racial: Anielle Franco deixa o ministério para concorrer como deputada federal pelo Rio de Janeiro. Rachel Barros de Oliveira, secretária-executiva, assume o cargo.
  • Meio Ambiente e Mudança do Clima: Marina Silva deixa ministério e deve concorrer a uma vaga ao Senado por São Paulo. João Paulo Ribeiro Capobianco, secretário-executivo, assume o cargo.
  • Pesca e Aquicultura: André de Paula deixa o ministério e assume outra pasta, de Agricultura e Pecuária. Rivetla Edipo Araújo Cruz, atual secretário-executivo, assume o cargo.
  • Planejamento e Orçamento: Simone Tebet deixa o ministério para disputar a uma vaga ao Senado por São Paulo. Bruno Moretti, atual secretário especial de Análise Governamental da Casa Civil, assume o cargo.
  • Portos e Aeroportos: Silvio Costa Filho deixa o ministério para concorrer como deputado federal em Pernambuco. Tomé Barros Monteiro da Franca, secretário-executivo, assume o cargo.
  • Povos Indígenas: Sônia Guajajara deixa o cargo. Eloy Terena, secretário-executivo, assume a pasta.
  • Previdência Social: Wolney Queiroz permanece no cargo.
  • Relações Exteriores: Mauro Vieira permanece no cargo.
  • Saúde: Alexandre Padilha permanece no cargo.
  • Secretaria de Comunicação Social: Sidônio Palmeira permanece no cargo.
  • Secretaria-Geral da Presidência da República: Guilherme Boulos permanece no cargo.
  • Secretaria de Relações Institucionais: Gleisi Hoffmann deixa o ministério para disputar uma vaga no Senado pelo Paraná. O Planalto ainda não informou quem deve assumir o comando da pasta.
  • Transportes: Renan Filho deixa o cargo para concorrer ao governo de Alagoas. George Santoro, secretário-executivo, assume o cargo.

Na última desincompatibilização, em março de 2022, dez ministros deixaram os cargos no governo Jair Bolsonaro (PL) para disputar as eleições daquele ano. O prazo para ministros de Estado se desligarem de suas funções para disputar as eleições termina no próximo sábado, dia 4.

Com informações de CNN Brasil

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu todos os ministros de Estado nesta terça-feira (31/3), no Palácio do Planalto, e anunciou a saída de ao menos 18 chefes de pastas para disputar as eleições de 2026. Lula disse que todas as saídas serão confirmadas até o fim da semana.

Após a reunião, o Planalto divulgou uma lista com 14 trocas. A debandada de titulares do primeiro escalão para disputar as eleições é vista como recorde na Esplanada dos Ministérios.


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  • Agricultura e Pecuária: Carlos Fávaro deixa o cargo para disputar novamente a uma vaga no Senado por Mato Grosso em outubro. André de Paula, até então ministro Pesca e Aquicultura, assume o comando da pasta.
  • Casa Civil: Rui Costa deixa a pasta para disputar a uma vaga do Senado pela Bahia. Miriam Belchior, secretária-executiva da pasta, assume o cargo.
  • Cidades: Jader Filho deixa o cargo para concorrer como deputado federal pelo Pará. Antônio Vladimir Lima, secretário-executivo, assume o cargo.
  • Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar: Paulo Teixeira deixa o cargo para concorrer a deputado federal por São Paulo. Fernanda Machiaveli, secretária-executiva do ministério, assume a chefia da pasta. É a primeira mulher a ocupar o cargo.
  • Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços: Geraldo Alckmin deixa o ministério para ser pré-candidato a vice-presidente. O Planalto ainda não informou quem deve assumir a pasta.
  • Direitos Humanos e da Cidadania: Macaé Evaristo deixa o cargo para concorrer como deputada estadual em Minas Gerais. Janine Mello dos Santos, secretária-executiva, assume o cargo.
  • Educação: Camilo Santana deixa o cargo. O futuro político do ministro ainda é incerto. Nesta semana, Lula indicou que Camilo “vai ser candidato”, mas não especificou cargo. Leonardo Barchini, secretário-executivo do ministério, assume a chefia da pasta.
  • Esporte: André Fufuca deixa o cargo. Paulo Henrique Cordeiro Perna, atual secretário nacional de Esporte Amador, Educação, Lazer e Inclusão Social, assume o cargo.
  • Fazenda: Fernando Haddad já tinha anunciado a saída do ministério no último dia 19. Haddad vai concorrer ao governo do estado de São Paulo. Dario Durigan, até então secretário-executivo, assumiu o cargo.
  • Igualdade Racial: Anielle Franco deixa o ministério para concorrer como deputada federal pelo Rio de Janeiro. Rachel Barros de Oliveira, secretária-executiva, assume o cargo.
  • Meio Ambiente e Mudança do Clima: Marina Silva deixa ministério e deve concorrer a uma vaga ao Senado por São Paulo. João Paulo Ribeiro Capobianco, secretário-executivo, assume o cargo.
  • Pesca e Aquicultura: André de Paula deixa o ministério e assume outra pasta, de Agricultura e Pecuária. Rivetla Edipo Araújo Cruz, atual secretário-executivo, assume o cargo.
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Com informações de CNN Brasil

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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