Políticos do Amazonas repercutem caso de adolescente morto por homofobia em Manaus
O caso mobilizou parlamentares de diferentes partidos, como os vereadores Coronel Rosses e Zé Ricardo, e Rodrigo Guedes, Alessandra Câmpelo e Joana Darc
A morte do adolescente Fernando Vilaça, de apenas 17 anos, vítima de espancamento com motivação homofóbica, causou grande repercussão em Manaus e em diversas esferas políticas locais e nacionais. O crime ocorreu na última quarta-feira (2/7), no bairro Gilberto Mestrinho, zona leste da capital amazonense, e tem gerado comoção pública e cobranças por justiça por parte de parlamentares e ativistas.
Na ocasião do crime, ele havia saído de casa para comprar leite, quando foi abordado por dois homens. Após questionar por que estava sendo chamado de “viadinho”, foi brutalmente agredido.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o adolescente inconsciente na calçada, enquanto populares tentavam socorrê-lo. Ele foi levado em estado grave ao Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no sábado (5/7).
O caso mobilizou parlamentares de diferentes partidos, como os vereadores Coronel Rosses (PL) e Zé Ricardo (PT), e Rodrigo Guedes (PP).
“Sua morte não pode ser tratada apenas como mais um número nas estatísticas. É um alerta, um grito, um clamor urgente por respeito, justiça e igualdade”, publicou Rosses nas redes sociais.
“É urgente combater o ódio contra a população LGBTQIAPN+. O direito de existir e amar deve ser garantido a todos!”, escreveu Zé Ricardo.
Lamento profundamente o assassinato do jovem Fernando Vilaça, vítima de homofobia em Manaus. Toda solidariedade à família. É urgente combater o ódio contra a população LGBTQIAPN+. O direito de existir e amar deve ser garantido a todos! #LGBTfobiaÉCrime
Rodrigo Guedes usou seus stories para se manifestar sobre o assunto:
(Foto: Reprodução)
Já na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), as deputadas Alessandra Câmpelo (Podemos) e Joana Darc (União Brasil) também fizeram postagens cobrando justiça.
“A intolerância não deve ter lugar em nossa sociedade, em hipótese alguma! O ódio e a violência contra minorias são crimes que não podem ser tolerados”, declarou Campêlo.
“Fernando tinha sonhos, amigos, uma família que o amava. Tudo isso foi arrancado pela violência e pelo preconceito […] Não vamos tolerar isso no Amazonas. Vamos até o fim por justiça!”, escreveu Joana Darc.
A morte do adolescente Fernando Vilaça, de apenas 17 anos, vítima de espancamento com motivação homofóbica, causou grande repercussão em Manaus e em diversas esferas políticas locais e nacionais. O crime ocorreu na última quarta-feira (2/7), no bairro Gilberto Mestrinho, zona leste da capital amazonense, e tem gerado comoção pública e cobranças por justiça por parte de parlamentares e ativistas.
Na ocasião do crime, ele havia saído de casa para comprar leite, quando foi abordado por dois homens. Após questionar por que estava sendo chamado de “viadinho”, foi brutalmente agredido.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o adolescente inconsciente na calçada, enquanto populares tentavam socorrê-lo. Ele foi levado em estado grave ao Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no sábado (5/7).
O caso mobilizou parlamentares de diferentes partidos, como os vereadores Coronel Rosses (PL) e Zé Ricardo (PT), e Rodrigo Guedes (PP).
“Sua morte não pode ser tratada apenas como mais um número nas estatísticas. É um alerta, um grito, um clamor urgente por respeito, justiça e igualdade”, publicou Rosses nas redes sociais.
“É urgente combater o ódio contra a população LGBTQIAPN+. O direito de existir e amar deve ser garantido a todos!”, escreveu Zé Ricardo.
Lamento profundamente o assassinato do jovem Fernando Vilaça, vítima de homofobia em Manaus. Toda solidariedade à família. É urgente combater o ódio contra a população LGBTQIAPN+. O direito de existir e amar deve ser garantido a todos! #LGBTfobiaÉCrime
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Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.
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