O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) afirmou neste sábado (18) que pretende, caso seja eleito presidente, privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil. A proposta foi apresentada durante o 10º Encontro Nacional e Estadual do Partido Novo, realizado em São Paulo.
Segundo Zema, a venda das duas estatais não teria como objetivo cobrir despesas do governo federal, mas direcionar recursos para investimentos em infraestrutura no país.
Na área de segurança pública, o pré-candidato apresentou um plano baseado em três medidas principais: retomar territórios dominados pelo crime organizado, classificar facções criminosas como organizações terroristas e aumentar as penas para integrantes desses grupos.
Na ocasião, Zema também defendeu a participação das Forças Armadas em ações de combate ao crime organizado, em conjunto com o governo federal. Entre as propostas, está a criação de uma pena mínima de 25 anos para crimes cometidos por integrantes de facções.
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Durante entrevista após o evento, o ex-governador também comentou sobre a escolha do candidato a vice-presidente. Segundo ele, o principal critério será ter “ficha limpa”. Questionado sobre a possibilidade de Michelle Bolsonaro (PL) ocupar o posto, Zema afirmou que o nome da ex-primeira-dama é uma possibilidade, mas que outras opções também estão sendo avaliadas.
As declarações fazem parte da movimentação de Zema para consolidar sua pré-candidatura à Presidência nas eleições de 2026, com uma plataforma que prioriza a redução da participação do Estado na economia por meio de privatizações e o endurecimento das políticas de segurança pública.
