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“Precisamos garantir a dignidade da população”, diz coordenador de movimento contra a escala 6×1

Representantes do movimento Vida Além do Trabalho (VAT) participaram nesta sexta-feira (22) de um seminário na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) para debater o fim da escala 6×1, modelo em que o trabalhador folga apenas um dia por semana. O encontro reuniu lideranças e movimentos sociais que defendem mudanças na jornada de trabalho no Brasil.

Durante entrevista à Rede Onda Digital, o coordenador do movimento no Amazonas, Ruan Bentes, afirmou que o grupo defende o fim imediato da escala 6×1, sem prazo de transição de dez anos e sem redução de direitos trabalhistas, como FGTS e INSS.

“Nós não necessitamos mais de estudos técnicos e econômicos, porque estudos já se têm o suficiente. O que nós precisamos agora é garantir a dignidade de toda a população brasileira, nós precisamos garantir a humanização de toda a nossa nação”, declarou.


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O debate acontece em meio às discussões nacionais sobre propostas que pretendem reduzir a carga horária semanal e ampliar os dias de descanso dos trabalhadores brasileiros. Juan criticou propostas apresentadas por alguns parlamentares que condicionam a mudança à redução de direitos ou a um período longo de adaptação.

O seminário na Aleam reuniu diversas lideranças sociais que acompanham o andamento das discussões sobre o tema no país. O movimento VAT segue articulado para pressionar por uma mudança imediata na legislação trabalhista.

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Representantes do movimento Vida Além do Trabalho (VAT) participaram nesta sexta-feira (22) de um seminário na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) para debater o fim da escala 6×1, modelo em que o trabalhador folga apenas um dia por semana. O encontro reuniu lideranças e movimentos sociais que defendem mudanças na jornada de trabalho no Brasil.

Durante entrevista à Rede Onda Digital, o coordenador do movimento no Amazonas, Ruan Bentes, afirmou que o grupo defende o fim imediato da escala 6×1, sem prazo de transição de dez anos e sem redução de direitos trabalhistas, como FGTS e INSS.

“Nós não necessitamos mais de estudos técnicos e econômicos, porque estudos já se têm o suficiente. O que nós precisamos agora é garantir a dignidade de toda a população brasileira, nós precisamos garantir a humanização de toda a nossa nação”, declarou.


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