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Procuradoria italiana pede que Justiça rejeite extradição de Zambelli

A Procuradoria-Geral da Itália pediu nesta quarta-feira (1º) que a Corte de Cassação de Roma rejeite a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli no processo relacionado à condenação por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal no Brasil.

O parecer acolhe argumentos apresentados pela defesa, que sustenta que o julgamento brasileiro teria sido comprometido por suposta falta de imparcialidade. A decisão final da Justiça italiana deve ser anunciada ainda nesta quarta-feira.

Este é o segundo pedido de extradição enfrentado por Zambelli no país europeu. No primeiro caso, referente à condenação pela invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Justiça italiana anulou o processo ao considerar que o ministro Alexandre de Moraes, relator da ação no Supremo Tribunal Federal, não teria condições de atuar com imparcialidade por também ser apontado como vítima do crime.


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No processo analisado agora, a condenação no Brasil teve como relator o ministro Gilmar Mendes. Ainda assim, a Procuradoria italiana entendeu que Moraes poderia ter exercido influência sobre o julgamento, aceitando a linha de argumentação apresentada pelos advogados da ex-parlamentar.

Carla Zambelli está presa em Roma enquanto aguarda o desfecho dos processos de extradição. No Brasil, ela foi condenada a 10 anos de prisão pela invasão dos sistemas do CNJ e a 5 anos e 3 meses por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal, após perseguir um homem armada pelas ruas de São Paulo durante o período eleitoral de 2022.

A decisão da Corte de Cassação poderá influenciar diretamente o futuro jurídico da ex-deputada e a possibilidade de seu retorno ao Brasil para cumprimento das penas impostas pelo STF.

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A Procuradoria-Geral da Itália pediu nesta quarta-feira (1º) que a Corte de Cassação de Roma rejeite a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli no processo relacionado à condenação por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal no Brasil.

O parecer acolhe argumentos apresentados pela defesa, que sustenta que o julgamento brasileiro teria sido comprometido por suposta falta de imparcialidade. A decisão final da Justiça italiana deve ser anunciada ainda nesta quarta-feira.

Este é o segundo pedido de extradição enfrentado por Zambelli no país europeu. No primeiro caso, referente à condenação pela invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Justiça italiana anulou o processo ao considerar que o ministro Alexandre de Moraes, relator da ação no Supremo Tribunal Federal, não teria condições de atuar com imparcialidade por também ser apontado como vítima do crime.


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