Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Projeto eleva para até 40 anos penas de homicídio qualificado, feminicídio e estupro com morte

O Projeto de Lei 4916/25 propõe endurecer as penas para crimes contra a vida e a dignidade sexual, fixando reclusão de 30 a 40 anos para homicídio qualificado, feminicídio e estupro com resultado de lesão corporal grave ou morte. A iniciativa é da deputada Ely Santos (Republicanos-SP), e está em tramitação na Câmara dos Deputados.

A proposta altera o Código Penal para estabelecer que, nos casos de homicídio qualificado, inclusive feminicídio, a pena passe a ser de 30 a 40 anos de reclusão. Atualmente, o homicídio qualificado prevê punição de 12 a 30 anos, enquanto o feminicídio varia de 20 a 40 anos.

O texto também eleva para 30 a 40 anos as penas para estupro e estupro de vulnerável quando o crime resultar em lesão corporal grave ou morte da vítima. Hoje, esses casos têm pena de 12 a 30 anos.


Saiba mais: 

Amom Mandel evita citar nomes que vai apoiar para governo do AM e prefere ‘focar no mandato’

Amom Mandel revela convites de vários partidos e admite possível mudança


Argumento de proporcionalidade

Segundo a deputada, a diferença atual entre as penas gera sensação de desproporcionalidade, já que crimes de gravidade semelhante, que atingem bens jurídicos fundamentais como vida, integridade física e dignidade sexual, possuem punições máximas distintas.

“Delitos de gravidade equiparada não recebem a mesma resposta penal, criando sensação de injustiça, enfraquecendo a função preventiva da pena e dificultando a compreensão social da lógica do sistema jurídico”, afirmou.

Para Ely Santos, a fixação uniforme da pena entre 30 e 40 anos harmoniza o sistema penal e eleva o patamar mínimo de punição.

“Evita que a aplicação de penas brandas transmita sensação de impunidade e garante proporcionalidade”, declarou.

A parlamentar argumenta ainda que a proposta não foi apresentada sob impulso emocional, mas como resposta à necessidade histórica de enfrentar crimes considerados bárbaros, que abalam a confiança da sociedade no Estado de Direito.

Tramitação

O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, posteriormente, seguirá para votação no Plenário. Para se tornar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

 

 

*Com informações Agência Câmara de Notícias.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O Projeto de Lei 4916/25 propõe endurecer as penas para crimes contra a vida e a dignidade sexual, fixando reclusão de 30 a 40 anos para homicídio qualificado, feminicídio e estupro com resultado de lesão corporal grave ou morte. A iniciativa é da deputada Ely Santos (Republicanos-SP), e está em tramitação na Câmara dos Deputados.

A proposta altera o Código Penal para estabelecer que, nos casos de homicídio qualificado, inclusive feminicídio, a pena passe a ser de 30 a 40 anos de reclusão. Atualmente, o homicídio qualificado prevê punição de 12 a 30 anos, enquanto o feminicídio varia de 20 a 40 anos.

O texto também eleva para 30 a 40 anos as penas para estupro e estupro de vulnerável quando o crime resultar em lesão corporal grave ou morte da vítima. Hoje, esses casos têm pena de 12 a 30 anos.


Saiba mais: 

Amom Mandel evita citar nomes que vai apoiar para governo do AM e prefere ‘focar no mandato’

Amom Mandel revela convites de vários partidos e admite possível mudança


Argumento de proporcionalidade

Segundo a deputada, a diferença atual entre as penas gera sensação de desproporcionalidade, já que crimes de gravidade semelhante, que atingem bens jurídicos fundamentais como vida, integridade física e dignidade sexual, possuem punições máximas distintas.

“Delitos de gravidade equiparada não recebem a mesma resposta penal, criando sensação de injustiça, enfraquecendo a função preventiva da pena e dificultando a compreensão social da lógica do sistema jurídico”, afirmou.

Para Ely Santos, a fixação uniforme da pena entre 30 e 40 anos harmoniza o sistema penal e eleva o patamar mínimo de punição.

“Evita que a aplicação de penas brandas transmita sensação de impunidade e garante proporcionalidade”, declarou.

A parlamentar argumenta ainda que a proposta não foi apresentada sob impulso emocional, mas como resposta à necessidade histórica de enfrentar crimes considerados bárbaros, que abalam a confiança da sociedade no Estado de Direito.

Tramitação

O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, posteriormente, seguirá para votação no Plenário. Para se tornar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

 

 

*Com informações Agência Câmara de Notícias.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Impasse sobre Senado divide aliados de Omar Aziz

A 15 dias da convenção do PSD que deve homologar a candidatura do senador Omar Aziz ao Governo do Amazonas, a definição da segunda...

Valdemar: “Todo presidente de partido sugere destinação de emendas”

O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto afirmou que é comum dirigentes partidários sugerirem a destinação de emendas parlamentares a prefeitos e...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Veja a espingarda de Bolsonaro com as cores do Brasil apreendida no RS

A Polícia Federal do Rio Grande do Sul formalizou nesta sexta-feira (10/7) a informação ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a apreensão da espingarda...

Milei anuncia viagem ao Brasil para apoiar candidatura de Flávio Bolsonaro

O presidente da Argentina, Javier Milei, confirmou que viajará ao Brasil no próximo dia 25 de julho para participar do evento que deve oficializar...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Senado cria frente parlamentar sobre IA, proteção de dados e segurança digital

O Senado Federal instituiu a Frente Parlamentar Mista de Inteligência Artificial, Proteção de Dados e Segurança Digital, com o objetivo de ampliar o debate...

Eleições 2026: showmício segue proibido, inclusive no ambiente digital

Desde 2006, a realização de showmícios está proibida no Brasil. Para as Eleições Gerais de 2026, a Cartilha da Propaganda Eleitoral publicada pelo Tribunal...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Impasse sobre Senado divide aliados de Omar Aziz

A 15 dias da convenção do PSD que deve homologar a candidatura do senador Omar Aziz ao Governo do Amazonas, a definição da segunda...

Valdemar: “Todo presidente de partido sugere destinação de emendas”

O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto afirmou que é comum dirigentes partidários sugerirem a destinação de emendas parlamentares a prefeitos e...

Veja a espingarda de Bolsonaro com as cores do Brasil apreendida no RS

A Polícia Federal do Rio Grande do Sul formalizou nesta sexta-feira (10/7) a informação ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a apreensão da espingarda...

Milei anuncia viagem ao Brasil para apoiar candidatura de Flávio Bolsonaro

O presidente da Argentina, Javier Milei, confirmou que viajará ao Brasil no próximo dia 25 de julho para participar do evento que deve oficializar...

Senado cria frente parlamentar sobre IA, proteção de dados e segurança digital

O Senado Federal instituiu a Frente Parlamentar Mista de Inteligência Artificial, Proteção de Dados e Segurança Digital, com o objetivo de ampliar o debate...

Eleições 2026: showmício segue proibido, inclusive no ambiente digital

Desde 2006, a realização de showmícios está proibida no Brasil. Para as Eleições Gerais de 2026, a Cartilha da Propaganda Eleitoral publicada pelo Tribunal...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]