Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Anúncios de cerveja e bebidas alcoólicas podem acabar no Brasil

Um projeto de lei apresentado pela deputada federal Heloísa Helena (Rede-RJ) na Câmara dos Deputados pretende proibir a publicidade de bebidas alcoólicas em todo o território nacional. A proposta estabelece restrições amplas para anúncios, ações de marketing e patrocínios ligados ao setor, alcançando desde a televisão e o rádio até plataformas digitais e eventos esportivos.

Pelo texto, ficaria vedada a divulgação de bebidas alcoólicas em emissoras de TV aberta e por assinatura, rádios, jornais, revistas, redes sociais, plataformas de vídeo, serviços de streaming, outdoors, painéis eletrônicos, cinemas e eventos culturais, esportivos ou de entretenimento.

A proposta também amplia a proibição para ações promocionais consideradas indiretas. Entre elas estão o merchandising, conteúdos patrocinados nas redes sociais, distribuição de brindes e amostras grátis, além de campanhas impulsionadas em plataformas digitais.

Outro ponto do projeto é a proibição da associação entre bebidas alcoólicas e atributos como sucesso social, prática esportiva, desempenho sexual ou bem-estar. O texto ainda impede que influenciadores digitais, artistas e personalidades públicas participem de campanhas de promoção direta ou indireta desses produtos.


Saiba mais: 

Brindes de alimentos ultraprocessados para crianças podem ser proibidos no Brasil; entenda 

Resultado final do concurso da Câmara de Manaus é publicado no Diário Oficial


O projeto prevê punições severas para quem descumprir as regras. As multas variam de R$ 50 mil a R$ 5 milhões, dependendo da gravidade e do alcance da infração. Em casos mais graves, poderá haver suspensão temporária das atividades publicitárias e até cassação da licença de funcionamento em situações de reincidência.

A fiscalização ficaria sob responsabilidade da Secretaria Nacional do Consumidor, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Ministério das Comunicações e de órgãos estaduais e municipais de defesa do consumidor.

Na justificativa da proposta, Heloísa Helena argumenta que o consumo abusivo de álcool gera impactos significativos na saúde pública e na economia. Segundo a parlamentar, a publicidade exerce papel importante na normalização do consumo, especialmente entre adolescentes e jovens adultos, considerados mais vulneráveis às estratégias de marketing.

O projeto aguarda tramitação nas comissões da Câmara dos Deputados antes de seguir para análise do plenário.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Um projeto de lei apresentado pela deputada federal Heloísa Helena (Rede-RJ) na Câmara dos Deputados pretende proibir a publicidade de bebidas alcoólicas em todo o território nacional. A proposta estabelece restrições amplas para anúncios, ações de marketing e patrocínios ligados ao setor, alcançando desde a televisão e o rádio até plataformas digitais e eventos esportivos.

Pelo texto, ficaria vedada a divulgação de bebidas alcoólicas em emissoras de TV aberta e por assinatura, rádios, jornais, revistas, redes sociais, plataformas de vídeo, serviços de streaming, outdoors, painéis eletrônicos, cinemas e eventos culturais, esportivos ou de entretenimento.

A proposta também amplia a proibição para ações promocionais consideradas indiretas. Entre elas estão o merchandising, conteúdos patrocinados nas redes sociais, distribuição de brindes e amostras grátis, além de campanhas impulsionadas em plataformas digitais.

Outro ponto do projeto é a proibição da associação entre bebidas alcoólicas e atributos como sucesso social, prática esportiva, desempenho sexual ou bem-estar. O texto ainda impede que influenciadores digitais, artistas e personalidades públicas participem de campanhas de promoção direta ou indireta desses produtos.


Saiba mais: 

Brindes de alimentos ultraprocessados para crianças podem ser proibidos no Brasil; entenda 

Resultado final do concurso da Câmara de Manaus é publicado no Diário Oficial


O projeto prevê punições severas para quem descumprir as regras. As multas variam de R$ 50 mil a R$ 5 milhões, dependendo da gravidade e do alcance da infração. Em casos mais graves, poderá haver suspensão temporária das atividades publicitárias e até cassação da licença de funcionamento em situações de reincidência.

A fiscalização ficaria sob responsabilidade da Secretaria Nacional do Consumidor, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Ministério das Comunicações e de órgãos estaduais e municipais de defesa do consumidor.

Na justificativa da proposta, Heloísa Helena argumenta que o consumo abusivo de álcool gera impactos significativos na saúde pública e na economia. Segundo a parlamentar, a publicidade exerce papel importante na normalização do consumo, especialmente entre adolescentes e jovens adultos, considerados mais vulneráveis às estratégias de marketing.

O projeto aguarda tramitação nas comissões da Câmara dos Deputados antes de seguir para análise do plenário.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Rodrigo Pacheco toma posse no TCU na próxima quarta-feira

O senador Rodrigo Pacheco, do PSB-MG, toma posse como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) na próxima quarta-feira (30), às 11h, em...

Brasil deixa plenário da ONU durante discurso de Netanyahu

A delegação do Brasil deixou o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, no momento em que o primeiro-ministro...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Defesa de Bolsonaro desiste de pedir suspensão de pena duas horas após pedido

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro desistiu, nesta quinta-feira (24/9), do pedido de suspensão da pena de 27 anos e 3 meses de prisão...

Pesquisa Futura: Congresso e STF passam de 60% de desaprovação

Uma pesquisa Futura/100% Cidades divulgada nesta quinta-feira (24) mostra índices superiores a 60% de desaprovação para o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Renato Junior eleva auxílio-moradia de médicos para R$ 2,5 mil

O prefeito de Manaus, Renato Junior, assinou nesta quinta-feira (24/9) o reajuste dos auxílios destinados aos médicos do Programa Mais Médicos que atuam na...

PT pede que TSE investigue Flávio e Eduardo por suposta interferência estrangeira nas eleições

O Partido dos Trabalhadores (PT) solicitou nesta quarta-feira (23/9) que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) investigue o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e o...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Rodrigo Pacheco toma posse no TCU na próxima quarta-feira

O senador Rodrigo Pacheco, do PSB-MG, toma posse como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) na próxima quarta-feira (30), às 11h, em...

Brasil deixa plenário da ONU durante discurso de Netanyahu

A delegação do Brasil deixou o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, no momento em que o primeiro-ministro...

Defesa de Bolsonaro desiste de pedir suspensão de pena duas horas após pedido

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro desistiu, nesta quinta-feira (24/9), do pedido de suspensão da pena de 27 anos e 3 meses de prisão...

Pesquisa Futura: Congresso e STF passam de 60% de desaprovação

Uma pesquisa Futura/100% Cidades divulgada nesta quinta-feira (24) mostra índices superiores a 60% de desaprovação para o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal...

Renato Junior eleva auxílio-moradia de médicos para R$ 2,5 mil

O prefeito de Manaus, Renato Junior, assinou nesta quinta-feira (24/9) o reajuste dos auxílios destinados aos médicos do Programa Mais Médicos que atuam na...

PT pede que TSE investigue Flávio e Eduardo por suposta interferência estrangeira nas eleições

O Partido dos Trabalhadores (PT) solicitou nesta quarta-feira (23/9) que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) investigue o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e o...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]