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PT lança campanha “O Brasil Não Se Entrega” no dia em que tarifa dos EUA entra em vigor

O Partido dos Trabalhadores (PT) lançou nesta quarta-feira (22) a campanha nacional “O Brasil Não Se Entrega”, no mesmo dia em que entrou em vigor a sobretaxa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Segundo o partido, a mobilização busca posicionar a legenda e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na defesa da soberania nacional, do crescimento econômico e do mercado de trabalho.

De acordo com o PT, a campanha faz parte de uma estratégia digital da direção do partido, que prevê ampliar o debate sobre os efeitos das tarifas nas redes sociais. A iniciativa também associa a tarifa ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado por pesquisas eleitorais como principal adversário de Lula na disputa presidencial de 2026.

Mobilização nas redes por meio da plataforma “Porta-Vozes”

A estratégia do PT nas redes sociais utiliza a ferramenta “Porta-Vozes”, plataforma do partido voltada à distribuição de sugestões de publicações para apoiadores.

O primeiro conteúdo distribuído pela plataforma foi um áudio do vice-presidente Geraldo Alckmin convocando apoiadores para o que ele chamou de “luta pelo Brasil soberano”. Em comunicado, o partido afirmou que a soberania nacional passou a ser o centro do debate político e disse que opositores estariam priorizando interesses políticos ao apoiar as medidas comerciais dos Estados Unidos, segundo avaliação do próprio PT.

Eixos da campanha: PIX, indústria e minerais estratégicos

Segundo o partido, a campanha será conduzida nas próximas semanas com linguagem voltada ao cotidiano da população, a partir de três eixos principais:

Defesa do PIX: o PT afirma que incluirá nas peças de campanha a defesa do sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central, apresentado pelo partido como uma conquista pública que deve ser protegida de interferências externas.

Indústria nacional e empregos: a campanha terá ações voltadas a setores industriais e comerciais afetados pelas tarifas americanas, com a defesa, segundo o partido, de que a proteção da economia interna é condição para a manutenção de empregos.


Leia mais

Tarifaço dos EUA entra em vigor e atinge 3 mil produtos brasileiros

Alckmin diz que Brasil vai priorizar negociação e descarta retaliação após tarifaço dos EUA


Recursos minerais estratégicos: o PT afirma que a campanha também tratará do controle nacional sobre minerais estratégicos e terras raras, defendendo que esses recursos sejam direcionados a projetos de inovação e desenvolvimento no país.

Segundo o partido, a campanha busca associar temas do cotidiano, como o uso do PIX, ao debate sobre a disputa comercial com os Estados Unidos, no contexto da corrida eleitoral de 2026.

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

 

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O Partido dos Trabalhadores (PT) lançou nesta quarta-feira (22) a campanha nacional “O Brasil Não Se Entrega”, no mesmo dia em que entrou em vigor a sobretaxa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Segundo o partido, a mobilização busca posicionar a legenda e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na defesa da soberania nacional, do crescimento econômico e do mercado de trabalho.

De acordo com o PT, a campanha faz parte de uma estratégia digital da direção do partido, que prevê ampliar o debate sobre os efeitos das tarifas nas redes sociais. A iniciativa também associa a tarifa ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado por pesquisas eleitorais como principal adversário de Lula na disputa presidencial de 2026.

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O primeiro conteúdo distribuído pela plataforma foi um áudio do vice-presidente Geraldo Alckmin convocando apoiadores para o que ele chamou de “luta pelo Brasil soberano”. Em comunicado, o partido afirmou que a soberania nacional passou a ser o centro do debate político e disse que opositores estariam priorizando interesses políticos ao apoiar as medidas comerciais dos Estados Unidos, segundo avaliação do próprio PT.

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Segundo o partido, a campanha será conduzida nas próximas semanas com linguagem voltada ao cotidiano da população, a partir de três eixos principais:

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Foto: Reprodução
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