Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Quem fraudar contratos públicos poderá enfrentar sanções nacionais, decide STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para manter parte das mudanças na Lei de Improbidade Administrativa, que trata da punição de agentes públicos envolvidos em irregularidades. A decisão ainda não foi concluída, mas os ministros já definiram alguns pontos importantes sobre o combate à corrupção no país.

Entre as principais mudanças, o STF decidiu que só poderá haver punição quando ficar comprovado que houve intenção de cometer a irregularidade. Ou seja, erros sem intenção ou falhas administrativas não serão mais considerados improbidade administrativa.

Por outro lado, a Corte endureceu regras para empresários e pessoas ligadas a empresas envolvidas em irregularidades com o poder público. Mesmo sem lucro direto comprovado, sócios e diretores poderão ser punidos caso fique provada participação no esquema.


Saiba mais: 

Pontual Pesquisa: cenário mostra reviravolta pela segunda posição ao governo do AM

Entre esperança de mais tempo com a família e medo do desemprego, manauaras avaliam fim da escala 6×1


Outro ponto de impacto envolve a proibição de contratar com o poder público. O STF invalidou o trecho que limitava essa punição apenas ao órgão ou ente diretamente prejudicado pela irregularidade.

Com a decisão, empresas e pessoas condenadas por improbidade poderão ficar impedidas de contratar simultaneamente com municípios, estados e União. O ministro Alexandre de Moraes defendeu que não seria razoável restringir os efeitos da sanção a apenas uma esfera da administração pública.

A Corte também consolidou entendimento favorável à proteção de agentes públicos que adotarem interpretações jurídicas respaldadas por decisões judiciais já existentes. Segundo a maioria dos ministros, não configura improbidade administrativa a adoção de entendimento aceito pelo STF, tribunais superiores ou decisões colegiadas de segunda instância, mesmo que posteriormente a interpretação seja modificada.

O julgamento ainda não foi concluído por causa da divergência sobre a perda da função pública.

Parte dos ministros defende que a punição possa atingir qualquer cargo ocupado pelo agente público, mesmo que ele tenha mudado de função ao longo do processo. Outra ala da Corte entende que a sanção deve se limitar apenas ao cargo relacionado diretamente à irregularidade investigada.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para manter parte das mudanças na Lei de Improbidade Administrativa, que trata da punição de agentes públicos envolvidos em irregularidades. A decisão ainda não foi concluída, mas os ministros já definiram alguns pontos importantes sobre o combate à corrupção no país.

Entre as principais mudanças, o STF decidiu que só poderá haver punição quando ficar comprovado que houve intenção de cometer a irregularidade. Ou seja, erros sem intenção ou falhas administrativas não serão mais considerados improbidade administrativa.

Por outro lado, a Corte endureceu regras para empresários e pessoas ligadas a empresas envolvidas em irregularidades com o poder público. Mesmo sem lucro direto comprovado, sócios e diretores poderão ser punidos caso fique provada participação no esquema.


Saiba mais: 

Pontual Pesquisa: cenário mostra reviravolta pela segunda posição ao governo do AM

Entre esperança de mais tempo com a família e medo do desemprego, manauaras avaliam fim da escala 6×1


Outro ponto de impacto envolve a proibição de contratar com o poder público. O STF invalidou o trecho que limitava essa punição apenas ao órgão ou ente diretamente prejudicado pela irregularidade.

Com a decisão, empresas e pessoas condenadas por improbidade poderão ficar impedidas de contratar simultaneamente com municípios, estados e União. O ministro Alexandre de Moraes defendeu que não seria razoável restringir os efeitos da sanção a apenas uma esfera da administração pública.

A Corte também consolidou entendimento favorável à proteção de agentes públicos que adotarem interpretações jurídicas respaldadas por decisões judiciais já existentes. Segundo a maioria dos ministros, não configura improbidade administrativa a adoção de entendimento aceito pelo STF, tribunais superiores ou decisões colegiadas de segunda instância, mesmo que posteriormente a interpretação seja modificada.

O julgamento ainda não foi concluído por causa da divergência sobre a perda da função pública.

Parte dos ministros defende que a punição possa atingir qualquer cargo ocupado pelo agente público, mesmo que ele tenha mudado de função ao longo do processo. Outra ala da Corte entende que a sanção deve se limitar apenas ao cargo relacionado diretamente à irregularidade investigada.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

PT pede que TSE investigue Flávio e Eduardo por suposta interferência estrangeira nas eleições

O Partido dos Trabalhadores (PT) solicitou nesta quarta-feira (23/9) que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) investigue o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e o...

Lista tríplice para a Corregedoria da Defensoria do AM é definida; veja os três nomes

A lista tríplice para a escolha do novo corregedor-geral da Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM) foi definida nesta quarta-feira (23). Os nomes de Ricardo...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Governo persegue fundos que lavam dinheiro do crime organizado, diz Ministro da Fazenda

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (24) que o governo está concentrado em investigar fundos de investimentos que servem para lavar...

Governo federal congela R$ 16,1 bilhões do Orçamento de 2026

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (24/9) o congelamento de R$ 16,1 bilhões no Orçamento de 2026. O valor consta no Relatório de Avaliação...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Defesa de Bolsonaro pede a Nunes Marques suspensão da pena de 27 anos

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, do PL, pediu nesta quinta-feira (24/9) ao ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), a suspensão...

Juiz manda Trump liberar acesso de jornalistas à Casa Branca

O juiz distrital Timothy J. Kelly determinou nesta quinta-feira (24) que o governo de Donald Trump restabeleça o acesso à Casa Branca para jornalistas...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

PT pede que TSE investigue Flávio e Eduardo por suposta interferência estrangeira nas eleições

O Partido dos Trabalhadores (PT) solicitou nesta quarta-feira (23/9) que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) investigue o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e o...

Lista tríplice para a Corregedoria da Defensoria do AM é definida; veja os três nomes

A lista tríplice para a escolha do novo corregedor-geral da Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM) foi definida nesta quarta-feira (23). Os nomes de Ricardo...

Governo persegue fundos que lavam dinheiro do crime organizado, diz Ministro da Fazenda

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (24) que o governo está concentrado em investigar fundos de investimentos que servem para lavar...

Governo federal congela R$ 16,1 bilhões do Orçamento de 2026

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (24/9) o congelamento de R$ 16,1 bilhões no Orçamento de 2026. O valor consta no Relatório de Avaliação...

Defesa de Bolsonaro pede a Nunes Marques suspensão da pena de 27 anos

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, do PL, pediu nesta quinta-feira (24/9) ao ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), a suspensão...

Juiz manda Trump liberar acesso de jornalistas à Casa Branca

O juiz distrital Timothy J. Kelly determinou nesta quinta-feira (24) que o governo de Donald Trump restabeleça o acesso à Casa Branca para jornalistas...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]