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Rodrigo Guedes critica ausências na Câmara e compara número de sessões à escala 6×1

O vereador Rodrigo Guedes (Progressistas) criticou nesta terça-feira (3/3) a ausência do presidente da Câmara Municipal de Manaus, David Reis (Avante), e de outros parlamentares nas sessões legislativas, ao comparar o número de reuniões realizadas na Casa com a chamada escala 6×1, modelo de jornada de trabalho em que o trabalhador atua seis dias e folga um.

Segundo o vereador, os parlamentares têm “obrigação legal e moral” de comparecer às sessões da Câmara. Guedes criticou o encerramento antecipado de uma reunião legislativa que, segundo ele, ocorreu às 11h25, mesmo com projetos prontos para votação e já incluídos na pauta.

Com o regimento interno em mãos, ele relatou a insatisfação com o encerramento da sessão, num contexto em que os vereadores já vinham de um longo período de recesso ocasionado pelo feriado de Carnaval.

“Ontem, de forma abrupta, o então presidente, naquele momento da sessão, estava presidindo, encerrou a sessão e literalmente pegou o beco. Ele não deu nem satisfação. Não deu nem satisfação. Nem para os vereadores que estavam aqui. Não teve o mínimo de respeito para com os vereadores que estavam aqui. E muito menos para a sociedade”, disse.

De acordo com Rodrigo Guedes, as sessões ordinárias duram, em média, entre três e quatro horas, três vezes por semana, o que, na avaliação dele, reforça a necessidade de comprometimento dos vereadores com o calendário oficial. O parlamentar questionou a justificativa para o encerramento e disse que a decisão desconsidera as demandas do parlamento.

Durante a sessão, o vereador comparou a rotina da Câmara à jornada enfrentada por trabalhadores brasileiros. Ele destacou que muitos cidadãos cumprem jornadas de oito horas diárias e, além do tempo de deslocamento e permanência no local de trabalho, citou a carga como “extremamente exaustiva”.

“O trabalhador comum cumpre escala 6×1, enfrenta transporte lotado e dificuldades diárias. Já aqui, muitas vezes, não temos sessões na mesma proporção”, criticou o parlamentar, ao defender maior compromisso com a atividade legislativa.


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Com isso, o parlamentar também afirmou que pretende levar o debate à população para avaliar se há concordância com a redução do tempo das sessões diante da existência de projetos pendentes.

Escala 6×1

A crítica ocorre em meio a debates nacionais sobre carga horária e jornada de trabalho, tema que também tem repercutido em assembleias e câmaras municipais pelo país. Para Guedes, o exemplo deve partir do poder público. Ele argumenta que a Câmara precisa dar resposta efetiva à população, especialmente em pautas relacionadas a serviços essenciais como saúde, transporte e infraestrutura urbana.

A Presidência da Casa ainda não se manifestou oficialmente sobre as declarações. O regimento interno da Câmara estabelece o calendário de sessões ordinárias e prevê regras para justificativas de ausência.

O episódio reacende discussões sobre transparência, assiduidade parlamentar e produtividade no Legislativo municipal, temas que costumam ganhar destaque em períodos de maior mobilização política e pré-campanha eleitoral.

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O vereador Rodrigo Guedes (Progressistas) criticou nesta terça-feira (3/3) a ausência do presidente da Câmara Municipal de Manaus, David Reis (Avante), e de outros parlamentares nas sessões legislativas, ao comparar o número de reuniões realizadas na Casa com a chamada escala 6×1, modelo de jornada de trabalho em que o trabalhador atua seis dias e folga um.

Segundo o vereador, os parlamentares têm “obrigação legal e moral” de comparecer às sessões da Câmara. Guedes criticou o encerramento antecipado de uma reunião legislativa que, segundo ele, ocorreu às 11h25, mesmo com projetos prontos para votação e já incluídos na pauta.

Com o regimento interno em mãos, ele relatou a insatisfação com o encerramento da sessão, num contexto em que os vereadores já vinham de um longo período de recesso ocasionado pelo feriado de Carnaval.

“Ontem, de forma abrupta, o então presidente, naquele momento da sessão, estava presidindo, encerrou a sessão e literalmente pegou o beco. Ele não deu nem satisfação. Não deu nem satisfação. Nem para os vereadores que estavam aqui. Não teve o mínimo de respeito para com os vereadores que estavam aqui. E muito menos para a sociedade”, disse.

De acordo com Rodrigo Guedes, as sessões ordinárias duram, em média, entre três e quatro horas, três vezes por semana, o que, na avaliação dele, reforça a necessidade de comprometimento dos vereadores com o calendário oficial. O parlamentar questionou a justificativa para o encerramento e disse que a decisão desconsidera as demandas do parlamento.

Durante a sessão, o vereador comparou a rotina da Câmara à jornada enfrentada por trabalhadores brasileiros. Ele destacou que muitos cidadãos cumprem jornadas de oito horas diárias e, além do tempo de deslocamento e permanência no local de trabalho, citou a carga como “extremamente exaustiva”.

“O trabalhador comum cumpre escala 6×1, enfrenta transporte lotado e dificuldades diárias. Já aqui, muitas vezes, não temos sessões na mesma proporção”, criticou o parlamentar, ao defender maior compromisso com a atividade legislativa.


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