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Coronel Rosses critica transferência de PMs presos para presídio comum

O vereador Coronel Rosses (PL) criticou nesta terça-feira (12), durante discurso na tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM), a transferência de policiais militares presos na unidade da Polícia Militar, no bairro Monte das Oliveiras, zona Norte, para uma unidade prisional comum no Amazonas. Segundo ele, a medida teria provocado tensão e princípio de rebelião na unidade militar.

De acordo com o parlamentar, a mudança estaria sendo feita após uma recomendação do Ministério Público e não por uma “ordem” para transferência de cerca de 70 policiais presos para o Complexo Penitenciário Anísio Jobim, localizado na BR-174.

Rosses afirmou que policiais militares não deveriam cumprir pena junto a presos comuns e alertou para riscos de violência dentro do sistema prisional amazonense.

“Eu não sou a favor de bandido. Existe o bandido fardado, que é um dos piores crimes. Mas o policial militar tem direito ao seu próprio presídio”, declarou o vereador.

Durante o discurso, ele relembrou rebeliões registradas nos presídios do Amazonas nos últimos anos, incluindo episódios com mortes violentas dentro das unidades prisionais. Segundo o parlamentar, o Estado não teria “aprendido” com as crises anteriores no sistema penitenciário.

O vereador também criticou as condições do presídio militar, classificando a estrutura como precária e abandonada. Para ele, a solução deveria ser a reforma da unidade, e não a transferência dos presos.


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Rosses ainda criticou o modelo de segurança pública do Amazonas e citou a terceirização da polícia penal no estado.

Segundo ele, a transferência não teria sido determinada pela Justiça, mas apenas recomendada pelo Ministério Público, com foco em recursos públicos do governo federal.

Ao final da fala, o vereador informou que seguiria para o local para acompanhar a situação e possíveis negociações com os policiais envolvidos no motim.

Contexto

A transferência dos policiais militares presos para a nova Unidade Prisional da PM, na BR-174, ocorreu após um acordo firmado entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, a Polícia Militar do Amazonas e o Ministério Público do Estado do Amazonas.

Segundo a nota divulgada pelo MPAM, a medida foi adotada depois que 23 detentos fugiram da antiga unidade prisional da PM, no bairro Monte das Oliveiras, o que levou os órgãos a reforçarem a segurança e reorganizarem o sistema de custódia militar.

O novo presídio funciona em um prédio na BR-174, anteriormente usado pelo Centro Feminino de Educação e Capacitação (CEFEC), em área próxima ao complexo penitenciário estadual.

O Ministério Público informou que a mudança tem caráter administrativo e que acompanha a transferência para garantir legalidade e cumprimento das normas previstas em lei.

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O vereador Coronel Rosses (PL) criticou nesta terça-feira (12), durante discurso na tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM), a transferência de policiais militares presos na unidade da Polícia Militar, no bairro Monte das Oliveiras, zona Norte, para uma unidade prisional comum no Amazonas. Segundo ele, a medida teria provocado tensão e princípio de rebelião na unidade militar.

De acordo com o parlamentar, a mudança estaria sendo feita após uma recomendação do Ministério Público e não por uma “ordem” para transferência de cerca de 70 policiais presos para o Complexo Penitenciário Anísio Jobim, localizado na BR-174.

Rosses afirmou que policiais militares não deveriam cumprir pena junto a presos comuns e alertou para riscos de violência dentro do sistema prisional amazonense.

“Eu não sou a favor de bandido. Existe o bandido fardado, que é um dos piores crimes. Mas o policial militar tem direito ao seu próprio presídio”, declarou o vereador.

Durante o discurso, ele relembrou rebeliões registradas nos presídios do Amazonas nos últimos anos, incluindo episódios com mortes violentas dentro das unidades prisionais. Segundo o parlamentar, o Estado não teria “aprendido” com as crises anteriores no sistema penitenciário.

O vereador também criticou as condições do presídio militar, classificando a estrutura como precária e abandonada. Para ele, a solução deveria ser a reforma da unidade, e não a transferência dos presos.


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Segundo ele, a transferência não teria sido determinada pela Justiça, mas apenas recomendada pelo Ministério Público, com foco em recursos públicos do governo federal.

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O novo presídio funciona em um prédio na BR-174, anteriormente usado pelo Centro Feminino de Educação e Capacitação (CEFEC), em área próxima ao complexo penitenciário estadual.

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