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‘Sistema de Saúde Fluvial Inteligente’ para comunidades ribeirinhas do AM surge em proposta de Roberto Cidade

O financiamento do programa poderá ser feito com recursos estaduais, federais e de demais instituições públicas ou privadas

Com o objetivo de ampliar o acesso à saúde em comunidades isoladas do interior amazonense, novas diretrizes do Sistema de Saúde Fluvial Inteligente foram implementadas por meio de um Projeto de Lei nº 92/2025, de autoria do deputado estadual Roberto Cidade (UB). O texto tramita na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

A proposta quer uma implantação de embarcações hospitalares equipadas com a tecnologia de ponta, capazes de atender cidades ribeirinhas e comunidades indígenas. Parte dessa população enfrenta dificuldades históricas no acesso a serviços básicos de saúde.

“Só quem conhece o interior do Amazonas sabe as dificuldades que um ribeirinho enfrenta para superar as barreiras do acesso à saúde. Essas comunidades dependem de deslocamentos longos e dispendiosos até os centros urbanos para obter atendimento médico, o que compromete sua qualidade de vida e agrava desigualdades sociais e regionais”, declarou Roberto Cidade.

Entre os serviços previstos a serem ofertados estão atendimentos médicos e odontológicos, exames laboratoriais, vacinação, pequenas cirurgias ambulatoriais e fornecimento de medicamentos. O projeto também propõe o uso da telemedicina e de prontuários eletrônicos para garantir mais eficiência e continuidade no atendimento.

“A implementação de embarcações hospitalares equipadas com telemedicina e recursos avançados permitirá levar serviços essenciais diretamente a essas localidades, reduzindo o tempo de resposta e ampliando o impacto das políticas públicas de saúde”, completou.

O financiamento do programa poderá ser feito com recursos estaduais, federais e de demais instituições públicas ou privadas.

A gestão do sistema deverá ficar sob responsabilidade da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), que deverá apresentar relatórios trimestrais com dados sobre comunidades atendidas, número de pacientes, tipos de serviços prestados, custos e eficiência do programa.

As expedições de saúde terão duração máxima de 10 dias, com saída e retorno programados a partir de Manaus.


Saiba mais: 

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Valorização profissional

O projeto de Roberto Cidade valoriza os heróis da saúde, com a previsão de um incentivo adicional de 30% sobre o salário-base dos servidores em missão, além de alimentação, hospedagem e certificação com valor curricular.

Cada profissional poderá integrar apenas uma expedição por trimestre, respeitando o sistema de revezamento.

“O adicional de remuneração, aliado ao benefício da certificação, busca atrair e motivar especialistas dispostos a atuar em missões de grande relevância social e humanitária. Essa abordagem também reconhece os desafios enfrentados pelos profissionais em ambientes de trabalho remotos e de difícil logística”, finalizou o deputado.

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Com o objetivo de ampliar o acesso à saúde em comunidades isoladas do interior amazonense, novas diretrizes do Sistema de Saúde Fluvial Inteligente foram implementadas por meio de um Projeto de Lei nº 92/2025, de autoria do deputado estadual Roberto Cidade (UB). O texto tramita na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

A proposta quer uma implantação de embarcações hospitalares equipadas com a tecnologia de ponta, capazes de atender cidades ribeirinhas e comunidades indígenas. Parte dessa população enfrenta dificuldades históricas no acesso a serviços básicos de saúde.

“Só quem conhece o interior do Amazonas sabe as dificuldades que um ribeirinho enfrenta para superar as barreiras do acesso à saúde. Essas comunidades dependem de deslocamentos longos e dispendiosos até os centros urbanos para obter atendimento médico, o que compromete sua qualidade de vida e agrava desigualdades sociais e regionais”, declarou Roberto Cidade.

Entre os serviços previstos a serem ofertados estão atendimentos médicos e odontológicos, exames laboratoriais, vacinação, pequenas cirurgias ambulatoriais e fornecimento de medicamentos. O projeto também propõe o uso da telemedicina e de prontuários eletrônicos para garantir mais eficiência e continuidade no atendimento.

“A implementação de embarcações hospitalares equipadas com telemedicina e recursos avançados permitirá levar serviços essenciais diretamente a essas localidades, reduzindo o tempo de resposta e ampliando o impacto das políticas públicas de saúde”, completou.

O financiamento do programa poderá ser feito com recursos estaduais, federais e de demais instituições públicas ou privadas.

A gestão do sistema deverá ficar sob responsabilidade da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), que deverá apresentar relatórios trimestrais com dados sobre comunidades atendidas, número de pacientes, tipos de serviços prestados, custos e eficiência do programa.

As expedições de saúde terão duração máxima de 10 dias, com saída e retorno programados a partir de Manaus.


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