O Senado Federal encerrou, nesta quinta-feira (8/10), a terceira sessão de discussão da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. As duas últimas sessões de debate antes da votação em primeiro turno estão previstas para a próxima semana.
A sessão durou cerca de meia hora e contou com a presença de 52 senadores. Apenas Paulo Paim (PT-RS) discursou antes de o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), encerrar os trabalhos.
Governo quer acelerar tramitação
Alcolumbre afirmou que ainda não recebeu o pedido da base governista para acelerar a tramitação. O requerimento busca reduzir o intervalo entre as votações dos dois turnos, para que a PEC avance em menos tempo.
A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), confirmou que está reunindo assinaturas para apresentar o pedido, mas não informou quantas já foram obtidas.
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Oposição defende votação após eleições
Enquanto o governo tenta agilizar a análise, a oposição defende que a votação ocorra depois das eleições. O líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), argumenta que o tema não deveria ser votado durante o período eleitoral.
Pelas regras do Senado, são necessárias cinco sessões de discussão antes da primeira votação e outras três antes do segundo turno, com intervalo previsto de cinco dias úteis entre eles. O regimento, porém, permite mudanças nesse calendário.
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A sessão durou cerca de meia hora e contou com a presença de 52 senadores. Apenas Paulo Paim (PT-RS) discursou antes de o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), encerrar os trabalhos.
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Alcolumbre afirmou que ainda não recebeu o pedido da base governista para acelerar a tramitação. O requerimento busca reduzir o intervalo entre as votações dos dois turnos, para que a PEC avance em menos tempo.
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