Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Senado aprova projeto que proíbe celulares nas escolas; texto vai à sanção

O plenário do Senado Federal aprovou, em votação simbólica, na noite desta quarta-feira (18/12), o Projeto de Lei 104/2015, que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis, sobretudo de telefones celulares, nas salas de aula dos estabelecimentos públicos e privados de ensino infantil e médio de todo o país.

O texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados, na semana passada, em votação terminativa na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Apoiado pelo governo federal e por especialistas, o texto também teve rápida tramitação no Senado, indo direto para votação em plenário. Com a aprovação no Congresso, o projeto segue para sanção presidencial e poderá valer para o ano letivo de 2025.

Países como França, Espanha, Grécia, Dinamarca, Itália e Holanda já possuem legislações que restringem uso de celular em escolas.

De acordo com o relator do PL no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), a medida não traz punições, mas “orienta uma política pública educacional”.

“Entre o início do período de aula até o final, o uso de celular está proibido, salvo questão de necessidade, como saúde. A regra é que o aluno deixe esse celular desligado, mutado, na sua mochila ou no estabelecimento que tiver espaço, e ele tenha concentração total na aula. É um projeto muito simples, ele quer resgatar a atenção do aluno, levar esse aluno a prestar atenção na aula”, argumentou o senador, durante a sessão de debates.


Leia mais:

Projeto que proíbe uso de celular nas escolas deve ser votado apenas em 2025 no Senado

CCJ da Câmara aprova projeto que proíbe celulares em escolas públicas e privadas


Apesar de ter obtido unanimidade entre os senadores, duas emendas chegaram a ser apresentadas. Uma delas, de autoria do senador Rogério Marinho (PL-RN), visava estabelecer a obrigatoriedade apenas no ensino infantil e fundamental, do 1º ao 9º ano, excluindo o ensino médio. O argumento do parlamentar era aplicar a política de forma gradual. A emenda acabou sendo rejeitada.

Uma outra emenda, de autoria do senador Eduardo Girão (Novo-CE), chegou a ser apresentada, para obrigar a instalação de câmeras em salas de aula, mas, após os debates, o parlamentar retirou a proposta, para reapresentá-la na forma de um projeto de lei em separado.

*Com informações da Agência Brasil.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O plenário do Senado Federal aprovou, em votação simbólica, na noite desta quarta-feira (18/12), o Projeto de Lei 104/2015, que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis, sobretudo de telefones celulares, nas salas de aula dos estabelecimentos públicos e privados de ensino infantil e médio de todo o país.

O texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados, na semana passada, em votação terminativa na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Apoiado pelo governo federal e por especialistas, o texto também teve rápida tramitação no Senado, indo direto para votação em plenário. Com a aprovação no Congresso, o projeto segue para sanção presidencial e poderá valer para o ano letivo de 2025.

Países como França, Espanha, Grécia, Dinamarca, Itália e Holanda já possuem legislações que restringem uso de celular em escolas.

De acordo com o relator do PL no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), a medida não traz punições, mas “orienta uma política pública educacional”.

“Entre o início do período de aula até o final, o uso de celular está proibido, salvo questão de necessidade, como saúde. A regra é que o aluno deixe esse celular desligado, mutado, na sua mochila ou no estabelecimento que tiver espaço, e ele tenha concentração total na aula. É um projeto muito simples, ele quer resgatar a atenção do aluno, levar esse aluno a prestar atenção na aula”, argumentou o senador, durante a sessão de debates.


Leia mais:

Projeto que proíbe uso de celular nas escolas deve ser votado apenas em 2025 no Senado

CCJ da Câmara aprova projeto que proíbe celulares em escolas públicas e privadas


Apesar de ter obtido unanimidade entre os senadores, duas emendas chegaram a ser apresentadas. Uma delas, de autoria do senador Rogério Marinho (PL-RN), visava estabelecer a obrigatoriedade apenas no ensino infantil e fundamental, do 1º ao 9º ano, excluindo o ensino médio. O argumento do parlamentar era aplicar a política de forma gradual. A emenda acabou sendo rejeitada.

Uma outra emenda, de autoria do senador Eduardo Girão (Novo-CE), chegou a ser apresentada, para obrigar a instalação de câmeras em salas de aula, mas, após os debates, o parlamentar retirou a proposta, para reapresentá-la na forma de um projeto de lei em separado.

*Com informações da Agência Brasil.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Zanin determina acesso gratuito aos serviços da Justiça Eleitoral sem internet

Eleitores que estiverem sem internet no celular durante as eleições de 2026 poderão acessar gratuitamente os serviços oficiais da Justiça Eleitoral. A medida foi...

Líderes evangélicos defendem Flávio Bolsonaro de boato

Lideranças evangélicas saíram em defesa do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) nesta segunda-feira (28/9), após a circulação de uma informação falsa que atribuía...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Renan Santos descarta apoio a Lula e Flávio no 2º turno

O candidato à Presidência da República pelo partido Missão, Renan Santos, disse que não pretende apoiar nem Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem...

Gilmar Mendes pede suspensão de análise sobre Moraes

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), formalizou nesta segunda-feira (28/9) uma questão de ordem para suspender a análise sobre a abertura...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Governo vai cobrar R$ 1 bi de bets por gastos com transtornos mentais

A Advocacia-Geral da União (AGU) deve ajuizar ainda nesta semana uma ação para cobrar das casas de apostas esportivas, as chamadas bets, uma indenização...

Governo pede 72 horas ao STF antes de decisão sobre bets

A AGU (Advocacia-Geral da União) pediu nesta segunda-feira (28/9) ao ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), um prazo de 72 horas para...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Zanin determina acesso gratuito aos serviços da Justiça Eleitoral sem internet

Eleitores que estiverem sem internet no celular durante as eleições de 2026 poderão acessar gratuitamente os serviços oficiais da Justiça Eleitoral. A medida foi...

Líderes evangélicos defendem Flávio Bolsonaro de boato

Lideranças evangélicas saíram em defesa do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) nesta segunda-feira (28/9), após a circulação de uma informação falsa que atribuía...

Renan Santos descarta apoio a Lula e Flávio no 2º turno

O candidato à Presidência da República pelo partido Missão, Renan Santos, disse que não pretende apoiar nem Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem...

Gilmar Mendes pede suspensão de análise sobre Moraes

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), formalizou nesta segunda-feira (28/9) uma questão de ordem para suspender a análise sobre a abertura...

Governo vai cobrar R$ 1 bi de bets por gastos com transtornos mentais

A Advocacia-Geral da União (AGU) deve ajuizar ainda nesta semana uma ação para cobrar das casas de apostas esportivas, as chamadas bets, uma indenização...

Governo pede 72 horas ao STF antes de decisão sobre bets

A AGU (Advocacia-Geral da União) pediu nesta segunda-feira (28/9) ao ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), um prazo de 72 horas para...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]