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Sóstenes diz que dinheiro apreendido pela PF é de venda de imóvel

O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou nesta sexta-feira (19/12) que os cerca de R$ 400 mil em dinheiro vivo apreendidos pela Polícia Federal em um endereço ligado a ele são provenientes da venda de um imóvel localizado em Minas Gerais.

Em entrevista a jornalistas, o deputado disse que recebeu o valor recentemente e que não chegou a depositá-lo em uma instituição bancária por causa da rotina intensa de trabalho, o que classificou como um descuido.

“Eu vendi um imóvel e recebi dinheiro lacrado, tudo normal. É uma venda de um imóvel que estará, já está, declarado no meu Imposto de Renda, tudo, não tem nada de ilegalidade quanto a isso”, declarou Sóstenes.

Ao ser questionado sobre o local onde o dinheiro foi encontrado, o parlamentar afirmou inicialmente não saber se o montante estava em um flat que utiliza em Brasília ou em outro endereço. Em seguida, confirmou que o valor estava no flat na capital federal. Segundo ele, suas movimentações financeiras ficam sob responsabilidade de seus contadores.


Leia mais:

PF apreende cerca de R$ 400 mil na casa de Sóstenes Cavalcante

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Sobre o motivo de não ter depositado o dinheiro no banco, Sóstenes voltou a alegar falta de tempo após o recebimento recente do valor.

“Com essa correria de trabalho, eu acabei não fazendo o depósito, mas eu faria, inclusive, parte dele. Penso em fazer outros negócios, acabei não fazendo o depósito. Foi simplesmente o lapso. Ninguém pega o dinheiro ilícito e bota em casa. Eu guardei dentro do guarda-roupa. Eu peguei o dinheiro, recebi e coloquei ali, simples isso. Estava no meu flat em Brasília”, disse.

Questionado sobre a data exata da venda do imóvel, o deputado afirmou não se lembrar com precisão. “Foi esses dias, na semana passada foi feito esse negócio da venda do meu imóvel”, afirmou, sem detalhar características do bem, limitando-se a dizer que fica em Minas Gerais.

Durante a entrevista, Sóstenes também declarou ser alvo de perseguição judicial e disse não temer as investigações que apuram suspeitas de desvio de recursos públicos. O parlamentar foi um dos alvos da Operação Galho Fraco, deflagrada pela Polícia Federal nesta sexta-feira, que investiga possíveis irregularidades no uso da cota parlamentar.

“Quero dizer que essa investigação é mais uma investigação para perseguir quem é da oposição. Não tem nada de contrato ilícito, não tem nada de lavagem de dinheiro”, afirmou.

“Sobre o valor encontrado em minha residência, trata-se de recurso lícito da venda de um imóvel de minha propriedade. Dinheiro de corrupção não aparece lacrado, identificado e recolhido oficialmente na sua residência. Quem quer viver de corrupção bota em outro lugar”, completou.

Em relação à suspeita de lavagem de dinheiro por meio de contratos de aluguel de veículos pagos com a cota parlamentar, Sóstenes afirmou que essa prática é comum entre parlamentares.

“Tem deputados da esquerda que alugam carros da cota parlamentar, que pagam R$ 7 mil, alguns até R$ 8 mil reais”, disse. Ele afirmou ainda que mantém um carro alugado em Brasília e outro no Rio de Janeiro, conforme permitido pelas regras da cota.

“Eu tenho um carro no Rio de Janeiro à disposição, que é o que determina a cota parlamentar. Eu uso lá, eu moro lá, minha filha… é o que determina a cota parlamentar”, declarou.

Segundo a Polícia Federal, há indícios de que as cotas parlamentares de Sóstenes Cavalcante e do deputado Carlos Jordy (PL-RJ) tenham sido usadas para custear “despesas inexistentes” e consideradas “irregulares”. As informações constam na decisão do ministro Flávio Dino, que autorizou a operação.

*Com informações do G1

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O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou nesta sexta-feira (19/12) que os cerca de R$ 400 mil em dinheiro vivo apreendidos pela Polícia Federal em um endereço ligado a ele são provenientes da venda de um imóvel localizado em Minas Gerais.

Em entrevista a jornalistas, o deputado disse que recebeu o valor recentemente e que não chegou a depositá-lo em uma instituição bancária por causa da rotina intensa de trabalho, o que classificou como um descuido.

“Eu vendi um imóvel e recebi dinheiro lacrado, tudo normal. É uma venda de um imóvel que estará, já está, declarado no meu Imposto de Renda, tudo, não tem nada de ilegalidade quanto a isso”, declarou Sóstenes.

Ao ser questionado sobre o local onde o dinheiro foi encontrado, o parlamentar afirmou inicialmente não saber se o montante estava em um flat que utiliza em Brasília ou em outro endereço. Em seguida, confirmou que o valor estava no flat na capital federal. Segundo ele, suas movimentações financeiras ficam sob responsabilidade de seus contadores.


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“Com essa correria de trabalho, eu acabei não fazendo o depósito, mas eu faria, inclusive, parte dele. Penso em fazer outros negócios, acabei não fazendo o depósito. Foi simplesmente o lapso. Ninguém pega o dinheiro ilícito e bota em casa. Eu guardei dentro do guarda-roupa. Eu peguei o dinheiro, recebi e coloquei ali, simples isso. Estava no meu flat em Brasília”, disse.

Questionado sobre a data exata da venda do imóvel, o deputado afirmou não se lembrar com precisão. “Foi esses dias, na semana passada foi feito esse negócio da venda do meu imóvel”, afirmou, sem detalhar características do bem, limitando-se a dizer que fica em Minas Gerais.

Durante a entrevista, Sóstenes também declarou ser alvo de perseguição judicial e disse não temer as investigações que apuram suspeitas de desvio de recursos públicos. O parlamentar foi um dos alvos da Operação Galho Fraco, deflagrada pela Polícia Federal nesta sexta-feira, que investiga possíveis irregularidades no uso da cota parlamentar.

“Quero dizer que essa investigação é mais uma investigação para perseguir quem é da oposição. Não tem nada de contrato ilícito, não tem nada de lavagem de dinheiro”, afirmou.

“Sobre o valor encontrado em minha residência, trata-se de recurso lícito da venda de um imóvel de minha propriedade. Dinheiro de corrupção não aparece lacrado, identificado e recolhido oficialmente na sua residência. Quem quer viver de corrupção bota em outro lugar”, completou.

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Segundo a Polícia Federal, há indícios de que as cotas parlamentares de Sóstenes Cavalcante e do deputado Carlos Jordy (PL-RJ) tenham sido usadas para custear “despesas inexistentes” e consideradas “irregulares”. As informações constam na decisão do ministro Flávio Dino, que autorizou a operação.

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