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STF já tem três votos para derrubar tese do marco temporal

O Supremo Tribunal Federal (STF) avançou no julgamento que discute a validade do marco temporal para a demarcação de terras indígenas e no momento soma três votos pela inconstitucionalidade da tese. O ministro Cristiano Zanin acompanhou o entendimento do relator, Gilmar Mendes, e do ministro Flávio Dino.

A análise ocorre no plenário virtual da Corte e teve início nesta segunda-feira (15/12). A votação segue aberta até quinta-feira (18/12), às 23h59, quando os sete ministros restantes ainda poderão apresentar seus votos.

O tema volta à pauta dois anos após o STF ter declarado o marco temporal incompatível com a Constituição. A tese limita o direito dos povos indígenas às terras que estivessem sob sua posse em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição, ou que estivessem em disputa judicial naquele período.


Leia mais

STF retoma julgamento sobre lei do marco temporal

Senado aprova PEC da tese do marco temporal


Apesar da decisão de 2023, o Congresso Nacional aprovou a Lei 14.701/2023, que incorporou o marco temporal à legislação. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou trechos do texto, mas o veto foi derrubado pelos parlamentares, restabelecendo a regra.

Diante disso, partidos como PL, PP e Republicanos acionaram o STF para manter a validade da lei. Em sentido oposto, entidades indígenas e siglas da base governista apresentaram ações questionando novamente a constitucionalidade do marco temporal.

Paralelamente ao julgamento no Supremo, o Senado aprovou, na semana passada, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 48/2023, que busca incluir a tese do marco temporal diretamente no texto constitucional.

*Com informações da Carta Capital.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) avançou no julgamento que discute a validade do marco temporal para a demarcação de terras indígenas e no momento soma três votos pela inconstitucionalidade da tese. O ministro Cristiano Zanin acompanhou o entendimento do relator, Gilmar Mendes, e do ministro Flávio Dino.

A análise ocorre no plenário virtual da Corte e teve início nesta segunda-feira (15/12). A votação segue aberta até quinta-feira (18/12), às 23h59, quando os sete ministros restantes ainda poderão apresentar seus votos.

O tema volta à pauta dois anos após o STF ter declarado o marco temporal incompatível com a Constituição. A tese limita o direito dos povos indígenas às terras que estivessem sob sua posse em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição, ou que estivessem em disputa judicial naquele período.


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Diante disso, partidos como PL, PP e Republicanos acionaram o STF para manter a validade da lei. Em sentido oposto, entidades indígenas e siglas da base governista apresentaram ações questionando novamente a constitucionalidade do marco temporal.

Paralelamente ao julgamento no Supremo, o Senado aprovou, na semana passada, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 48/2023, que busca incluir a tese do marco temporal diretamente no texto constitucional.

*Com informações da Carta Capital.

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