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TCE-AM sorteia relatores e define quem vai fiscalizar municípios até 2027

A presidente do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), conselheira Yara Amazônia Lins, conduziu a distribuição das relatorias dos municípios do interior e dos demais jurisdicionados da Corte para o biênio 2026–2027. A definição ocorreu por meio de sorteio durante a 39ª Sessão do Tribunal Pleno, realizada na manhã de terça-feira (16/12), com publicação no Diário Oficial Eletrônico do Tribunal.

Ao todo, dez calhas, também chamadas de lotes, foram distribuídas entre conselheiros e auditores que integram o Tribunal Pleno. Cada calha reúne municípios do interior do Amazonas, além de órgãos e entidades da administração direta e indireta do Estado e do município de Manaus, cujas contas serão analisadas e julgadas pelos respectivos relatores ao longo dos próximos dois anos.

Durante a sessão, Yara Amazônia Lins destacou que o procedimento segue o Regimento Interno do TCE-AM e tem como objetivo assegurar impessoalidade, transparência e eficiência no exercício do controle externo. Segundo a conselheira-presidente, a vinculação dos relatores às calhas pelo período de dois anos garante previsibilidade e continuidade na fiscalização das contas públicas.

Conforme certidão lavrada pela Secretaria do Tribunal Pleno, a Calha 1 ficou sob relatoria do conselheiro Érico Xavier Desterro; a Calha 2, com o conselheiro Fabian Barbosa; a Calha 3, com o conselheiro Mario de Mello; a Calha 4, com o conselheiro Josué Cláudio Neto; a Calha 5, com o conselheiro Júlio Pinheiro; a Calha 6, com o auditor Mário Filho; a Calha 7, com o conselheiro Ari Moutinho Júnior; a Calha 8, com o auditor Alber Furtado; a Calha 9, com o auditor Alípio Firmo Filho; e a Calha 10, com o auditor Luiz Henrique Mendes.


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Municípios por calha

  • A Calha 1 reúne Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Novo Aripuanã, Santo Antônio do Içá, Tabatinga e Tonantins, principalmente nas regiões do Alto Solimões e do Rio Madeira.
  • A Calha 2 inclui Alvarães, Fonte Boa, Japurá, Jutaí, Maraã, Tefé e Uarini, que integram o Alto e Médio Solimões.
  • A Calha 3 contempla Carauari, Coari, Codajás, Eirunepé, Envira, Guajará e Iranduba, localizados nas regiões do Médio e Baixo Solimões.
  • A Calha 4 é composta por Autazes, Beruri, Boca do Acre, Canutama, Careiro, Manacapuru e Tapauá, abrangendo áreas do Baixo Solimões e do Rio Purus.
  • A Calha 5 reúne Barcelos, Borba, Humaitá, Nova Olinda do Norte, Presidente Figueiredo, Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira, distribuídos entre o Alto Rio Negro, Médio Amazonas e Rio Madeira.
  • A Calha 6 inclui Barreirinha, Boa Vista do Ramos, Itacoatiara, Maués, Parintins e Rio Preto da Eva, localizados no Médio e Baixo Amazonas.
  • A Calha 7 contempla Amaturá, Anamã, Anori, Nhamundá e São Paulo de Olivença, pertencentes às regiões do Baixo Amazonas e do Alto Solimões.
  • A Calha 8 reúne Caapiranga, Careiro da Várzea, Lábrea, Manaquiri e Pauini, situados nas regiões do Rio Purus e do Baixo Solimões.
  • Na Calha 9 estão Apuí, Itapiranga, Manicoré, Novo Airão, Silves e Urucurituba, distribuídos entre o Rio Madeira e o Médio Amazonas.
  • Por fim, a Calha 10 abrange Ipixuna, Itamarati, Juruá, São Sebastião do Uatumã e Urucará, localizados nas regiões do Rio Juruá e do Médio Amazonas.
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A presidente do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), conselheira Yara Amazônia Lins, conduziu a distribuição das relatorias dos municípios do interior e dos demais jurisdicionados da Corte para o biênio 2026–2027. A definição ocorreu por meio de sorteio durante a 39ª Sessão do Tribunal Pleno, realizada na manhã de terça-feira (16/12), com publicação no Diário Oficial Eletrônico do Tribunal.

Ao todo, dez calhas, também chamadas de lotes, foram distribuídas entre conselheiros e auditores que integram o Tribunal Pleno. Cada calha reúne municípios do interior do Amazonas, além de órgãos e entidades da administração direta e indireta do Estado e do município de Manaus, cujas contas serão analisadas e julgadas pelos respectivos relatores ao longo dos próximos dois anos.

Durante a sessão, Yara Amazônia Lins destacou que o procedimento segue o Regimento Interno do TCE-AM e tem como objetivo assegurar impessoalidade, transparência e eficiência no exercício do controle externo. Segundo a conselheira-presidente, a vinculação dos relatores às calhas pelo período de dois anos garante previsibilidade e continuidade na fiscalização das contas públicas.

Conforme certidão lavrada pela Secretaria do Tribunal Pleno, a Calha 1 ficou sob relatoria do conselheiro Érico Xavier Desterro; a Calha 2, com o conselheiro Fabian Barbosa; a Calha 3, com o conselheiro Mario de Mello; a Calha 4, com o conselheiro Josué Cláudio Neto; a Calha 5, com o conselheiro Júlio Pinheiro; a Calha 6, com o auditor Mário Filho; a Calha 7, com o conselheiro Ari Moutinho Júnior; a Calha 8, com o auditor Alber Furtado; a Calha 9, com o auditor Alípio Firmo Filho; e a Calha 10, com o auditor Luiz Henrique Mendes.


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  • A Calha 3 contempla Carauari, Coari, Codajás, Eirunepé, Envira, Guajará e Iranduba, localizados nas regiões do Médio e Baixo Solimões.
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