Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Anderson Torres tem pedido de liberdade negado pelo STF

Preso preventivamente desde 14 de janeiro deste ano, o ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, teve o pedido de liberdade negado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, nesta quarta-feira (1º).

A prisão do ex-ministro ocorreu dias após os ataques as sedes dos Três Poderes, em Brasília. Na ocasião, Torres se encontrava nos Estados Unidos de férias, apenas 8 dias após assumir o cargo de secretário de segurança do Distrito Federal.

Na decisão desta quarta-feira, Moraes afirmou ser “absolutamente prematura a revogação da prisão preventiva de Anderson Gustavo Torres”. O ministro afirmou ainda haver diligências pendentes de execução pela Polícia Federal envolvendo o ex-secretário e ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro.

Moraes também relembrou a provável omissão de Torres, que, mesmo ciente da probabilidade de atos violentos, não teria tomado providências para garantir a segurança da Praça dos Três Poderes.

Veja mais:

PGR denuncia mais 152 pessoas por atos de destruição em Brasília

Torres admite “falha grave” na segurança no dia 8 de janeiro

Contra o ex-ministro de Bolsonaro, pesa também o fato de ainda estar pendente a perícia na “minuta de decreto” encontrada na casa de Torres durante busca e apreensão. O documento previa a decretação de Estado de Defesa sobre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e interrupção do processo eleitoral.

“No que diz respeito especificamente à ‘Minuta de Decreto’, a Procuradoria-Geral da República ressaltou a probabilidade de que, em liberdade, Anderson Gustavo Torres coloque em risco o prosseguimento das investigações, a colheita de provas e, por conseguinte, a persecução penal”, frisou Moraes.

Quem também se manifestou contra a soltura de Torres foi a Procuradoria-Geral da República (PGR), que argumentou não haver nenhuma mudança na situação que levou à prisão do ex-secretário.

A defesa de Torres alega que não ficou demonstrado nenhum ato criminoso supostamente praticado por ele, motivo pelo qual sua prisão preventiva não se justifica. Os advogados acrescentaram que seu cliente já prestou todos os esclarecimentos à Polícia Federal, demonstrando não ser possível seu envolvimento com os atos de 8 de janeiro.

No Supremo, Torres é alvo de um inquérito sigiloso, no qual é investigado junto com o governador afastado do DF, Ibaneis Rocha, e o ex-comandante da Polícia Militar do DF Fábio Augusto Vieira.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Preso preventivamente desde 14 de janeiro deste ano, o ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, teve o pedido de liberdade negado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, nesta quarta-feira (1º).

A prisão do ex-ministro ocorreu dias após os ataques as sedes dos Três Poderes, em Brasília. Na ocasião, Torres se encontrava nos Estados Unidos de férias, apenas 8 dias após assumir o cargo de secretário de segurança do Distrito Federal.

Na decisão desta quarta-feira, Moraes afirmou ser “absolutamente prematura a revogação da prisão preventiva de Anderson Gustavo Torres”. O ministro afirmou ainda haver diligências pendentes de execução pela Polícia Federal envolvendo o ex-secretário e ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro.

Moraes também relembrou a provável omissão de Torres, que, mesmo ciente da probabilidade de atos violentos, não teria tomado providências para garantir a segurança da Praça dos Três Poderes.

Veja mais:

PGR denuncia mais 152 pessoas por atos de destruição em Brasília

Torres admite “falha grave” na segurança no dia 8 de janeiro

Contra o ex-ministro de Bolsonaro, pesa também o fato de ainda estar pendente a perícia na “minuta de decreto” encontrada na casa de Torres durante busca e apreensão. O documento previa a decretação de Estado de Defesa sobre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e interrupção do processo eleitoral.

“No que diz respeito especificamente à ‘Minuta de Decreto’, a Procuradoria-Geral da República ressaltou a probabilidade de que, em liberdade, Anderson Gustavo Torres coloque em risco o prosseguimento das investigações, a colheita de provas e, por conseguinte, a persecução penal”, frisou Moraes.

Quem também se manifestou contra a soltura de Torres foi a Procuradoria-Geral da República (PGR), que argumentou não haver nenhuma mudança na situação que levou à prisão do ex-secretário.

A defesa de Torres alega que não ficou demonstrado nenhum ato criminoso supostamente praticado por ele, motivo pelo qual sua prisão preventiva não se justifica. Os advogados acrescentaram que seu cliente já prestou todos os esclarecimentos à Polícia Federal, demonstrando não ser possível seu envolvimento com os atos de 8 de janeiro.

No Supremo, Torres é alvo de um inquérito sigiloso, no qual é investigado junto com o governador afastado do DF, Ibaneis Rocha, e o ex-comandante da Polícia Militar do DF Fábio Augusto Vieira.

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Jornalismo
Jornalismo
Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

Mais lidas

Brasil deixa plenário da ONU durante discurso de Netanyahu

A delegação do Brasil deixou o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, no momento em que o primeiro-ministro...

Defesa de Bolsonaro desiste de pedir suspensão de pena duas horas após pedido

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro desistiu, nesta quinta-feira (24/9), do pedido de suspensão da pena de 27 anos e 3 meses de prisão...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Pesquisa Futura: Congresso e STF passam de 60% de desaprovação

Uma pesquisa Futura/100% Cidades divulgada nesta quinta-feira (24) mostra índices superiores a 60% de desaprovação para o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal...

Renato Junior eleva auxílio-moradia de médicos para R$ 2,5 mil

O prefeito de Manaus, Renato Junior, assinou nesta quinta-feira (24/9) o reajuste dos auxílios destinados aos médicos do Programa Mais Médicos que atuam na...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

PT pede que TSE investigue Flávio e Eduardo por suposta interferência estrangeira nas eleições

O Partido dos Trabalhadores (PT) solicitou nesta quarta-feira (23/9) que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) investigue o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e o...

Lista tríplice para a Corregedoria da Defensoria do AM é definida; veja os três nomes

A lista tríplice para a escolha do novo corregedor-geral da Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM) foi definida nesta quarta-feira (23). Os nomes de Ricardo...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Brasil deixa plenário da ONU durante discurso de Netanyahu

A delegação do Brasil deixou o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, no momento em que o primeiro-ministro...

Defesa de Bolsonaro desiste de pedir suspensão de pena duas horas após pedido

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro desistiu, nesta quinta-feira (24/9), do pedido de suspensão da pena de 27 anos e 3 meses de prisão...

Pesquisa Futura: Congresso e STF passam de 60% de desaprovação

Uma pesquisa Futura/100% Cidades divulgada nesta quinta-feira (24) mostra índices superiores a 60% de desaprovação para o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal...

Renato Junior eleva auxílio-moradia de médicos para R$ 2,5 mil

O prefeito de Manaus, Renato Junior, assinou nesta quinta-feira (24/9) o reajuste dos auxílios destinados aos médicos do Programa Mais Médicos que atuam na...

PT pede que TSE investigue Flávio e Eduardo por suposta interferência estrangeira nas eleições

O Partido dos Trabalhadores (PT) solicitou nesta quarta-feira (23/9) que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) investigue o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e o...

Lista tríplice para a Corregedoria da Defensoria do AM é definida; veja os três nomes

A lista tríplice para a escolha do novo corregedor-geral da Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM) foi definida nesta quarta-feira (23). Os nomes de Ricardo...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]