Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

União Brasil e Progressistas rompem com Governo Lula e devem entregar ministérios em breve

Os partidos União Brasil e Progressistas (PP) anunciaram nesta terça-feira (2/9) um rompimento institucional com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A medida implica na devolução dos ministérios do Turismo e do Esporte, embora os atuais titulares das pastas ainda não tenham oficializado se deixarão os cargos. No Planalto, a avaliação é de que, mesmo sem vínculo partidário, os ministros continuam no governo até uma decisão final.

O acerto foi firmado em reunião entre o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, e o líder do PP, senador Ciro Nogueira (PI). A maior resistência vinha do Progressistas, que ainda buscava uma saída menos traumática para o ministro do Esporte, André Fufuca. Já o titular do Turismo, Celso Sabino, seguiu a agenda normalmente durante o dia e não indicou que pretende entregar o posto.

Nos bastidores, dirigentes cogitam que ambos os partidos ameacem até mesmo expulsar os ministros, caso insistam em permanecer. Mas há quem trabalhe para evitar esse choque interno, temendo que a ala mais governista migre para outras legendas do Centrão, enfraquecendo as bancadas da futura federação.


Leia mais

Bombeiros capturam jacaré gigante encontrado na Praia da Ponta Negra em Manaus

CPMI do INSS tem bate boca entre deputada e senadora


Apesar do rompimento, líderes das siglas continuarão a ocupar espaços relevantes na máquina federal. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), deve manter influência sobre a Caixa Econômica Federal, vista como uma concessão pessoal ao deputado e não como um ativo partidário.

Situação semelhante ocorre com os ministérios das Comunicações e da Integração e Desenvolvimento Regional, sob comando de aliados do senador Davi Alcolumbre (União-AP). Por isso, no próprio governo, a crise é apelidada de “rompimento de Schrödinger”, já que União e PP estarão, ao mesmo tempo, dentro e fora da base.

A decisão também marca um passo estratégico: União e PP costuraram a criação da federação União Progressista, o UPb, que disputará as eleições de 2026 como a maior força do Congresso. O bloco já planeja indicar o candidato a vice em uma eventual chapa presidencial do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), com o aval do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

*Com informações do G1.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Os partidos União Brasil e Progressistas (PP) anunciaram nesta terça-feira (2/9) um rompimento institucional com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A medida implica na devolução dos ministérios do Turismo e do Esporte, embora os atuais titulares das pastas ainda não tenham oficializado se deixarão os cargos. No Planalto, a avaliação é de que, mesmo sem vínculo partidário, os ministros continuam no governo até uma decisão final.

O acerto foi firmado em reunião entre o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, e o líder do PP, senador Ciro Nogueira (PI). A maior resistência vinha do Progressistas, que ainda buscava uma saída menos traumática para o ministro do Esporte, André Fufuca. Já o titular do Turismo, Celso Sabino, seguiu a agenda normalmente durante o dia e não indicou que pretende entregar o posto.

Nos bastidores, dirigentes cogitam que ambos os partidos ameacem até mesmo expulsar os ministros, caso insistam em permanecer. Mas há quem trabalhe para evitar esse choque interno, temendo que a ala mais governista migre para outras legendas do Centrão, enfraquecendo as bancadas da futura federação.


Leia mais

Bombeiros capturam jacaré gigante encontrado na Praia da Ponta Negra em Manaus

CPMI do INSS tem bate boca entre deputada e senadora


Apesar do rompimento, líderes das siglas continuarão a ocupar espaços relevantes na máquina federal. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), deve manter influência sobre a Caixa Econômica Federal, vista como uma concessão pessoal ao deputado e não como um ativo partidário.

Situação semelhante ocorre com os ministérios das Comunicações e da Integração e Desenvolvimento Regional, sob comando de aliados do senador Davi Alcolumbre (União-AP). Por isso, no próprio governo, a crise é apelidada de “rompimento de Schrödinger”, já que União e PP estarão, ao mesmo tempo, dentro e fora da base.

A decisão também marca um passo estratégico: União e PP costuraram a criação da federação União Progressista, o UPb, que disputará as eleições de 2026 como a maior força do Congresso. O bloco já planeja indicar o candidato a vice em uma eventual chapa presidencial do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), com o aval do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

*Com informações do G1.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Desconfiança nas urnas foi plantada sem nenhuma evidência, diz ceo do instituto Ideia

A desconfiança de parte dos brasileiros em relação às urnas eletrônicas segue como um dos desafios para o processo eleitoral e para a confiança...

Kataguiri defende bomba atômica brasileira como instrumento de soberania

O deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) voltou a defender que o Brasil desenvolva armas nucleares como forma de garantir a soberania nacional e ampliar...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Mais de 175 mil vistos foram cancelados no governo Trump; entenda

O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou nesta segunda-feira (10) que já revogou mais de 175 mil vistos de estrangeiros durante o governo...

Caiado propõe Lei contra ‘terrorismo doméstico’ e novos presídios

O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) apresentou nesta segunda-feira (10/8) seu plano de governo para segurança, chamado de "Operação...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Debate ao Governo do AM atende interesses de todos os candidatos

O primeiro debate entre os candidatos ao Governo do Amazonas, neste domingo (9/8) atendeu, praticamente, aos interesses de todos os que participaram e também...

Atual governo de Lula tem menor índice de aprovação de MPs

Até o momento, o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve apenas 20,5% das medidas provisórias editadas convertidas em lei....
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Desconfiança nas urnas foi plantada sem nenhuma evidência, diz ceo do instituto Ideia

A desconfiança de parte dos brasileiros em relação às urnas eletrônicas segue como um dos desafios para o processo eleitoral e para a confiança...

Kataguiri defende bomba atômica brasileira como instrumento de soberania

O deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) voltou a defender que o Brasil desenvolva armas nucleares como forma de garantir a soberania nacional e ampliar...

Mais de 175 mil vistos foram cancelados no governo Trump; entenda

O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou nesta segunda-feira (10) que já revogou mais de 175 mil vistos de estrangeiros durante o governo...

Caiado propõe Lei contra ‘terrorismo doméstico’ e novos presídios

O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) apresentou nesta segunda-feira (10/8) seu plano de governo para segurança, chamado de "Operação...

Debate ao Governo do AM atende interesses de todos os candidatos

O primeiro debate entre os candidatos ao Governo do Amazonas, neste domingo (9/8) atendeu, praticamente, aos interesses de todos os que participaram e também...

Atual governo de Lula tem menor índice de aprovação de MPs

Até o momento, o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve apenas 20,5% das medidas provisórias editadas convertidas em lei....
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]