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VÍDEO: Tebet reconhece que preço dos alimentos está alto e descarta intervenção

Em entrevista ao programa ‘Bom Dia, Ministra’, do CanalGov, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, reconheceu nesta quinta-feira (18/7) que o preço dos alimentos no Brasil está alto e disse que o governo Lula (PT) está “cuidando disso”. Mas ela afirmou que não haverá intervenção e garantiu que a revisão de gastos do governo federal será feita com “inteligência, racionalidade e justiça social”, sem comprometer os programas sociais.

“O Brasil vai dar certo, está dando certo. Os números estão aí. Às vezes, você tem um número ruim, você tem 10 números bons. Desemprego caindo, carteira de trabalho assinada, inflação em baixa. O preço dos alimentos está alto. A gente está cuidando disso, a gente está vendo de que forma a gente pode… Óbvio que não pode entrar intervenção no domínio econômico, mas a gente tem feito políticas públicas para melhorar”, disse Tebet.

Em seguida, a ministra afirmou que a carga tributária está caindo e citou o programa Desenrola Brasil, que renegociou dívidas de brasileiros para reduzir o endividamento da população.

Simone Tebet também reiterou que o Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos, do Brasil vai crescer pelo menos 2,5% em 2024, conforme a previsão oficial do Ministério da Fazenda. E salientou: “Quando o PIB cresce, tudo melhora na vida das pessoas”.

Alinhada ao discurso do presidente Lula, Tebet ainda defendeu que “o maior programa social da história do Brasil é o salário mínimo acima da inflação”.


Leia mais:

Simone Tebet defende Novo PAC em audiência no Senado, nesta terça-feira (02/07)

Governo Lula não cogita desvincular aposentadorias do salário mínimo, afirma Simone Tebet


Simone Tebet reiterou que o governo manterá todo o cuidado com a questão fiscal. “O Brasil não pode gastar mais do que arrecada”, afirmou. “Mas, ao mesmo tempo, não pode gastar menos do que o necessário”, acrescentou.

“Não podemos esquecer que o Brasil saiu muito empobrecido da pandemia e que muitas políticas públicas foram abandonadas. Tivemos de repor muitas políticas públicas em 2023. Foram seis anos sem atualizarmos [o valor da] merenda escolar das nossas crianças. A Farmácia Popular foi totalmente desestruturada. O Minha Casa, Minha Vida ficou quatro anos sem um contrato novo para a faixa de quem ganha até um salário mínimo e meio”, argumentou.

Confira o vídeo de Simone Tebet sobre preço dos alimentos:

*Com informações do Metrópoles e Agência Brasil

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Em entrevista ao programa ‘Bom Dia, Ministra’, do CanalGov, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, reconheceu nesta quinta-feira (18/7) que o preço dos alimentos no Brasil está alto e disse que o governo Lula (PT) está “cuidando disso”. Mas ela afirmou que não haverá intervenção e garantiu que a revisão de gastos do governo federal será feita com “inteligência, racionalidade e justiça social”, sem comprometer os programas sociais.

“O Brasil vai dar certo, está dando certo. Os números estão aí. Às vezes, você tem um número ruim, você tem 10 números bons. Desemprego caindo, carteira de trabalho assinada, inflação em baixa. O preço dos alimentos está alto. A gente está cuidando disso, a gente está vendo de que forma a gente pode… Óbvio que não pode entrar intervenção no domínio econômico, mas a gente tem feito políticas públicas para melhorar”, disse Tebet.

Em seguida, a ministra afirmou que a carga tributária está caindo e citou o programa Desenrola Brasil, que renegociou dívidas de brasileiros para reduzir o endividamento da população.

Simone Tebet também reiterou que o Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos, do Brasil vai crescer pelo menos 2,5% em 2024, conforme a previsão oficial do Ministério da Fazenda. E salientou: “Quando o PIB cresce, tudo melhora na vida das pessoas”.

Alinhada ao discurso do presidente Lula, Tebet ainda defendeu que “o maior programa social da história do Brasil é o salário mínimo acima da inflação”.


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Simone Tebet reiterou que o governo manterá todo o cuidado com a questão fiscal. “O Brasil não pode gastar mais do que arrecada”, afirmou. “Mas, ao mesmo tempo, não pode gastar menos do que o necessário”, acrescentou.

“Não podemos esquecer que o Brasil saiu muito empobrecido da pandemia e que muitas políticas públicas foram abandonadas. Tivemos de repor muitas políticas públicas em 2023. Foram seis anos sem atualizarmos [o valor da] merenda escolar das nossas crianças. A Farmácia Popular foi totalmente desestruturada. O Minha Casa, Minha Vida ficou quatro anos sem um contrato novo para a faixa de quem ganha até um salário mínimo e meio”, argumentou.

Confira o vídeo de Simone Tebet sobre preço dos alimentos:

*Com informações do Metrópoles e Agência Brasil

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