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“Se Wilson sair como candidato ao Senado, eu assumo o governo do AM”, diz Tadeu de Souza

O cenário político para 2026 já começa a caminhar com movimentações ainda que tímidas. Prestes a entrar em 2025, o governador do Amazonas Wilson Lima (UB), já afirmou em entrevistas que existe a possibilidade se candidatar ao Senado nas eleições de 2026, enquanto isso, quem ficaria com a gestão do Estado?

“Eu estou na linha de sucessão do Poder Executivo e, por mandamento constitucional, eu assumiria como governador caso o Wilson saísse como candidato ao Senado. Porém, não conversamos nada sobre esse assunto”, disse Tadeu de Souza, vice-governador do Amazonas.

Mesmo assim, sem conversar diretamente com Wilson Lima, o vice-governador deixou nítido que está preparado para liderar o Estado.

“Eu considero ter preparo suficiente para ser a ponte entre o presente e o futuro do Amazonas, ainda que isso signifique lidar com um espaço fiscal-orçamentário limitado ou tomar decisões em contextos desafiadores. Faço parte de um grupo político que foi reconhecido por um trabalho de quatro anos, iniciado em plena pandemia, e que ainda não teve a oportunidade de ser testado no Governo do Estado”, disparou.

“Faz algum tempo”, nas palavras de Tadeu, que ele e Wilson estão distantes. Segundo Souza, a separação aconteceu pouco meses antes do período eleitoral de 2024, mas que essa ação não partiu dele, mas sim de Lima.

“Faz algum tempo que eu não converso com ele (Wilson Lima). Houve um certo distanciamento, alguns meses antes do início do período eleitoral de 2024, mas que não partiu de mim. Eu evito misturar a política partidária com as atividades institucionais da vice-governadoria. Mesmo durante a campanha eleitoral, eu jamais fui hostil a qualquer membro do secretariado do governo e ao próprio governador. Entretanto, desde os embates eleitorais, minha posição na agenda institucional foi praticamente esvaziada”, explicou.

O distanciamento não impede que o vice-governador cumpra suas agendas no Executivo. “Apesar disso, venho honrando meu mandato e continuo fazendo a minha parte, dentro das prerrogativas da função”, pontuou.

Para Tadeu, ainda é cedo para falar em 2026. Apesar de ter planos e ações junto a sua bagagem administrativa em quase três décadas como servidor de carreira, assumir a gestão do Estado “é a oportunidade para construir legado, capital político e impactar a vida das pessoas”.

“Gerir a coisa pública é um exercício de superação diária, especialmente num estado de dimensões continentais como o Amazonas. É preciso ter visão de futuro, sensibilidade com a dor do próximo e, sobretudo, ter coragem para tomar decisões difíceis. Eu penso que para ser gestor público é preciso se distanciar de intrigas palacianas e disputas partidárias que, muitas vezes, deixam em segundo plano os interesses da população”, destacou o vice-governador.


Saiba mais: 

David Almeida nomeia Saullo Vianna como novo secretário de Assistência Social de Manaus

“Se pudesse votar era no David Reis”, diz prefeito de Manaus sobre escolha da presidência na CMM


As declarações de Tadeu de Souza aconteceram em entrevista ao Portal Único.

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“Eu estou na linha de sucessão do Poder Executivo e, por mandamento constitucional, eu assumiria como governador caso o Wilson saísse como candidato ao Senado. Porém, não conversamos nada sobre esse assunto”, disse Tadeu de Souza, vice-governador do Amazonas.

Mesmo assim, sem conversar diretamente com Wilson Lima, o vice-governador deixou nítido que está preparado para liderar o Estado.

“Eu considero ter preparo suficiente para ser a ponte entre o presente e o futuro do Amazonas, ainda que isso signifique lidar com um espaço fiscal-orçamentário limitado ou tomar decisões em contextos desafiadores. Faço parte de um grupo político que foi reconhecido por um trabalho de quatro anos, iniciado em plena pandemia, e que ainda não teve a oportunidade de ser testado no Governo do Estado”, disparou.

“Faz algum tempo”, nas palavras de Tadeu, que ele e Wilson estão distantes. Segundo Souza, a separação aconteceu pouco meses antes do período eleitoral de 2024, mas que essa ação não partiu dele, mas sim de Lima.

“Faz algum tempo que eu não converso com ele (Wilson Lima). Houve um certo distanciamento, alguns meses antes do início do período eleitoral de 2024, mas que não partiu de mim. Eu evito misturar a política partidária com as atividades institucionais da vice-governadoria. Mesmo durante a campanha eleitoral, eu jamais fui hostil a qualquer membro do secretariado do governo e ao próprio governador. Entretanto, desde os embates eleitorais, minha posição na agenda institucional foi praticamente esvaziada”, explicou.

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“Gerir a coisa pública é um exercício de superação diária, especialmente num estado de dimensões continentais como o Amazonas. É preciso ter visão de futuro, sensibilidade com a dor do próximo e, sobretudo, ter coragem para tomar decisões difíceis. Eu penso que para ser gestor público é preciso se distanciar de intrigas palacianas e disputas partidárias que, muitas vezes, deixam em segundo plano os interesses da população”, destacou o vice-governador.


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