Durante entrevista concedida à jornalista Rosiene Carvalho, da BandNews Difusora, durante a COP30, em Belém (PA), o governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil), se posicionou sobre o debate nacional em torno da exploração das terras raras, minerais considerados estratégicos para a transição energética e tecnológica.
O chefe do Executivo estadual defendeu que o tema deve ser tratado com responsabilidade socioambiental, mas também com justiça econômica para o estado que mais preserva no país.
“Qualquer atividade desenvolvida no estado do Amazonas tem que ser feita com muita responsabilidade, levando em consideração as questões sociais e a proteção das populações tradicionais. Mas a gente não pode ficar fora de um processo como esse, como se não tivéssemos direito ao desenvolvimento”, afirmou o governador.
Wilson Lima destacou que o Amazonas possui 97% de seu território protegido e que essa preservação ambiental precisa ser reconhecida e recompensada.
“Ninguém no planeta fez um trabalho ambiental tão eficiente como o povo do estado do Amazonas, e a gente precisa, de alguma forma, ser recompensado por isso. Nós temos um ativo que é estratégico, e isso não pode ser entregue de qualquer jeito, para quem quer que seja”, pontuou.
O governador reforçou ainda que qualquer avanço na exploração de terras raras deve garantir respeito e retorno às comunidades locais.
“A gente só pode avançar numa questão como essa se o nosso povo, se as comunidades tradicionais, se os ribeirinhos e os indígenas forem respeitados e tiverem lá na ponta o benefício”, concluiu.
Via BandNews Difusora:
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Durante entrevista concedida à jornalista Rosiene Carvalho, da BandNews Difusora, durante a COP30, em Belém (PA), o governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil), se posicionou sobre o debate nacional em torno da exploração das terras raras, minerais considerados estratégicos para a transição energética e tecnológica.
O chefe do Executivo estadual defendeu que o tema deve ser tratado com responsabilidade socioambiental, mas também com justiça econômica para o estado que mais preserva no país.
“Qualquer atividade desenvolvida no estado do Amazonas tem que ser feita com muita responsabilidade, levando em consideração as questões sociais e a proteção das populações tradicionais. Mas a gente não pode ficar fora de um processo como esse, como se não tivéssemos direito ao desenvolvimento”, afirmou o governador.
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