José Júnior, pai de Débora Alves, comentou nesta segunda-feira (08/06), em entrevista à Rede Onda Digital, a decisão da Justiça que condenou Gil Romero Machado Batista a mais de 60 anos de prisão e José Nílson Azevedo da Silva a 17 anos pelo assassinato da jovem de 18 anos e do bebê que ela esperava, já com oito meses de gestação.
“Nós ficamos um pouco aliviados, né, porque ele ainda está lá, dorme, acorda, e nós não temos mais a Débora, então é um sentimento de alívio, mas triste, né, para a gente, porque a gente não tem a Débora, porque eu jamais queria estar nisso, queria estar com a minha filha aqui”, disse ele.
José afirmou ainda que a condenação dos acusados representa a concretização da justiça, embora, a dor da perda da filha e do neto continue presente e irreparável no dia a dia da família.
“Ele poderia estar aí, trabalhando com a esposa dele por aí, mas ele escolheu esse caminho, né, então, justiça é feita, espero que fique bastante tempo lá e que Deus continue abençoando a todos, né”, disse.
O pai também falou sobre a família de Gil Romero e disse que eles não têm nada a ver com o crime. Para ele, os familiares não devem ser responsabilizados pelo que aconteceu.
“A família deles lá, ninguém tem receio que ele que fez o crime, que ele que pague, na família não tem nada a ver, então, ele que pague pelo crime dele.”