Rita de Cássia, tia de Débora Alves, comentou o desfecho do caso da jovem e do bebê Arthur, mortos por Gil Romero Machado Batista e José Nilson Azevedo da Silva, em julho de 2023. Ela relembrou o início das buscas e a esperança da família de encontrar Débora com vida.
“Desde o desaparecimento da Débora, o nosso objetivo era encontrar a Débora, com vida. Infelizmente, não foi possível”, disse. Débora estava grávida de oito meses quando desapareceu após sair para encontrar Gil Romero, apontado pela polícia como o pai da criança que ela esperava. O bebê também foi morto.
Segundo Rita, a família não aceitou a versão apresentada inicialmente por Gil Romero, que afirmou ter lançado o bebê em um rio. Diante disso, os parentes decidiram continuar as buscas por conta própria até encontrarem os restos mortais da criança, em novembro daquele ano.
“E depois foi a luta para encontrar o bebê, que a história que foi contada, a gente não aceitou aquela versão, e nós fomos atrás, procuramos, encontramos, demos um enterro digno para o bebê e, graças a Deus, ele foi colocado juntinho da mãezinha dele”, destacou.
Rita afirmou que a Justiça foi feita, mas ressaltou que a dor da perda permanece. Ela disse esperar que os condenados cumpram integralmente as penas impostas.
“É, a saudade permanece, eles estão lá, foram condenados, espero que cumpram a pena, e a gente tenta tocar a nossa vida, a saudade é grande, mas, como eu sempre falo para a minha família, a Débora agora é lembrança e amor”.