Neste 16 de maio, Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Celíaca, especialistas reforçam um alerta que muita gente ainda desconhece: além dos alimentos, medicamentos também podem conter glúten.

A doença celíaca não tem cura e exige uma alimentação totalmente livre de glúten por toda a vida. O consumo da proteína, presente no trigo, aveia, cevada e centeio, pode causar inflamações graves no intestino e diversos problemas de saúde.
Para ajudar quem convive com a condição, a Anvisa determina que alimentos industrializados e medicamentos informem de forma clara nas embalagens e bulas se contêm ou não glúten.
A agência também criou regras para evitar a chamada “contaminação cruzada”, quando produtos sem glúten acabam contaminados durante a fabricação.
A principal dificuldade dos pacientes é justamente adaptar a rotina alimentar e evitar o contato acidental com a substância, inclusive em produtos que muitas pessoas nem imaginam, como remédios, suplementos e alimentos industrializados.
Entre os sintomas mais comuns da doença estão dores abdominais, diarreia, anemia, perda de peso, cansaço constante e inchaço.
O alerta reforça a importância de sempre ler rótulos, bulas e buscar orientação médica em caso de suspeita da doença.