A médica Juliana Brasil e a técnica de enfermagem Rayza Bentes, além de dois diretores, foram indiciados no inquérito que investiga a morte do menino Benício Xavier, de 6 anos, no dia 23 de novembro, em decorrência de múltiplas paradas cardíacas.
Conforme a investigação policial, houve uma sucessão de erros, desde a equipe médica e assistencial até à administração hospitalar, que resultaram na morte de Benício Xavier. A polícia também afirma que laudos periciais revelaram tentativas de adulteração de provas, o que gerou insatisfação e revolta da família, que pediu por justiça e a conclusão do inquérito policial.
O menino Benício Xavier Freitas, de 6 anos, morreu após atendimento no Hospital Santa Júlia, em Manaus. Segundo informações reunidas no inquérito policial e em registros do hospital, ele deu entrada na unidade no dia 22 de novembro de 2025 com sintomas respiratórios leves, como tosse seca, e havia suspeita de faringite ou laringite.
Durante o atendimento, foi prescrita adrenalina por via intravenosa. Após a aplicação do medicamento, o menino apresentou piora do quadro clínico e foi encaminhado para área de maior suporte, com posterior internação em UTI pediátrica. Durante a evolução do caso, ele sofreu paradas cardiorrespiratórias.
A morte foi confirmada na madrugada do dia 23 de novembro de 2025, após sucessivas tentativas de reanimação.
A Onda Digital tentou contato com as defesas de Juliana e Rayza, mas até o momento não conseguiu localizá-las.