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Mulher que pichou estátua do STF faz Enem e pede a Moraes progressão para semiaberto

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Débora Rodrigues - estátua - STF - pichou
(Foto: Reprodução/Internet)

Condenada por participar dos atos de 8 de Janeiro, a cabeleireira Débora Rodrigues, conhecida como “Débora do Batom” por ter pichado a estátua do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu ao ministro Alexandre de Moraes a progressão para o regime semiaberto.

O pedido foi apresentado nesta quarta (25/2) e reitera outro pedido feito em agosto do ano passado, que, segundo os advogados dela, ainda não foi analisado pelo relator do processo. A defesa sustenta que Débora está em prisão domiciliar desde março do ano passado e que preenche os requisitos para a mudança de regime.

Segundo os advogados, ela ficou 742 dias em prisão preventiva e 334 dias em prisão domiciliar, além de ter obtido remição de pena de 142 dias por atividade laboral, 2 dias por cursos, 4 dias por leitura e 133 dias pela realização de uma edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), totalizando 281,5 dias já reconhecidos pelo STF.

Débora é casada e mãe de dois filhos. Ela é natural de Irecê, na Bahia, mas morava em Paulinia (SP) com a família antes de ser presa. Em 8 de janeiro de 2023, durante o vandalismo na Praça dos Três Poderes, ela escreveu com batom a frase “Perdeu, mané” na estátua do STF.