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Vai usar Wi-FI fora de casa? Confira essas dicas para não cair nas mãos de criminosos na rede

Em um mundo cada vez mais dependente da internet e de sistemas para todo tipo de serviço, conectar o celular ou o notebook a um Wi-Fi público é algo comum no dia a dia, seja no parque, no posto de saúde, no shopping ou em qualquer outro lugar. Mas, apesar de prático, esse tipo de rede pode trazer riscos.

Redes abertas geralmente têm pouca ou nenhuma proteção, o que facilita a ação de criminosos. Eles podem interceptar dados, instalar vírus ou até criar redes falsas para roubar informações pessoais e financeiras.

Para evitar problemas, alguns cuidados básicos fazem toda a diferença. Veja cinco atitudes que ajudam a usar esse tipo de conexão com mais segurança.

Não acesse dados sensíveis

Evite ao máximo entrar em contas bancárias, sites de compras, e-mail, redes sociais ou sistemas de trabalho quando estiver conectado a um Wi-Fi público.

Informações enviadas em redes abertas podem ser capturadas com facilidade. Mesmo se o site tiver criptografia, o risco continua se a rede estiver comprometida.

Para qualquer operação importante, prefira o 4G/5G ou sua rede doméstica.

Use sites com HTTPS

Se for realmente necessário acessar algum serviço que peça senha, veja se o endereço começa com “https://” e se o cadeado aparece ao lado do link.

Isso indica uma camada extra de proteção. Extensões como HTTPS Everywhere também ajudam. Mas vale lembrar: o HTTPS diminui os riscos, não elimina.

Mantenha firewall e antivírus ligados

Essas ferramentas bloqueiam invasões e ajudam a impedir que malwares entrem no aparelho. Mantê-las atualizadas é essencial para corrigir falhas que podem ser exploradas por criminosos em redes compartilhadas.

Antivírus modernos ainda detectam phishing, ransomware e tentativas de acesso remoto.


Leia mais

O que é deep web e por que navegar nela é tão perigoso?

Discord: como agem os grupos de paneleiros na plataforma e como proteger as crianças


 

Desative o compartilhamento de arquivos

Em redes públicas, nunca deixe o compartilhamento de arquivos ativado. No Windows, marque a rede como “pública”.

No macOS e no Linux, desligue qualquer opção que deixe pastas ou dispositivos visíveis. Isso evita que outras pessoas tentem acessar seus arquivos.

Saia das contas e esqueça a rede

Depois de usar o Wi-Fi, faça logout de todos os serviços acessados. Isso evita o sequestro de sessão , quando alguém assume sua conexão ativa sem precisar da senha.

Depois, apague a rede da lista de conexões salvas para impedir que o aparelho se conecte automaticamente no futuro, o que pode te colocar de volta em uma rede falsa.

Essas medidas simples já ajudam bastante a evitar golpes e proteger seus dados durante o uso de redes públicas.

*Com informações do Olhar Digital

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Em um mundo cada vez mais dependente da internet e de sistemas para todo tipo de serviço, conectar o celular ou o notebook a um Wi-Fi público é algo comum no dia a dia, seja no parque, no posto de saúde, no shopping ou em qualquer outro lugar. Mas, apesar de prático, esse tipo de rede pode trazer riscos.

Redes abertas geralmente têm pouca ou nenhuma proteção, o que facilita a ação de criminosos. Eles podem interceptar dados, instalar vírus ou até criar redes falsas para roubar informações pessoais e financeiras.

Para evitar problemas, alguns cuidados básicos fazem toda a diferença. Veja cinco atitudes que ajudam a usar esse tipo de conexão com mais segurança.

Não acesse dados sensíveis

Evite ao máximo entrar em contas bancárias, sites de compras, e-mail, redes sociais ou sistemas de trabalho quando estiver conectado a um Wi-Fi público.

Informações enviadas em redes abertas podem ser capturadas com facilidade. Mesmo se o site tiver criptografia, o risco continua se a rede estiver comprometida.

Para qualquer operação importante, prefira o 4G/5G ou sua rede doméstica.

Use sites com HTTPS

Se for realmente necessário acessar algum serviço que peça senha, veja se o endereço começa com “https://” e se o cadeado aparece ao lado do link.

Isso indica uma camada extra de proteção. Extensões como HTTPS Everywhere também ajudam. Mas vale lembrar: o HTTPS diminui os riscos, não elimina.

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*Com informações do Olhar Digital

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