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Caso Benício: Defesa de médica diz que hospital utilizou 71 frascos de adrenalina na criança

O advogado Sérgio Figueiredo, que integra a defesa da médica Juliana Brasil, afirmou que teriam sido utilizados 71 frascos de adrenalina durante o atendimento a Benício Xavier, de 6 anos, no Hospital Santa Júlia, em Manaus.

O menino morreu no dia 23 de novembro de 2025, após dar entrada na unidade de saúde com suspeita de laringite. Segundo as investigações, durante o atendimento, a médica teria prescrito uma superdosagem de adrenalina por via intravenosa, o que pode ter provocado uma overdose na criança.

Em entrevista à Rede Onda Digital, Sérgio Figueiredo atribui os dados a registros internos da unidade hospitalar.

“Vocês sabiam que na UTI a médica também utilizou adrenalina na criança? Isso. 71 frascos de adrenalina foram utilizados naquela criança. A criança foi por duas vezes alimentada, bebeu água e sentiu falta de ar”, revelou.


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Conforme o advogado, também houve demora no procedimento de intubação, com três tentativas mal sucedidas realizadas por uma médica, o que teria deixado o paciente sem ventilação por cerca de 30 a 40 minutos.  Ainda de acordo com o advogado, durante esse intervalo, o menino sofreu uma parada cardiorrespiratória. A intubação só teria sido concluída após a chegada de outra profissional, que realizou o procedimento em menos de um minuto.

“Pasme, a médica que estava na UTI, ela tentou por três vezes intubar a criança e a tentativa mal sucedida permitiu que a criança ficasse sem ventilação por mais ou menos, acho que, 30 ou 40 minutos. Isso está lá no vídeo mostrado. E aí, sim, chega uma outra médica que em menos de um minuto ela conseguiu intubar a criança”, explicou.

A defesa também criticou a condução das investigações, afirmando que há “vazamento seletivo” de informações e questionando o fato de que profissionais que atuaram na UTI e a direção do hospital ainda não teriam sido ouvidos formalmente.

“Esse vazamento seletivo não traz a realidade dos fatos. Esse vazamento seletivo, na verdade, indica como essa investigação está sendo mal sucedida, porque até agora nenhum desses responsáveis foram depor, nenhum desses responsáveis foram levados para a delegacia para serem responsabilizados por esse ato, inclusive o próprio hospital, inclusive a direção do hospital”, afirmou Figueiredo.

Ainda segundo Figueiredo, após o atendimento inicial, a criança chegou a apresentar quadro estável, conforme registros em prontuário, estando consciente e com sinais vitais controlados. Para a defesa, há indícios de rompimento do nexo de causalidade em relação à conduta da médica investigada, o que reforçaria a necessidade de uma apuração mais técnica e aprofundada sobre as circunstâncias da morte.

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O advogado Sérgio Figueiredo, que integra a defesa da médica Juliana Brasil, afirmou que teriam sido utilizados 71 frascos de adrenalina durante o atendimento a Benício Xavier, de 6 anos, no Hospital Santa Júlia, em Manaus.

O menino morreu no dia 23 de novembro de 2025, após dar entrada na unidade de saúde com suspeita de laringite. Segundo as investigações, durante o atendimento, a médica teria prescrito uma superdosagem de adrenalina por via intravenosa, o que pode ter provocado uma overdose na criança.

Em entrevista à Rede Onda Digital, Sérgio Figueiredo atribui os dados a registros internos da unidade hospitalar.

“Vocês sabiam que na UTI a médica também utilizou adrenalina na criança? Isso. 71 frascos de adrenalina foram utilizados naquela criança. A criança foi por duas vezes alimentada, bebeu água e sentiu falta de ar”, revelou.


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“Pasme, a médica que estava na UTI, ela tentou por três vezes intubar a criança e a tentativa mal sucedida permitiu que a criança ficasse sem ventilação por mais ou menos, acho que, 30 ou 40 minutos. Isso está lá no vídeo mostrado. E aí, sim, chega uma outra médica que em menos de um minuto ela conseguiu intubar a criança”, explicou.

A defesa também criticou a condução das investigações, afirmando que há “vazamento seletivo” de informações e questionando o fato de que profissionais que atuaram na UTI e a direção do hospital ainda não teriam sido ouvidos formalmente.

“Esse vazamento seletivo não traz a realidade dos fatos. Esse vazamento seletivo, na verdade, indica como essa investigação está sendo mal sucedida, porque até agora nenhum desses responsáveis foram depor, nenhum desses responsáveis foram levados para a delegacia para serem responsabilizados por esse ato, inclusive o próprio hospital, inclusive a direção do hospital”, afirmou Figueiredo.

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