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Caso Benício: defesa de médica cita falhas na UTI e 40 minutos em coma sem ventilação mecânica

A defesa da médica Juliana Brasil, investigada pela morte do menino Benício Xavier, de 6 anos, no Hospital Santa Júlia, em Manaus, reafirmou supostas falhas no atendimento prestado à criança na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). As declarações foram feitas pelo advogado Sérgio Figueiredo em uma postagem da Rede Onda Digital sobre a coletiva de imprensa concedida, nesta quinta-feira (2/4), pelos advogados de defesa dos pais do menino.

Procurado pela reportagem, Figueiredo citou um vídeo gravado pelo sistema de câmeras do hospital e informações do inquérito policial, ao afirmar que o paciente teria permanecido cerca de 40 minutos em estado de coma sem ventilação mecânica até a chegada da médica Ana Rosa, responsável pela intubação.

De acordo com a defesa, após o suposto erro na administração de uma superdosagem de adrenalina, o médico Luís Felipe, que assumiu os cuidados na UTI, não teria realizado exames considerados essenciais para avaliar a condição cardíaca do menino, que possuía diagnóstico prévio de endocardite crônica. Ainda conforme a argumentação, o paciente chegou a ser alimentado cerca de cinco horas após a internação sem avaliação cardiológica, o que, na visão da defesa, pode ter agravado o quadro clínico.


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O advogado também mencionou dificuldades no procedimento de intubação, relatando tentativas sem sucesso antes da chegada da médica Alexandra, que conseguiu realizar o procedimento. Apesar disso, a criança não resistiu. A defesa sustenta ainda que houve falhas estruturais no atendimento, incluindo ausência de suporte adequado de fisioterapia e questionamentos sobre o tempo de realização da autópsia.

Por fim, Figueiredo afirmou que as alegações apresentadas estão embasadas em registros audiovisuais e documentos incluídos no inquérito. Segundo ele, o material foi reunido pela própria equipe de defesa diante do que classificou como lacunas na apuração inicial do caso.

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A defesa da médica Juliana Brasil, investigada pela morte do menino Benício Xavier, de 6 anos, no Hospital Santa Júlia, em Manaus, reafirmou supostas falhas no atendimento prestado à criança na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). As declarações foram feitas pelo advogado Sérgio Figueiredo em uma postagem da Rede Onda Digital sobre a coletiva de imprensa concedida, nesta quinta-feira (2/4), pelos advogados de defesa dos pais do menino.

Procurado pela reportagem, Figueiredo citou um vídeo gravado pelo sistema de câmeras do hospital e informações do inquérito policial, ao afirmar que o paciente teria permanecido cerca de 40 minutos em estado de coma sem ventilação mecânica até a chegada da médica Ana Rosa, responsável pela intubação.

De acordo com a defesa, após o suposto erro na administração de uma superdosagem de adrenalina, o médico Luís Felipe, que assumiu os cuidados na UTI, não teria realizado exames considerados essenciais para avaliar a condição cardíaca do menino, que possuía diagnóstico prévio de endocardite crônica. Ainda conforme a argumentação, o paciente chegou a ser alimentado cerca de cinco horas após a internação sem avaliação cardiológica, o que, na visão da defesa, pode ter agravado o quadro clínico.


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