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Conheça a banana que parece exótica, mas é cultivada no Brasil

Conhecida popularmente como banana São Tomé, banana vermelha ou banana roxa, a fruta chama atenção pela casca que varia do vermelho-arroxeado ao roxo intenso quando madura. Apesar do nome associado ao arquipélago africano de São Tomé e Príncipe, sua origem remonta ao Sudeste Asiático, berço das espécies ancestrais do gênero Musa, segundo registros históricos e estudos botânicos.

De acordo com dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as bananas cultivadas no Brasil pertencem majoritariamente ao grupo genômico AAA da espécie Musa acuminata, o mesmo das variedades doces mais comuns.

A banana São Tomé se enquadra nesse grupo, apresentando polpa amarelada ou levemente rosada e sabor adocicado.

Especialistas explicam que a coloração diferenciada da casca está relacionada à presença de antocianinas, pigmentos naturais com ação antioxidante, também encontrados em frutas como uva e açaí. Esses compostos podem estar associados a teores relevantes de betacaroteno e vitamina C, além de a banana ser reconhecida como fonte de potássio, nutriente essencial para o funcionamento muscular e cardiovascular.

Embora não esteja entre as variedades mais comercializadas no país, a banana roxa é cultivada em regiões tropicais e integra a diversidade agrícola brasileira.

Foto: Onda Digital

Segundo levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil está entre os maiores produtores mundiais de banana, com ampla variedade de cultivares adaptadas a diferentes climas e solos.


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Na culinária, a banana São Tomé pode ser consumida in natura, quando madura, ou utilizada em preparações cozidas, fritas ou assadas. Também é empregada em vitaminas, sobremesas e farofas, ampliando o aproveitamento gastronômico da fruta.

Para pesquisadores da área agrícola, a valorização de variedades menos convencionais contribui para a preservação da biodiversidade e para a diversificação da produção, fortalecendo a segurança alimentar e ampliando opções de consumo no mercado interno.

Na região amazônica, por exemplo, comunidades ribeirinhas costumam comer a fruta in natura acompanhada de farinha de mandioca, que dá crocância ao paladar. Além disso, a banana roxa é consumida em sobremesas ou mesmos em vitaminadas, servindo como uma merenda do meio de tarde.

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Conhecida popularmente como banana São Tomé, banana vermelha ou banana roxa, a fruta chama atenção pela casca que varia do vermelho-arroxeado ao roxo intenso quando madura. Apesar do nome associado ao arquipélago africano de São Tomé e Príncipe, sua origem remonta ao Sudeste Asiático, berço das espécies ancestrais do gênero Musa, segundo registros históricos e estudos botânicos.

De acordo com dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as bananas cultivadas no Brasil pertencem majoritariamente ao grupo genômico AAA da espécie Musa acuminata, o mesmo das variedades doces mais comuns.

A banana São Tomé se enquadra nesse grupo, apresentando polpa amarelada ou levemente rosada e sabor adocicado.

Especialistas explicam que a coloração diferenciada da casca está relacionada à presença de antocianinas, pigmentos naturais com ação antioxidante, também encontrados em frutas como uva e açaí. Esses compostos podem estar associados a teores relevantes de betacaroteno e vitamina C, além de a banana ser reconhecida como fonte de potássio, nutriente essencial para o funcionamento muscular e cardiovascular.

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