Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Conheça a banana que parece exótica, mas é cultivada no Brasil

Conhecida popularmente como banana São Tomé, banana vermelha ou banana roxa, a fruta chama atenção pela casca que varia do vermelho-arroxeado ao roxo intenso quando madura. Apesar do nome associado ao arquipélago africano de São Tomé e Príncipe, sua origem remonta ao Sudeste Asiático, berço das espécies ancestrais do gênero Musa, segundo registros históricos e estudos botânicos.

De acordo com dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as bananas cultivadas no Brasil pertencem majoritariamente ao grupo genômico AAA da espécie Musa acuminata, o mesmo das variedades doces mais comuns.

A banana São Tomé se enquadra nesse grupo, apresentando polpa amarelada ou levemente rosada e sabor adocicado.

Especialistas explicam que a coloração diferenciada da casca está relacionada à presença de antocianinas, pigmentos naturais com ação antioxidante, também encontrados em frutas como uva e açaí. Esses compostos podem estar associados a teores relevantes de betacaroteno e vitamina C, além de a banana ser reconhecida como fonte de potássio, nutriente essencial para o funcionamento muscular e cardiovascular.

Embora não esteja entre as variedades mais comercializadas no país, a banana roxa é cultivada em regiões tropicais e integra a diversidade agrícola brasileira.

Foto: Onda Digital

Segundo levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil está entre os maiores produtores mundiais de banana, com ampla variedade de cultivares adaptadas a diferentes climas e solos.


Leia mais

Cupuaçu: a fruta amazônica que saiu da mesa e virou aliada da beleza

Manga está cada vez mais presente na mesa dos brasileiros, aponta IBGE


Na culinária, a banana São Tomé pode ser consumida in natura, quando madura, ou utilizada em preparações cozidas, fritas ou assadas. Também é empregada em vitaminas, sobremesas e farofas, ampliando o aproveitamento gastronômico da fruta.

Para pesquisadores da área agrícola, a valorização de variedades menos convencionais contribui para a preservação da biodiversidade e para a diversificação da produção, fortalecendo a segurança alimentar e ampliando opções de consumo no mercado interno.

Na região amazônica, por exemplo, comunidades ribeirinhas costumam comer a fruta in natura acompanhada de farinha de mandioca, que dá crocância ao paladar. Além disso, a banana roxa é consumida em sobremesas ou mesmos em vitaminadas, servindo como uma merenda do meio de tarde.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Conhecida popularmente como banana São Tomé, banana vermelha ou banana roxa, a fruta chama atenção pela casca que varia do vermelho-arroxeado ao roxo intenso quando madura. Apesar do nome associado ao arquipélago africano de São Tomé e Príncipe, sua origem remonta ao Sudeste Asiático, berço das espécies ancestrais do gênero Musa, segundo registros históricos e estudos botânicos.

De acordo com dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as bananas cultivadas no Brasil pertencem majoritariamente ao grupo genômico AAA da espécie Musa acuminata, o mesmo das variedades doces mais comuns.

A banana São Tomé se enquadra nesse grupo, apresentando polpa amarelada ou levemente rosada e sabor adocicado.

Especialistas explicam que a coloração diferenciada da casca está relacionada à presença de antocianinas, pigmentos naturais com ação antioxidante, também encontrados em frutas como uva e açaí. Esses compostos podem estar associados a teores relevantes de betacaroteno e vitamina C, além de a banana ser reconhecida como fonte de potássio, nutriente essencial para o funcionamento muscular e cardiovascular.

Embora não esteja entre as variedades mais comercializadas no país, a banana roxa é cultivada em regiões tropicais e integra a diversidade agrícola brasileira.

Foto: Onda Digital

Segundo levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil está entre os maiores produtores mundiais de banana, com ampla variedade de cultivares adaptadas a diferentes climas e solos.


Leia mais

Cupuaçu: a fruta amazônica que saiu da mesa e virou aliada da beleza

Manga está cada vez mais presente na mesa dos brasileiros, aponta IBGE


Na culinária, a banana São Tomé pode ser consumida in natura, quando madura, ou utilizada em preparações cozidas, fritas ou assadas. Também é empregada em vitaminas, sobremesas e farofas, ampliando o aproveitamento gastronômico da fruta.

Para pesquisadores da área agrícola, a valorização de variedades menos convencionais contribui para a preservação da biodiversidade e para a diversificação da produção, fortalecendo a segurança alimentar e ampliando opções de consumo no mercado interno.

Na região amazônica, por exemplo, comunidades ribeirinhas costumam comer a fruta in natura acompanhada de farinha de mandioca, que dá crocância ao paladar. Além disso, a banana roxa é consumida em sobremesas ou mesmos em vitaminadas, servindo como uma merenda do meio de tarde.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Prefeitura de Manaus convoca 1,5 mil aprovados da Semed

O prefeito de Manaus, Renato Junior (Avante), anunciou, nesta quarta-feira (28/10), Dia do Servidor Público, a convocação de mais 1,5 mil aprovados no cadastro...

Amazônia registra menor índice de desmatamento em 2025, aponta MapBiomas

A Amazônia perdeu 693 mil hectares de vegetação em 2025, o menor índice anual da série histórica do MapBiomas, iniciada em 1985. Os dados,...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Um dos maiores tesouros naturais do mundo está no Amazonas

O Amazonas abriga um dos maiores patrimônios naturais do planeta: o Complexo de Conservação da Amazônia Central, território com mais de 6 milhões de...

Rio Amazonas ajuda oceano a retirar CO₂ da atmosfera

O rio Amazonas ajuda o oceano a retirar dióxido de carbono (CO₂) da atmosfera. É o que aponta um estudo realizado por pesquisadores da...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Petrobras encontra nova camada com petróleo na costa do Amapá

A Petrobras identificou um novo intervalo com presença de petróleo no poço Morpho (1-BRSA-1405-APS), no bloco FZA-M-59, em águas ultraprofundas da costa do Amapá,...

Roubos de combustíveis na Região Norte somam 8,7 milhões de litros

Criminosos roubaram cerca de 8,7 milhões de litros de combustíveis na Região Norte entre 2020 e 2026, segundo levantamento do Instituto Combustível Legal (ICL)....
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Prefeitura de Manaus convoca 1,5 mil aprovados da Semed

O prefeito de Manaus, Renato Junior (Avante), anunciou, nesta quarta-feira (28/10), Dia do Servidor Público, a convocação de mais 1,5 mil aprovados no cadastro...

Amazônia registra menor índice de desmatamento em 2025, aponta MapBiomas

A Amazônia perdeu 693 mil hectares de vegetação em 2025, o menor índice anual da série histórica do MapBiomas, iniciada em 1985. Os dados,...

Um dos maiores tesouros naturais do mundo está no Amazonas

O Amazonas abriga um dos maiores patrimônios naturais do planeta: o Complexo de Conservação da Amazônia Central, território com mais de 6 milhões de...

Rio Amazonas ajuda oceano a retirar CO₂ da atmosfera

O rio Amazonas ajuda o oceano a retirar dióxido de carbono (CO₂) da atmosfera. É o que aponta um estudo realizado por pesquisadores da...

Petrobras encontra nova camada com petróleo na costa do Amapá

A Petrobras identificou um novo intervalo com presença de petróleo no poço Morpho (1-BRSA-1405-APS), no bloco FZA-M-59, em águas ultraprofundas da costa do Amapá,...

Roubos de combustíveis na Região Norte somam 8,7 milhões de litros

Criminosos roubaram cerca de 8,7 milhões de litros de combustíveis na Região Norte entre 2020 e 2026, segundo levantamento do Instituto Combustível Legal (ICL)....
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]