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Caso do bolo de pote envenenado: Adolescente quase fez outra vítima, e motivação foi “ciúmes”

Adolescente apreendida em caso de bolo de pote envenenado disse que queria "dar susto" nas vítimas

Após interrogar a adolescente apreendida por suspeita de envenenar uma amiga de 17 anos que veio a óbito em Itapecerica da Serra, região metropolitana de São Paulo, os investigadores se depararam com outro caso possível de envenenamento, cometido pela mesma autora.

Ana Luiza de Oliveira Neves faleceu neste último final de semana, após comer um bolo de pote enviado como presente por um remetente desconhecido. Porém, duas semanas antes, Kamilly Vitória Nogueira da Silva quase morreu, também ao ingerir um bolo, no dia 15 de maio.

O primeiro caso só foi revelado após a suspeita ter confessado ambos os crimes. Segundo a investigação, a infratora admitiu que comprou a substância tóxica arsênico, afirmou à polícia ter enviado o bolo envenenado para as duas meninas “por ciúmes” e alegou querer apenas “dar um susto” nas vítimas.

O boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil diz que a menina “confessou a autoria dos atos de envenenamento de outro bolo que quase levou uma segunda vítima à morte”. Assim como Ana Luiza, Kamilly também recebeu um bilhete junto com o doce. Ela passou mal e foi atendida em hospital, de onde já foi liberada. Kamilly não registrou boletim de ocorrência sobre o caso.

A menor infratora foi levada pela mãe até a delegacia de Itapecerica, na manhã de terça-feira (3/6), onde confessou os crimes. Após ser ouvida, a menina permaneceu no local sob os cuidados da autoridade policial, que aguarda manifestação do Ministério Público de São Paulo (MPSP) para que ela seja apreendida.


Leia mais:

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Entenda o caso: Envenenamento pelo bolo

Ana Luiza faleceu no domingo (1/6), após passar mal depois de consumir o bolo que foi entregue em sua casa no sábado (31/5). A encomenda foi recebida pela irmã da vítima e tinha o bilhete com os dizeres: “Um mimo para garota mais linda que eu já vi”. O bolo foi enviado por um motoboy e a encomenda não trazia identificação do remetente.

Ana Luiza comeu o bolo e cerca de uma hora depois começou a passar mal. Ela chegou a enviar mensagem a um amigo relatando o mal-estar. O amigo, por sua vez, chegou a questionar Ana sobre o fato de ter ingerido um alimento sem conhecer sua origem ou procedência.

Após a piora dos sintomas, Ana Luiza foi levada a um hospital particular pelo seu pai. Na unidade de saúde, ela foi atendida pela equipe médica e diagnosticada com um quadro de intoxicação alimentar. Ela recebeu medicação e, após uma melhora, foi liberada pelos médicos.

Porém, no dia seguinte, ela voltou a piorar e foi levada de volta ao hospital, agora com sintomas graves. De acordo com a equipe médica, ela chegou ao local em parada cardiorrespiratória, já sem sinais vitais, e não resistiu.

*com informações de Metrópoles

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Após interrogar a adolescente apreendida por suspeita de envenenar uma amiga de 17 anos que veio a óbito em Itapecerica da Serra, região metropolitana de São Paulo, os investigadores se depararam com outro caso possível de envenenamento, cometido pela mesma autora.

Ana Luiza de Oliveira Neves faleceu neste último final de semana, após comer um bolo de pote enviado como presente por um remetente desconhecido. Porém, duas semanas antes, Kamilly Vitória Nogueira da Silva quase morreu, também ao ingerir um bolo, no dia 15 de maio.

O primeiro caso só foi revelado após a suspeita ter confessado ambos os crimes. Segundo a investigação, a infratora admitiu que comprou a substância tóxica arsênico, afirmou à polícia ter enviado o bolo envenenado para as duas meninas “por ciúmes” e alegou querer apenas “dar um susto” nas vítimas.

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A menor infratora foi levada pela mãe até a delegacia de Itapecerica, na manhã de terça-feira (3/6), onde confessou os crimes. Após ser ouvida, a menina permaneceu no local sob os cuidados da autoridade policial, que aguarda manifestação do Ministério Público de São Paulo (MPSP) para que ela seja apreendida.


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Ana Luiza comeu o bolo e cerca de uma hora depois começou a passar mal. Ela chegou a enviar mensagem a um amigo relatando o mal-estar. O amigo, por sua vez, chegou a questionar Ana sobre o fato de ter ingerido um alimento sem conhecer sua origem ou procedência.

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Porém, no dia seguinte, ela voltou a piorar e foi levada de volta ao hospital, agora com sintomas graves. De acordo com a equipe médica, ela chegou ao local em parada cardiorrespiratória, já sem sinais vitais, e não resistiu.

*com informações de Metrópoles

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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