Representantes do setor produtivo alertam que o fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal para 40 horas podem elevar custos para empresas e pressionar os preços de produtos e serviços. O Senado aprovou a proposta nesta quarta-feira (14/10), em dois turnos. As projeções das entidades dependem de como as empresas vão se adaptar às novas regras e não representam aumentos já registrados.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a redução da jornada de 44 para 40 horas poderia elevar, em média, 6,2% os preços ao consumidor. A projeção inclui altas de 5,7% nas compras de supermercado e de até 6,6% em roupas e calçados. Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima uma inflação de pelo menos 13%. Os percentuais são de entidades diferentes e não podem ser comparados diretamente.
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Abrasel prevê pressão sobre bares e restaurantes
A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) classifica a aprovação como uma “tragédia socioeconômica”. O presidente-executivo da entidade, Paulo Solmucci, afirma que a mudança pode afetar a prestação de serviços essenciais.
“Ela terá impactos extraordinários na sociedade. Os primeiros serão percebidos tão logo ela comece a vigorar, por conta dos serviços essenciais”, declarou.
Em outra reportagem publicada nesta quarta-feira, a Abrasel estimou que as despesas com mão de obra em bares e restaurantes podem subir até 20%. O percentual se refere aos custos do setor, e não a um aumento automático nos preços dos cardápios.
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Representantes do setor produtivo alertam que o fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal para 40 horas podem elevar custos para empresas e pressionar os preços de produtos e serviços. O Senado aprovou a proposta nesta quarta-feira (14/10), em dois turnos. As projeções das entidades dependem de como as empresas vão se adaptar às novas regras e não representam aumentos já registrados.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a redução da jornada de 44 para 40 horas poderia elevar, em média, 6,2% os preços ao consumidor. A projeção inclui altas de 5,7% nas compras de supermercado e de até 6,6% em roupas e calçados. Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima uma inflação de pelo menos 13%. Os percentuais são de entidades diferentes e não podem ser comparados diretamente.
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