Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Funcionária pede demissão após denunciar posto que exigia roupas sexualizadas

A denúncia contra um posto de combustíveis do Recife (PE) por obrigar funcionárias a usarem roupas justas e curtas, como legging e cropped, resultou na demissão da trabalhadora que relatou o caso. Segundo o Sinpospetro-PE, sindicato da categoria, a ex-funcionária deixou o emprego abalada psicologicamente após se recusar a seguir a imposição. O posto, conhecido como Posto Power, também teria demitido mulheres consideradas “fora do padrão estético”.

O caso motivou uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Pernambuco, emitida no sábado (7/11), determinando o fim da exigência. A juíza Ana Isabel Koury, da 10ª Vara do Trabalho do Recife, classificou as roupas como uma exposição “desnecessária” do corpo das funcionárias, violando a finalidade do uniforme que deveria proteger, e não vulnerabilizar, as trabalhadoras.

Relatos reunidos pelo sindicato apontam que havia pressão indireta para que as funcionárias pedissem demissão caso recusassem o uniforme. Fotografias anexadas ao processo mostram mulheres usando as peças durante o expediente, o que, segundo a magistrada, aumentava o risco de assédio moral e sexual em um ambiente de grande circulação masculina.

A decisão determina que o posto forneça, em até cinco dias, novos uniformes adequados, como calças de corte reto e camisas padrão. O descumprimento acarretará multa diária de R$ 500 por empregada. A juíza ressaltou que impor roupas sexualizadas constitui violação à garantia constitucional de um ambiente de trabalho seguro e livre de discriminação.

“O dano à integridade psíquica e moral é contínuo e de difícil reparação”, afirmou no despacho.


Leia mais:

VÍDEO: Motociclista “voa” após ser atropelado por carro em São Paulo

 

Justiça de PE proíbe posto de combustíveis de obrigar frentistas a usarem cropped e legging


O Posto Power negou todas as acusações. Em nota, afirmou que as imagens anexadas ao processo não seriam de funcionárias da empresa e que o uniforme oficial não inclui leggings. Declarou ainda que substituiu as peças por tecido jeans assim que notificado. Já a distribuidora Petrobahia, bandeira do posto, disse que a imagem é antiga e não reflete a gestão atual, que estaria cumprindo as normas de segurança e saúde no trabalho.

*Com informações Jornal O Globo

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A denúncia contra um posto de combustíveis do Recife (PE) por obrigar funcionárias a usarem roupas justas e curtas, como legging e cropped, resultou na demissão da trabalhadora que relatou o caso. Segundo o Sinpospetro-PE, sindicato da categoria, a ex-funcionária deixou o emprego abalada psicologicamente após se recusar a seguir a imposição. O posto, conhecido como Posto Power, também teria demitido mulheres consideradas “fora do padrão estético”.

O caso motivou uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Pernambuco, emitida no sábado (7/11), determinando o fim da exigência. A juíza Ana Isabel Koury, da 10ª Vara do Trabalho do Recife, classificou as roupas como uma exposição “desnecessária” do corpo das funcionárias, violando a finalidade do uniforme que deveria proteger, e não vulnerabilizar, as trabalhadoras.

Relatos reunidos pelo sindicato apontam que havia pressão indireta para que as funcionárias pedissem demissão caso recusassem o uniforme. Fotografias anexadas ao processo mostram mulheres usando as peças durante o expediente, o que, segundo a magistrada, aumentava o risco de assédio moral e sexual em um ambiente de grande circulação masculina.

A decisão determina que o posto forneça, em até cinco dias, novos uniformes adequados, como calças de corte reto e camisas padrão. O descumprimento acarretará multa diária de R$ 500 por empregada. A juíza ressaltou que impor roupas sexualizadas constitui violação à garantia constitucional de um ambiente de trabalho seguro e livre de discriminação.

“O dano à integridade psíquica e moral é contínuo e de difícil reparação”, afirmou no despacho.


Leia mais:

VÍDEO: Motociclista “voa” após ser atropelado por carro em São Paulo

 

Justiça de PE proíbe posto de combustíveis de obrigar frentistas a usarem cropped e legging


O Posto Power negou todas as acusações. Em nota, afirmou que as imagens anexadas ao processo não seriam de funcionárias da empresa e que o uniforme oficial não inclui leggings. Declarou ainda que substituiu as peças por tecido jeans assim que notificado. Já a distribuidora Petrobahia, bandeira do posto, disse que a imagem é antiga e não reflete a gestão atual, que estaria cumprindo as normas de segurança e saúde no trabalho.

*Com informações Jornal O Globo

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Salário mínimo de R$ 1.741 pode elevar despesas federais em R$ 49,6 bilhões

A projeção do salário mínimo de R$ 1.741 para 2027 poderá provocar um impacto de aproximadamente R$ 49,6 bilhões nas despesas obrigatórias da União....

Justiça encerra recuperação judicial e confirma falência da Oi

A Justiça do Rio de Janeiro confirmou, nesta terça-feira (25/8), a falência da Oi, empresa que já foi uma das maiores operadoras de telecomunicações...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Junho Vermelho vira campanha oficial de saúde pública no Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a lei que institui a campanha nacional Junho Vermelho, destinada a incentivar a doação de...

Remédio de dose única para tratar malária está disponível no SUS

O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a disponibilizar o succinato de tafenoquina para o tratamento da malária na rede pública. O medicamento se...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

TikTok é multado em R$ 153 milhões por expor dados de crianças no Brasil

A Agência Nacional de Proteção de Dados multou a ByteDance, empresa responsável pelo TikTok, em R$ 153,7 milhões por irregularidades no tratamento de dados...

Governo prevê salário mínimo de R$ 1.741 em 2027

O governo federal elevou para R$ 1.741 a previsão do salário mínimo em 2027. O valor foi confirmado nesta segunda-feira (24/8) pelo ministro da...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Salário mínimo de R$ 1.741 pode elevar despesas federais em R$ 49,6 bilhões

A projeção do salário mínimo de R$ 1.741 para 2027 poderá provocar um impacto de aproximadamente R$ 49,6 bilhões nas despesas obrigatórias da União....

Justiça encerra recuperação judicial e confirma falência da Oi

A Justiça do Rio de Janeiro confirmou, nesta terça-feira (25/8), a falência da Oi, empresa que já foi uma das maiores operadoras de telecomunicações...

Junho Vermelho vira campanha oficial de saúde pública no Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a lei que institui a campanha nacional Junho Vermelho, destinada a incentivar a doação de...

Remédio de dose única para tratar malária está disponível no SUS

O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a disponibilizar o succinato de tafenoquina para o tratamento da malária na rede pública. O medicamento se...

TikTok é multado em R$ 153 milhões por expor dados de crianças no Brasil

A Agência Nacional de Proteção de Dados multou a ByteDance, empresa responsável pelo TikTok, em R$ 153,7 milhões por irregularidades no tratamento de dados...

Governo prevê salário mínimo de R$ 1.741 em 2027

O governo federal elevou para R$ 1.741 a previsão do salário mínimo em 2027. O valor foi confirmado nesta segunda-feira (24/8) pelo ministro da...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]