O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 não prevê reajuste nos valores do Bolsa Família. A proposta, encaminhada pelo governo federal ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (31/8), reserva aproximadamente R$ 157 bilhões para o programa no próximo ano.
Com isso, o valor mínimo de R$ 600 por família deverá ser mantido, assim como os benefícios adicionais definidos conforme a composição familiar. O programa paga R$ 150 por criança de até 6 anos e R$ 50 para gestantes, nutrizes, crianças e adolescentes de 7 a 18 anos incompletos.
Desde a reformulação do Bolsa Família, em 2023, os valores nominais dos benefícios não foram corrigidos pela inflação. Apesar da ausência de reajuste, o programa permanece entre as principais despesas sociais previstas no Orçamento federal.
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A manutenção dos valores ocorre em meio ao esforço do governo para controlar as despesas obrigatórias e alcançar superávit nas contas públicas. A proposta limita o crescimento real das despesas federais a 2,5%, conforme as regras do Regime Fiscal Sustentável.
O PLOA ainda será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. Durante a tramitação, deputados e senadores poderão modificar a distribuição dos recursos antes da aprovação definitiva e da sanção presidencial.
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O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 não prevê reajuste nos valores do Bolsa Família. A proposta, encaminhada pelo governo federal ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (31/8), reserva aproximadamente R$ 157 bilhões para o programa no próximo ano.
Com isso, o valor mínimo de R$ 600 por família deverá ser mantido, assim como os benefícios adicionais definidos conforme a composição familiar. O programa paga R$ 150 por criança de até 6 anos e R$ 50 para gestantes, nutrizes, crianças e adolescentes de 7 a 18 anos incompletos.
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