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Alexandre Pato se oferece para pagar custos do translado do corpo de Juliana Marins para o Brasil

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil informou que não é possível custear o traslado com verba pública

O ex-jogador Alexandre Pato se ofereceu para custear o traslado do corpo da brasileira Juliana Marins, de 24 anos, que morreu após cair durante uma trilha no monte Rinjani, na Indonésia. A iniciativa do ex-atacante foi confirmada por pessoas próximas ao atleta, que se colocou à disposição da família após o Itamaraty informar que, por lei, não pode arcar com esse tipo de despesa.

Juliana estava desaparecida desde sexta-feira (20) e foi encontrada morta na manhã de terça-feira (24), quatro dias após o acidente. Natural de Niterói (RJ), ela fazia um mochilão pela Ásia desde fevereiro, com passagens por Filipinas, Tailândia e Vietnã. O acidente aconteceu durante uma caminhada com uma amiga no Parque Nacional do Monte Rinjani. A jovem caiu de uma altura de aproximadamente 300 metros e, apesar de inicialmente estar com sinais de vida, ficou sem atendimento por dias, segundo relato da família.

A demora no resgate foi alvo de críticas. Familiares afirmam que Juliana ficou desamparada por quase quatro dias, sendo avistada diversas vezes em diferentes pontos da montanha. A última localização, captada por drone, indicava que ela estava imóvel cerca de 500 metros abaixo do local da queda. O corpo foi encontrado a aproximadamente 650 metros.


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A longa e complexa operação de evacuação durou mais de 14 horas. Em nota, a administração do parque afirmou que o resgate foi feito com “cuidado extremo e de forma intensiva”.

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil informou que não é possível custear o traslado com verba pública, conforme o artigo 257 do Decreto 9.199/2017. Segundo a norma, a assistência consular não cobre despesas com sepultamento ou transporte de corpos de brasileiros falecidos no exterior.

Diante da negativa, Pato decidiu ajudar. A família ainda não confirmou oficialmente se aceitará a oferta do jogador. Juliana era formada em publicidade pela UFRJ e atuava como dançarina profissional de pole dance. Em vídeo gravado antes do acidente, ela aparece com uma amiga admirando a paisagem e dizendo que a vista “valeu a pena”.

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O ex-jogador Alexandre Pato se ofereceu para custear o traslado do corpo da brasileira Juliana Marins, de 24 anos, que morreu após cair durante uma trilha no monte Rinjani, na Indonésia. A iniciativa do ex-atacante foi confirmada por pessoas próximas ao atleta, que se colocou à disposição da família após o Itamaraty informar que, por lei, não pode arcar com esse tipo de despesa.

Juliana estava desaparecida desde sexta-feira (20) e foi encontrada morta na manhã de terça-feira (24), quatro dias após o acidente. Natural de Niterói (RJ), ela fazia um mochilão pela Ásia desde fevereiro, com passagens por Filipinas, Tailândia e Vietnã. O acidente aconteceu durante uma caminhada com uma amiga no Parque Nacional do Monte Rinjani. A jovem caiu de uma altura de aproximadamente 300 metros e, apesar de inicialmente estar com sinais de vida, ficou sem atendimento por dias, segundo relato da família.

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