Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Pix ganha novo prazo para contestação e amplia proteção contra golpes; veja o que muda

A partir desta terça-feira (1º), usuários do Pix passam a ter até 80 dias para contestar uma devolução de dinheiro recebida por meio do sistema. O prazo, que antes era de 30 dias, foi ampliado pelo Banco Central (BC) como parte das medidas para reforçar a segurança do Pix e dificultar golpes bancários.

A mudança foi estabelecida pela Instrução Normativa nº 766, de 27 de julho de 2026, e está relacionada ao funcionamento do Mecanismo Especial de Devolução (MED), ferramenta criada para facilitar a recuperação de valores em casos de fraude ou golpe.

Na prática, o novo prazo aumenta o tempo disponível para que uma pessoa identifique uma fraude e conteste uma operação de devolução que tenha sido utilizada para aplicar o golpe.

Como funciona o golpe

Uma das fraudes que a mudança busca dificultar começa com o próprio golpista enviando um Pix para a vítima.

Depois de realizar a transferência, o criminoso entra em contato com a pessoa e afirma que fez o pagamento por engano. Ele pede que o dinheiro seja devolvido e, geralmente, indica uma chave Pix diferente daquela utilizada no envio original. A vítima, acreditando estar corrigindo um erro, devolve o valor.

O problema acontece quando o golpista também utiliza o mecanismo de contestação da transação original. Ao alegar que foi vítima de fraude, ele pode conseguir que o banco devolva o dinheiro inicialmente transferido.

Nesse cenário, o criminoso acaba recebendo duas devoluções, uma feita voluntariamente pela vítima e outra realizada pelo sistema bancário após a contestação. O prejuízo fica com quem recebeu o primeiro Pix e acreditou estar devolvendo o dinheiro de boa-fé.

O que muda

Antes, o usuário tinha 30 dias para contestar uma devolução relacionada a esse tipo de operação. Com a nova regra, o período passa para 80 dias, dando mais tempo para identificar uma movimentação suspeita e acionar os mecanismos de segurança do sistema financeiro.

A ampliação do prazo é especialmente relevante porque golpes envolvendo Pix podem ser identificados somente depois de algum tempo. Com uma janela maior para contestação, aumenta a possibilidade de a vítima comunicar a instituição financeira e buscar a correção da operação.

O novo prazo, portanto, não significa que qualquer Pix poderá ser cancelado durante 80 dias. A contestação está vinculada aos mecanismos previstos pelo Banco Central para situações de fraude e golpe e depende da análise da instituição financeira.


Leia mais

Pix apresenta instabilidade neste domingo; mais de 2,4 mil usuários relatam falhas

Pix movimenta R$ 35 tri e alcança 86% dos brasileiros


Medidas contra fraudes

A ampliação do prazo faz parte dos aperfeiçoamentos do Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado para aumentar as chances de recuperação de valores transferidos em situações de fraude. O sistema vem recebendo novas ferramentas para tornar a contestação e o rastreamento de transações mais eficientes.

Entre elas está o chamado botão de contestação, que permite ao usuário comunicar uma suspeita de fraude diretamente pelo ambiente da instituição financeira, sem precisar comparecer pessoalmente a uma agência para solicitar o bloqueio dos recursos.

Outra ferramenta incorporada ao sistema é a chamada árvore de transações, que permite rastrear de forma mais ampla o caminho percorrido pelo dinheiro depois de uma transferência considerada suspeita. A lógica é ampliar a capacidade de identificar para onde os recursos foram enviados e dificultar que criminosos movimentem rapidamente o dinheiro entre diferentes contas para escapar do bloqueio.

Pix inesperado

A principal recomendação diante de um Pix recebido sem motivo conhecido é não devolver o dinheiro para uma chave diferente daquela que realizou o pagamento.

Se alguém entrar em contato dizendo que enviou um Pix por engano, o usuário deve verificar a operação no próprio aplicativo bancário e utilizar os mecanismos oficiais da instituição para fazer a devolução. Isso reduz o risco de cair no golpe da falsa devolução e de acabar responsabilizado por uma operação fraudulenta.

Com a mudança que entra em vigor nesta terça-feira, o Banco Central amplia de 30 para 80 dias o período para contestação de devoluções relacionadas ao mecanismo de segurança do Pix, uma janela maior para identificar irregularidades e tentar recuperar valores envolvidos em golpes.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A partir desta terça-feira (1º), usuários do Pix passam a ter até 80 dias para contestar uma devolução de dinheiro recebida por meio do sistema. O prazo, que antes era de 30 dias, foi ampliado pelo Banco Central (BC) como parte das medidas para reforçar a segurança do Pix e dificultar golpes bancários.

A mudança foi estabelecida pela Instrução Normativa nº 766, de 27 de julho de 2026, e está relacionada ao funcionamento do Mecanismo Especial de Devolução (MED), ferramenta criada para facilitar a recuperação de valores em casos de fraude ou golpe.

Na prática, o novo prazo aumenta o tempo disponível para que uma pessoa identifique uma fraude e conteste uma operação de devolução que tenha sido utilizada para aplicar o golpe.

Como funciona o golpe

Uma das fraudes que a mudança busca dificultar começa com o próprio golpista enviando um Pix para a vítima.

Depois de realizar a transferência, o criminoso entra em contato com a pessoa e afirma que fez o pagamento por engano. Ele pede que o dinheiro seja devolvido e, geralmente, indica uma chave Pix diferente daquela utilizada no envio original. A vítima, acreditando estar corrigindo um erro, devolve o valor.

O problema acontece quando o golpista também utiliza o mecanismo de contestação da transação original. Ao alegar que foi vítima de fraude, ele pode conseguir que o banco devolva o dinheiro inicialmente transferido.

Nesse cenário, o criminoso acaba recebendo duas devoluções, uma feita voluntariamente pela vítima e outra realizada pelo sistema bancário após a contestação. O prejuízo fica com quem recebeu o primeiro Pix e acreditou estar devolvendo o dinheiro de boa-fé.

O que muda

Antes, o usuário tinha 30 dias para contestar uma devolução relacionada a esse tipo de operação. Com a nova regra, o período passa para 80 dias, dando mais tempo para identificar uma movimentação suspeita e acionar os mecanismos de segurança do sistema financeiro.

A ampliação do prazo é especialmente relevante porque golpes envolvendo Pix podem ser identificados somente depois de algum tempo. Com uma janela maior para contestação, aumenta a possibilidade de a vítima comunicar a instituição financeira e buscar a correção da operação.

O novo prazo, portanto, não significa que qualquer Pix poderá ser cancelado durante 80 dias. A contestação está vinculada aos mecanismos previstos pelo Banco Central para situações de fraude e golpe e depende da análise da instituição financeira.


Leia mais

Pix apresenta instabilidade neste domingo; mais de 2,4 mil usuários relatam falhas

Pix movimenta R$ 35 tri e alcança 86% dos brasileiros


Medidas contra fraudes

A ampliação do prazo faz parte dos aperfeiçoamentos do Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado para aumentar as chances de recuperação de valores transferidos em situações de fraude. O sistema vem recebendo novas ferramentas para tornar a contestação e o rastreamento de transações mais eficientes.

Entre elas está o chamado botão de contestação, que permite ao usuário comunicar uma suspeita de fraude diretamente pelo ambiente da instituição financeira, sem precisar comparecer pessoalmente a uma agência para solicitar o bloqueio dos recursos.

Outra ferramenta incorporada ao sistema é a chamada árvore de transações, que permite rastrear de forma mais ampla o caminho percorrido pelo dinheiro depois de uma transferência considerada suspeita. A lógica é ampliar a capacidade de identificar para onde os recursos foram enviados e dificultar que criminosos movimentem rapidamente o dinheiro entre diferentes contas para escapar do bloqueio.

Pix inesperado

A principal recomendação diante de um Pix recebido sem motivo conhecido é não devolver o dinheiro para uma chave diferente daquela que realizou o pagamento.

Se alguém entrar em contato dizendo que enviou um Pix por engano, o usuário deve verificar a operação no próprio aplicativo bancário e utilizar os mecanismos oficiais da instituição para fazer a devolução. Isso reduz o risco de cair no golpe da falsa devolução e de acabar responsabilizado por uma operação fraudulenta.

Com a mudança que entra em vigor nesta terça-feira, o Banco Central amplia de 30 para 80 dias o período para contestação de devoluções relacionadas ao mecanismo de segurança do Pix, uma janela maior para identificar irregularidades e tentar recuperar valores envolvidos em golpes.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Cinco novas canetas emagrecedoras são aprovadas pela Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou cinco novas canetas emagrecedoras à base de GLP-1 nesta quinta-feira (29/10). A medida foi publicada no...

Governo Federal investiga 45 casos de violência política após eleições; 10 pessoas morreram

O Governo Federal anunciou, nesta quarta-feira (28), medidas para combater a violência política registrada durante o período das eleições de 2026. Entre sábado (24)...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Teste para detecção precoce do câncer do colo do útero já está disponível no SUS

O teste molecular DNA-HPV, utilizado na detecção precoce do câncer do colo do útero, já está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) em...

“Meu coração sangra”: Mãe de Flávio Bolsonaro lamenta ida do senador aos EUA

Rogéria Bolsonaro, mãe de Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro, publicou nesta quarta-feira (28) um desabafo no X sobre a ida do senador Flávio Bolsonaro...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Anvisa proíbe venda e consumo de lote de linguiça por risco de contaminação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (28), a suspensão da comercialização, distribuição, propaganda e uso de um lote de linguiça...

Anvisa manda recolher lotes de remédios para câncer e soro

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quarta-feira (28) o recolhimento de lotes específicos dos medicamentos Simbeva, Abevmy e Solução de Ringer...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Cinco novas canetas emagrecedoras são aprovadas pela Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou cinco novas canetas emagrecedoras à base de GLP-1 nesta quinta-feira (29/10). A medida foi publicada no...

Governo Federal investiga 45 casos de violência política após eleições; 10 pessoas morreram

O Governo Federal anunciou, nesta quarta-feira (28), medidas para combater a violência política registrada durante o período das eleições de 2026. Entre sábado (24)...

Teste para detecção precoce do câncer do colo do útero já está disponível no SUS

O teste molecular DNA-HPV, utilizado na detecção precoce do câncer do colo do útero, já está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) em...

“Meu coração sangra”: Mãe de Flávio Bolsonaro lamenta ida do senador aos EUA

Rogéria Bolsonaro, mãe de Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro, publicou nesta quarta-feira (28) um desabafo no X sobre a ida do senador Flávio Bolsonaro...

Anvisa proíbe venda e consumo de lote de linguiça por risco de contaminação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (28), a suspensão da comercialização, distribuição, propaganda e uso de um lote de linguiça...

Anvisa manda recolher lotes de remédios para câncer e soro

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quarta-feira (28) o recolhimento de lotes específicos dos medicamentos Simbeva, Abevmy e Solução de Ringer...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]