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Você sabe por que brincar é considerado um direito das crianças? Especialistas explicam

Em um cenário cada vez mais marcado pelo uso de telas e pela rotina acelerada, especialistas reforçam um alerta importante: brincar não é apenas uma forma de entretenimento, mas a principal maneira de a criança existir, se expressar e compreender o mundo ao seu redor.

A afirmação é da pesquisadora e especialista em infância Sarah Menezes Rocha, que destaca o brincar como uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento humano.

Segundo ela, é por meio das brincadeiras que as crianças criam vínculos, aprendem a lidar com emoções, desenvolvem a criatividade e constroem relações sociais.

“É no brincar livre que crianças se desenvolvem, criam vínculos e se encontram com o outro, desenvolvendo a sua humanidade”, diz o texto da organização. “Brincar é a maneira da criança participar da sociedade, é expressão cidadã e democrática”.

O tema ganhou destaque durante as reflexões sobre o Dia Mundial do Brincar, celebrado nesta semana. Para a especialista, o excesso de atividades dirigidas e o avanço das telas têm reduzido o tempo destinado às experiências livres, consideradas essenciais para uma infância saudável.


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Sarah também alerta que a responsabilidade de garantir esse direito não é apenas das escolas, mas de toda a sociedade. Espaços seguros, convivência comunitária e momentos ao ar livre são apontados como caminhos para fortalecer o desenvolvimento infantil.

“Brincar é a linguagem da infância. É a forma como a criança se relaciona com o mundo, com o outro e consigo mesma”, afirma a pesquisadora.

Mais do que uma brincadeira, o ato de brincar é um direito e uma necessidade para a formação de cidadãos mais criativos, empáticos e preparados para a vida.

Direito fundamental

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) reconhece o brincar como um direito fundamental para o desenvolvimento integral da infância. No artigo 16, a legislação garante às crianças e aos adolescentes o direito à liberdade, incluindo brincar, praticar esportes, participar da vida comunitária e desenvolver atividades culturais e recreativas.

Mais do que uma forma de lazer, o brincar é entendido como uma ferramenta essencial para o crescimento físico, emocional, cognitivo e social. É por meio das brincadeiras que as crianças desenvolvem a criatividade, a autonomia, a capacidade de convivência, a resolução de conflitos e a construção de vínculos afetivos.

O ECA também estabelece que a garantia desse direito é uma responsabilidade compartilhada entre família, escola, sociedade e poder público, que devem promover ambientes seguros, inclusivos e adequados para que crianças possam brincar, explorar o mundo e viver plenamente a infância.

Em outras palavras, assegurar tempo e espaço para brincar não é apenas uma escolha educativa, mas um dever previsto em lei e indispensável para a formação saudável de cidadãos.

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Em um cenário cada vez mais marcado pelo uso de telas e pela rotina acelerada, especialistas reforçam um alerta importante: brincar não é apenas uma forma de entretenimento, mas a principal maneira de a criança existir, se expressar e compreender o mundo ao seu redor.

A afirmação é da pesquisadora e especialista em infância Sarah Menezes Rocha, que destaca o brincar como uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento humano.

Segundo ela, é por meio das brincadeiras que as crianças criam vínculos, aprendem a lidar com emoções, desenvolvem a criatividade e constroem relações sociais.

“É no brincar livre que crianças se desenvolvem, criam vínculos e se encontram com o outro, desenvolvendo a sua humanidade”, diz o texto da organização. “Brincar é a maneira da criança participar da sociedade, é expressão cidadã e democrática”.

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Mais do que uma brincadeira, o ato de brincar é um direito e uma necessidade para a formação de cidadãos mais criativos, empáticos e preparados para a vida.

Direito fundamental

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) reconhece o brincar como um direito fundamental para o desenvolvimento integral da infância. No artigo 16, a legislação garante às crianças e aos adolescentes o direito à liberdade, incluindo brincar, praticar esportes, participar da vida comunitária e desenvolver atividades culturais e recreativas.

Mais do que uma forma de lazer, o brincar é entendido como uma ferramenta essencial para o crescimento físico, emocional, cognitivo e social. É por meio das brincadeiras que as crianças desenvolvem a criatividade, a autonomia, a capacidade de convivência, a resolução de conflitos e a construção de vínculos afetivos.

O ECA também estabelece que a garantia desse direito é uma responsabilidade compartilhada entre família, escola, sociedade e poder público, que devem promover ambientes seguros, inclusivos e adequados para que crianças possam brincar, explorar o mundo e viver plenamente a infância.

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