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Alta da ração pressiona bolso e faz mercado pet encolher no Brasil

O mercado pet brasileiro registrou sua primeira retração em seis anos, mesmo com faturamento de R$ 77,96 bilhões em 2025. O crescimento nominal de 3,45% ficou abaixo da inflação do período (4,26%), resultando em queda real nas vendas.

Segundo a Abempet, o principal fator para a desaceleração foi o aumento no preço da ração, que responde por mais da metade do faturamento do setor. O segmento de pet food movimentou R$ 41,4 bilhões, mas cresceu apenas 1,6%, refletindo o impacto da alta de custos.

A elevação dos preços está ligada, principalmente, ao câmbio, já que parte dos ingredientes é importada ou cotada em dólar. Além disso, a inflação e a redução do poder de compra das famílias contribuíram para a queda no consumo, especialmente em produtos e serviços não essenciais.

Outros segmentos, como venda de animais, medicamentos e serviços veterinários, ainda apresentaram crescimento, mas em ritmo moderado. Já a produção de ração ficou abaixo da metade da capacidade instalada no país, indicando desaceleração da atividade industrial.


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O setor, que havia registrado forte expansão durante a pandemia, agora enfrenta um cenário mais desafiador. Empresários também apontam preocupação com a reforma tributária, que não incluiu benefícios para a cadeia pet, ao contrário do que ocorre com a produção de ração para animais de abate.

A expectativa para 2026 é de um mercado mais cauteloso, pressionado por custos elevados e consumidores mais seletivos.

Com informações da Folha de São Paulo.

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O mercado pet brasileiro registrou sua primeira retração em seis anos, mesmo com faturamento de R$ 77,96 bilhões em 2025. O crescimento nominal de 3,45% ficou abaixo da inflação do período (4,26%), resultando em queda real nas vendas.

Segundo a Abempet, o principal fator para a desaceleração foi o aumento no preço da ração, que responde por mais da metade do faturamento do setor. O segmento de pet food movimentou R$ 41,4 bilhões, mas cresceu apenas 1,6%, refletindo o impacto da alta de custos.

A elevação dos preços está ligada, principalmente, ao câmbio, já que parte dos ingredientes é importada ou cotada em dólar. Além disso, a inflação e a redução do poder de compra das famílias contribuíram para a queda no consumo, especialmente em produtos e serviços não essenciais.

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