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Como a inteligência artificial vai ajudar você a escolher roupas na internet

O comércio digital focado em moda e vestuário ganha espaço no Brasil e no mundo, impulsionado por mudanças no comportamento do consumidor e avanços tecnológicos que facilitam a experiência de compra. Dados recentes mostram que mais da metade dos brasileiros já comprou roupas e acessórios pela internet, o que evidencia uma transformação no varejo tradicional.

Em alta

O Brasil se destaca como um dos maiores mercados consumidores de moda no mundo, ficando atrás apenas de países como Rússia, Índia e China entre as nações emergentes, segundo uma pesquisa interna da Globo sobre o consumo de moda em 2023.

O estudo, que ouviu mil brasileiros de todas as regiões e classes sociais, mostra que a maioria dos consumidores já comprou roupas recentemente, com 93% tendo feito uma aquisição, e que a faixa etária entre 25 e 44 anos lidera esse comportamento de compra.

A pesquisa revela ainda que muitos consumidores não são leais a uma única marca: 32% não possuem loja preferida e 56% compram em diferentes marcas, o que indica um mercado aberto à experimentação e à diversidade de oferta. Há perfis variados de compradores, desde aqueles que planejam minuciosamente suas compras até os que compram de forma espontânea, especialmente em fins de semana.

O estudo também identifica tendências de gasto com uma parte significativa dos consumidores pretendendo gastar entre R$ 50 e R$ 400 em roupas e aponta que as compras on-line são cada vez mais frequentes, motivadas por preços mais atraentes e conveniência, embora o contato físico com as peças ainda seja valorizado em lojas tradicionais.

Esses dados reforçam o potencial robusto do mercado de moda brasileiro, que continua em transformação conforme mudam os hábitos de consumo, as expectativas por conforto e estilo, e a preferência por experiências de compra mais flexíveis e acessíveis.

Inteligência Artificial

(Foto: Reprodução/Freepik)

No entanto, para 2026, de acordo com a E-Commerce Brasil, a projeção é de que a inteligência artificial (IA) deva ganhar papel decisivo no mercado de moda on-line, deixando de ser uma ferramenta auxiliar e passando a influenciar diretamente escolhas e processos de compra dos consumidores.

A transformação tecnológica em curso indica que, neste ano, sistemas de IA poderão atuar como agentes ativos na jornada de compra, ajudando desde a descoberta de produtos até a tomada de decisão sem a necessidade de múltiplas interações humanas.

Segundo o estudo, a evolução desses agentes inteligentes exigirá que marcas e varejistas preparem seus dados e conteúdos digitais para que sejam facilmente interpretados pelos algoritmos, garantindo que produtos sejam recomendados de forma eficaz dentro de ecossistemas mediadores de IA. Essa mudança redefine o papel das empresas: elas precisarão escolher se ditam as tendências que a IA captar ou se se adaptam à conveniência criada pelos assistentes pessoais de compra.

A tecnologia já ultrapassa o estágio de recomendações simples, alinhando-se ao conceito de “AI shopping”, no qual a IA atua como personal shopper digital, oferecendo experiências conversacionais que podem conduzir o consumidor desde a pesquisa até o checkout em um único fluxo. Essa integração tende a acelerar a jornada de compra e tornar a interação mais intuitiva, ao mesmo tempo em que exige que varejistas repensem sua presença digital para serem descobertos e recomendados por sistemas inteligentes.


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Portanto, neste ano, marcas que conseguirem posicionar seus produtos de forma estratégica nos ambientes controlados por IA serão mais bem vistas e terão vantagem competitiva no mercado de moda on-line.

Essas tendências refletem um cenário em que a tecnologia não apenas complementa, mas orienta decisões de compra, destacando a importância de investimentos em dados estruturados, personalização e integração entre sistemas inteligentes e a experiência do consumidor no varejo digital.

Os prós e contras

As compras digitais oferecem diversas facilidades que vêm transformando o modo de consumo brasileiro e impulsionando o crescimento do setor on-line. Entre as principais vantagens estão: conveniência, praticidade, comparação de preços, entrega em casa, opções de retirada, variedade de marcas e personalização.

Entretanto, as compras on-line ainda apresentam desafios que impactam a experiência deste mesmo consumidor. Entre as principais dificuldades estão: incerteza sobre tamanho e ajuste, processo de devolução burocrático, diferença entre anúncio e produto, custos extras inesperados, prazo de entrega prolongado, além da segurança de dados e confiabilidade.

Como utilizar IA na busca por produtos

1 – Abrir o app e entrar na sua conta

Baixe o app da Shein pelo celular e faça login com sua conta. Assim, a IA consegue aprender seu estilo e preferências com base nas suas pesquisas e compras.

2. Usar a busca inteligente

(Foto: Reprodução/Shein)

 

No topo do app tem uma barra de pesquisa, como mostra a imagem acima. Experimente escrever frases completas como: “Vestido casual azul tamanho M até R$ 150” ou “Look verão com sandália branca”. O que a IA faz aqui:

  • Interpreta o que você quer mesmo sem termos exatos
  • Sugere palavras-chave
  • Mostra resultados mais relevantes

 

3. Usar os filtros (com ajuda de IA)

Depois de buscar um item, você pode usar filtros como: tamanho, preço, cor, estilo e avaliações. A IA usa seus dados de navegação e histórico para priorizar o que tem mais chance de você gostar.

4. Assistentes de estilo (se disponíveis na sua versão)

Algumas versões do app têm um assistente de estilo com IA que ajuda a criar looks completos, sugerir peças combinadas e mostrar tendências de moda. Normalmente aparece como: “Looks recomendados para você” ou “Combinar com este item”.

5. IA de ajuda com tamanhos

A Shein tem um sistema para sugerir o tamanho ideal com base nas suas medidas. Na página do produto, procure algo como: “Verificar tamanho” ou “Guia de tamanhos com IA”. Você pode inserir suas medidas (altura, peso, cintura, busto, quadril) e a IA recomenda o tamanho mais adequado.

6. Recomendações personalizadas

Na tela inicial, a Shein mostra seções como: “Mais para você”, “Tendências do momento” ou “Você viu recentemente”. Essa parte usa IA para analisar o que você clicou, curtiu, comprou antes, e te mostra produtos parecidos ou melhores.

 

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O comércio digital focado em moda e vestuário ganha espaço no Brasil e no mundo, impulsionado por mudanças no comportamento do consumidor e avanços tecnológicos que facilitam a experiência de compra. Dados recentes mostram que mais da metade dos brasileiros já comprou roupas e acessórios pela internet, o que evidencia uma transformação no varejo tradicional.

Em alta

O Brasil se destaca como um dos maiores mercados consumidores de moda no mundo, ficando atrás apenas de países como Rússia, Índia e China entre as nações emergentes, segundo uma pesquisa interna da Globo sobre o consumo de moda em 2023.

O estudo, que ouviu mil brasileiros de todas as regiões e classes sociais, mostra que a maioria dos consumidores já comprou roupas recentemente, com 93% tendo feito uma aquisição, e que a faixa etária entre 25 e 44 anos lidera esse comportamento de compra.

A pesquisa revela ainda que muitos consumidores não são leais a uma única marca: 32% não possuem loja preferida e 56% compram em diferentes marcas, o que indica um mercado aberto à experimentação e à diversidade de oferta. Há perfis variados de compradores, desde aqueles que planejam minuciosamente suas compras até os que compram de forma espontânea, especialmente em fins de semana.

O estudo também identifica tendências de gasto com uma parte significativa dos consumidores pretendendo gastar entre R$ 50 e R$ 400 em roupas e aponta que as compras on-line são cada vez mais frequentes, motivadas por preços mais atraentes e conveniência, embora o contato físico com as peças ainda seja valorizado em lojas tradicionais.

Esses dados reforçam o potencial robusto do mercado de moda brasileiro, que continua em transformação conforme mudam os hábitos de consumo, as expectativas por conforto e estilo, e a preferência por experiências de compra mais flexíveis e acessíveis.

Inteligência Artificial

(Foto: Reprodução/Freepik)

No entanto, para 2026, de acordo com a E-Commerce Brasil, a projeção é de que a inteligência artificial (IA) deva ganhar papel decisivo no mercado de moda on-line, deixando de ser uma ferramenta auxiliar e passando a influenciar diretamente escolhas e processos de compra dos consumidores.

A transformação tecnológica em curso indica que, neste ano, sistemas de IA poderão atuar como agentes ativos na jornada de compra, ajudando desde a descoberta de produtos até a tomada de decisão sem a necessidade de múltiplas interações humanas.

Segundo o estudo, a evolução desses agentes inteligentes exigirá que marcas e varejistas preparem seus dados e conteúdos digitais para que sejam facilmente interpretados pelos algoritmos, garantindo que produtos sejam recomendados de forma eficaz dentro de ecossistemas mediadores de IA. Essa mudança redefine o papel das empresas: elas precisarão escolher se ditam as tendências que a IA captar ou se se adaptam à conveniência criada pelos assistentes pessoais de compra.

A tecnologia já ultrapassa o estágio de recomendações simples, alinhando-se ao conceito de “AI shopping”, no qual a IA atua como personal shopper digital, oferecendo experiências conversacionais que podem conduzir o consumidor desde a pesquisa até o checkout em um único fluxo. Essa integração tende a acelerar a jornada de compra e tornar a interação mais intuitiva, ao mesmo tempo em que exige que varejistas repensem sua presença digital para serem descobertos e recomendados por sistemas inteligentes.


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Essas tendências refletem um cenário em que a tecnologia não apenas complementa, mas orienta decisões de compra, destacando a importância de investimentos em dados estruturados, personalização e integração entre sistemas inteligentes e a experiência do consumidor no varejo digital.

Os prós e contras

As compras digitais oferecem diversas facilidades que vêm transformando o modo de consumo brasileiro e impulsionando o crescimento do setor on-line. Entre as principais vantagens estão: conveniência, praticidade, comparação de preços, entrega em casa, opções de retirada, variedade de marcas e personalização.

Entretanto, as compras on-line ainda apresentam desafios que impactam a experiência deste mesmo consumidor. Entre as principais dificuldades estão: incerteza sobre tamanho e ajuste, processo de devolução burocrático, diferença entre anúncio e produto, custos extras inesperados, prazo de entrega prolongado, além da segurança de dados e confiabilidade.

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2. Usar a busca inteligente

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No topo do app tem uma barra de pesquisa, como mostra a imagem acima. Experimente escrever frases completas como: “Vestido casual azul tamanho M até R$ 150” ou “Look verão com sandália branca”. O que a IA faz aqui:

  • Interpreta o que você quer mesmo sem termos exatos
  • Sugere palavras-chave
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3. Usar os filtros (com ajuda de IA)

Depois de buscar um item, você pode usar filtros como: tamanho, preço, cor, estilo e avaliações. A IA usa seus dados de navegação e histórico para priorizar o que tem mais chance de você gostar.

4. Assistentes de estilo (se disponíveis na sua versão)

Algumas versões do app têm um assistente de estilo com IA que ajuda a criar looks completos, sugerir peças combinadas e mostrar tendências de moda. Normalmente aparece como: “Looks recomendados para você” ou “Combinar com este item”.

5. IA de ajuda com tamanhos

A Shein tem um sistema para sugerir o tamanho ideal com base nas suas medidas. Na página do produto, procure algo como: “Verificar tamanho” ou “Guia de tamanhos com IA”. Você pode inserir suas medidas (altura, peso, cintura, busto, quadril) e a IA recomenda o tamanho mais adequado.

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