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Desemprego no Amazonas chega ao menor nível desde 2014 e salário médio sobe para R$ 2,4 mil

A taxa de desocupação no Amazonas, no segundo trimestre de 2025, foi de 7,7%, o menor índice desde o terceiro trimestre de 2014, ainda no primeiro governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). O número consta da Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar – Continua (PNAD-Contínua), divulgada nesta sexta-feira (15/8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Conforme a PNAD-Continua, houve uma queda de 2,3 pontos percentuais (p.p.) na taxa de desocupação em relação ao trimestre anterior (JAN/FEV/MAR 2025) e uma diminuição de 0,3 p.p. em comparação com o mesmo período de 2024.

A população ocupada identificada foi de 1,8 milhão de pessoas, o que representa um aumento de 5,8% em relação ao segundo trimestre de 2024, enquanto a população desocupada diminuiu 1,9% no mesmo período.

Analista do IBGE, Adjalma Jacques afirma que a população que está trabalhando no Estado aumentou de forma expressiva em comparação com o trimestre imediatamente anterior e com o mesmo período do ano passado e destacou a importância da massa salarial gerada por essa parte da população.

“A massa total de rendimento gerada pelos trabalhos teve um crescimento considerável em relação aos trimestres anteriores. Esse é um dado importante para a economia local, uma vez que a massa de rendimentos vai alimentar o mercado através das compras e pagamentos dos trabalhadores”, explica Adjalma.

Conforme a PNAD-Contínua, o rendimento médio mensal real habitual de todos os trabalhos, no Amazonas, no segundo trimestre de 2025, foi de R$ 2.448,00, revelando um aumento de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já a massa de rendimento cresceu 8,7% na comparação anual, atingindo R$ 4,2 milhões.

A  massa de rendimento médio mensal real habitual no Amazonas atingiu R$ 4,2 milhões no segundo trimestre de 2025. O valor representa um aumento de 0,8% (R$ 32 milhões) em relação ao trimestre anterior e de 8,7% (R$ 337 milhões) em relação ao mesmo período de 2024;

As atividades com maior número de empregados foram:

  • Administração pública, Defesa, Seguridade Social, Educação, Saúde Humana e Serviços Sociais:  393 mil pessoas;
  • Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas: 325 mil pessoas;
  • Indústria geral: 238 mil pessoas.

Saiba mais:

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Manaus tem mais desemprego, mas paga melhores salários

Em Manaus, a taxa de desocupação foi de 9,4% no segundo trimestre de 2025, registrando quedas de 0,7 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre anterior e ao mesmo período do ano passado. O número é maior que a desocupação do Estado, que foi de 7,7%.

O rendimento médio mensal real habitual de todos os trabalhos na capital amazonense foi de R$ 2.845,00, apresentando uma diminuição de 4,8% em relação ao primeiro trimestre de 2025 e uma queda de 0,2% na comparação com o segundo trimestre de 2024.

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A taxa de desocupação no Amazonas, no segundo trimestre de 2025, foi de 7,7%, o menor índice desde o terceiro trimestre de 2014, ainda no primeiro governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). O número consta da Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar – Continua (PNAD-Contínua), divulgada nesta sexta-feira (15/8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Conforme a PNAD-Continua, houve uma queda de 2,3 pontos percentuais (p.p.) na taxa de desocupação em relação ao trimestre anterior (JAN/FEV/MAR 2025) e uma diminuição de 0,3 p.p. em comparação com o mesmo período de 2024.

A população ocupada identificada foi de 1,8 milhão de pessoas, o que representa um aumento de 5,8% em relação ao segundo trimestre de 2024, enquanto a população desocupada diminuiu 1,9% no mesmo período.

Analista do IBGE, Adjalma Jacques afirma que a população que está trabalhando no Estado aumentou de forma expressiva em comparação com o trimestre imediatamente anterior e com o mesmo período do ano passado e destacou a importância da massa salarial gerada por essa parte da população.

“A massa total de rendimento gerada pelos trabalhos teve um crescimento considerável em relação aos trimestres anteriores. Esse é um dado importante para a economia local, uma vez que a massa de rendimentos vai alimentar o mercado através das compras e pagamentos dos trabalhadores”, explica Adjalma.

Conforme a PNAD-Contínua, o rendimento médio mensal real habitual de todos os trabalhos, no Amazonas, no segundo trimestre de 2025, foi de R$ 2.448,00, revelando um aumento de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já a massa de rendimento cresceu 8,7% na comparação anual, atingindo R$ 4,2 milhões.

A  massa de rendimento médio mensal real habitual no Amazonas atingiu R$ 4,2 milhões no segundo trimestre de 2025. O valor representa um aumento de 0,8% (R$ 32 milhões) em relação ao trimestre anterior e de 8,7% (R$ 337 milhões) em relação ao mesmo período de 2024;

As atividades com maior número de empregados foram:

  • Administração pública, Defesa, Seguridade Social, Educação, Saúde Humana e Serviços Sociais:  393 mil pessoas;
  • Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas: 325 mil pessoas;
  • Indústria geral: 238 mil pessoas.

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