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Investimento do Dnit no setor Aquaviário promete destravar corredor logístico Manta-Manaus

Um balanço divulgado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) mostrou que obras no setor aquaviário do Amazonas poderão destravar, ainda neste ano, o corredor logístico Manta–Manaus, reduzindo o tempo de viagem e os custos de insumos comprados na Ásia pelas empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM).

Na cidade de Manta, na costa equatoriana do Oceano Pacífico, empreendedores chineses estão construindo um porto de grande porte, que deve se tornar o segundo corredor logístico da chamada Nova Rota da Seda. O primeiro, localizado na cidade peruana de Chancay, entrou em operação no ano passado e será utilizado prioritariamente para atender o agronegócio brasileiro e receber produtos industrializados chineses, que terão como modal terrestre a Rodovia Transoceânica.

Já o porto de Manta será o ponto de chegada, na América do Sul, de produtos destinados ao PIM e às importações dos estados das regiões Norte e Nordeste. A carga chegará a Manta e seguirá por via fluvial até Manaus. Para isso, contudo, o governo brasileiro precisa executar obras nessa rota aquaviária, o que, segundo o DNIT, está previsto para este ano.

Conforme o órgão vinculado ao Ministério dos Transportes, em 2024 foram investidos R$ 308,3 milhões em ações de construção, recuperação e operação de Instalações Portuárias de Pequeno Porte (IP4s), além de dragagens, sinalização e balizamento de hidrovias.

A navegação fluvial — que representa a única via de acesso em muitos municípios ribeirinhos — foi fortalecida por meio de investimentos em infraestrutura voltados à segurança, eficiência e continuidade operacional.


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Dragagem avança nos rios do Amazonas

De acordo com o DNIT, o Plano Anual de Dragagem e Manutenção Aquaviária (PADMA), contratado em 2024 e executado em rotas estratégicas do Amazonas, seguirá com obras em trechos importantes dos rios Solimões e Amazonas.

As intervenções nos trechos Benjamin Constant–São Paulo de Olivença e Coari–Codajás, iniciadas em outubro, têm previsão de conclusão neste mês de janeiro. Já as obras no trecho Manaus–Itacoatiara, também iniciadas em outubro, devem ser concluídas em fevereiro.

Paralelamente, o Plano de Manutenção Hidroviária no Rio Madeira seguiu em execução, assegurando profundidade adequada mesmo durante períodos de estiagem — fator fundamental para a operação segura de grandes navios porta-contêineres que serão utilizados na rota Manta–Manaus.

O DNIT também avançou na entrega e recuperação de instalações portuárias (IPs), com destaque para os municípios de Barcelos, Envira e Eirunepé. Obras emergenciais foram realizadas nas IPs de Manicoré, Borba e Fonte Boa, garantindo a continuidade do transporte fluvial diante de limitações estruturais e hidrológicas.

A carteira de projetos na Região Norte inclui ainda um contrato em licitação em Fonte Boa; projetos em planejamento para construção em Lábrea e São Paulo de Olivença, na região do Alto Solimões; além de projetos de recuperação em Borba (rio Madeira), Eirunepé (rio Purus), Careiro da Várzea e a segunda etapa de Itacoatiara, ambos na Região Metropolitana de Manaus, além de Parintins, no Baixo Amazonas, e Tefé, no Médio Solimões.

Na área de segurança e monitoramento, a campanha de sinalização 2025–2026 foi lançada para os rios Solimões e Amazonas, enquanto o Plano de Monitoramento Hidroviário (PMH) segue ativo em rios como o Amazonas e o Madeira.

Por fim, o DNIT destaca a execução de obras estratégicas, como o Porto da Manaus Moderna, que já conta com edital publicado e licença prévia emitida. A obra está em fase de contratação e é considerada um marco para o desenvolvimento logístico e econômico da região.

inhos, foi fortalecida por meio de investimentos em infraestrutura que garantem segurança, eficiência e continuidade operacional.

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Um balanço divulgado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) mostrou que obras no setor aquaviário do Amazonas poderão destravar, ainda neste ano, o corredor logístico Manta–Manaus, reduzindo o tempo de viagem e os custos de insumos comprados na Ásia pelas empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM).

Na cidade de Manta, na costa equatoriana do Oceano Pacífico, empreendedores chineses estão construindo um porto de grande porte, que deve se tornar o segundo corredor logístico da chamada Nova Rota da Seda. O primeiro, localizado na cidade peruana de Chancay, entrou em operação no ano passado e será utilizado prioritariamente para atender o agronegócio brasileiro e receber produtos industrializados chineses, que terão como modal terrestre a Rodovia Transoceânica.

Já o porto de Manta será o ponto de chegada, na América do Sul, de produtos destinados ao PIM e às importações dos estados das regiões Norte e Nordeste. A carga chegará a Manta e seguirá por via fluvial até Manaus. Para isso, contudo, o governo brasileiro precisa executar obras nessa rota aquaviária, o que, segundo o DNIT, está previsto para este ano.

Conforme o órgão vinculado ao Ministério dos Transportes, em 2024 foram investidos R$ 308,3 milhões em ações de construção, recuperação e operação de Instalações Portuárias de Pequeno Porte (IP4s), além de dragagens, sinalização e balizamento de hidrovias.

A navegação fluvial — que representa a única via de acesso em muitos municípios ribeirinhos — foi fortalecida por meio de investimentos em infraestrutura voltados à segurança, eficiência e continuidade operacional.


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As intervenções nos trechos Benjamin Constant–São Paulo de Olivença e Coari–Codajás, iniciadas em outubro, têm previsão de conclusão neste mês de janeiro. Já as obras no trecho Manaus–Itacoatiara, também iniciadas em outubro, devem ser concluídas em fevereiro.

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