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Mudanças climáticas incentivam à procura por seguros agro

A nova realidade exige mais dos agricultores e pecuaristas

Mudanças climáticas: chuvas irregulares, períodos de seca extensos e fenômenos extremos como nevascas e tempestades demonstram a regularidade das alterações na temperatura no país. O efeito ultrapassa a produção de alimentos, influenciando a colheita, os preços, a lucratividade do agricultor e a disponibilidade dos produtos.

A nova realidade exige mais dos agricultores e pecuaristas, que precisam de segurança para enfrentar esses desafios e protegem a produção e a propriedade por meio dos seguros.

Nesse cenário, marcado pela imprevisibilidade, os seguros atenuam perdas decorrentes desses eventos. De acordo com os dados mais recentes da Superintendência de Seguros Privados (Susep), em 2024, as seguradoras arrecadaram R$ 72,7 bilhões em prêmios, alta de 16% sobre 2023, e mais de R$ 16 bilhões foram pagos em indenizações, aumento de 6% em relação ao ano anterior.

Os seguros têm papel fundamental na manutenção e no apoio financeiro de quem depende da atividade agrícola para renda, sustento e sobrevivência, em especial em áreas onde o clima tem apresentado surpresas.

De acordo com a consultora de Negócios, Danielle Rampini, o seguro é um dos recursos mais procurados por produtores rurais que buscam proteção e segurança nas suas produções, e os grandes destaques são o seguro de plantação e o de maquinária agrícola.

“Com tanta imprevisibilidade no clima, é muito importante ter um recurso que proteja a vida financeira no campo. O seguro agro, por exemplo, surge como uma alternativa para minimizar prejuízos causados por fatores como estiagem, chuvas intensas. Além de garantir a continuidade da produção, o seguro ajuda a evitar perdas financeiras, principalmente em casos de eventos climáticos críticos”, explica a consultora do Sicredi.

Segundo ela, antigamente os produtores rurais acreditavam que o clima era o fator que favoreceria a produção, e seguro era considerado uma despesa desnecessária. No entanto, com as mudanças climáticas cada vez mais evidentes com impactos diretos na produção, essa observação tem se transformado.

“Mato Grosso sempre foi abençoado pelo clima, mas isso tem mudado. Hoje, enfrentamos períodos de extrema seca, e o produtor rural, que antes contava com a chuva para plantar, fica diante de um solo cada vez mais seco para a plantação. Nesse cenário, muitas safras são perdidas, trazendo prejuízos incalculáveis. Com essa realidade, os produtores passaram a enxergar o seguro de outra forma. Antes, muitos não percebiam sua importância, mas hoje entendem que proteger a lavoura é também proteger seu trabalho, seu sustento e o futuro das suas famílias”, explica a consultora da cooperativa.

 


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Com as oscilações do clima e os altos custos de produção, produtores têm buscado alternativas para garantir a estabilidade de suas atividades. No caso do maquinário agrícola, que representa um dos principais ativos do campo, o Seguro Agro se torna um recurso estratégico, pois além de cobrir riscos como incêndios e roubos, a contratação pode reduzir as taxas de financiamento, tornando a aquisição de tratores e colheitadeiras ainda mais vantajosa.

 

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Nesse cenário, marcado pela imprevisibilidade, os seguros atenuam perdas decorrentes desses eventos. De acordo com os dados mais recentes da Superintendência de Seguros Privados (Susep), em 2024, as seguradoras arrecadaram R$ 72,7 bilhões em prêmios, alta de 16% sobre 2023, e mais de R$ 16 bilhões foram pagos em indenizações, aumento de 6% em relação ao ano anterior.

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“Com tanta imprevisibilidade no clima, é muito importante ter um recurso que proteja a vida financeira no campo. O seguro agro, por exemplo, surge como uma alternativa para minimizar prejuízos causados por fatores como estiagem, chuvas intensas. Além de garantir a continuidade da produção, o seguro ajuda a evitar perdas financeiras, principalmente em casos de eventos climáticos críticos”, explica a consultora do Sicredi.

Segundo ela, antigamente os produtores rurais acreditavam que o clima era o fator que favoreceria a produção, e seguro era considerado uma despesa desnecessária. No entanto, com as mudanças climáticas cada vez mais evidentes com impactos diretos na produção, essa observação tem se transformado.

“Mato Grosso sempre foi abençoado pelo clima, mas isso tem mudado. Hoje, enfrentamos períodos de extrema seca, e o produtor rural, que antes contava com a chuva para plantar, fica diante de um solo cada vez mais seco para a plantação. Nesse cenário, muitas safras são perdidas, trazendo prejuízos incalculáveis. Com essa realidade, os produtores passaram a enxergar o seguro de outra forma. Antes, muitos não percebiam sua importância, mas hoje entendem que proteger a lavoura é também proteger seu trabalho, seu sustento e o futuro das suas famílias”, explica a consultora da cooperativa.

 


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Josemar Antunes
Josemar Antunes
Josemar Antunes é jornalista formado pelo Centro Universitário do Norte (Uninorte). Desde 2014, atua com experiências em matérias de polícia, esportes entre outras editorias.

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