O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recomendou, neste fim de semana, que o eleitor prepare uma colinha eleitoral para votar. Segundo o órgão, essa cola não pode estar na memória do celular, cujo uso é terminantemente proibido na cabine de votação.
O uso de celular na cabine configura crime eleitoral, pois o registro do voto pode ser usado para comprovação de fraudes. O eleitor que desrespeitar essa regra está sujeito a prisão em flagrante, por determinação do presidente da mesa receptora de votos.
Em nota, o TSE afirmou que quem vai votar nas Eleições Gerais de 2026 pode preparar a colinha eleitoral para levar no dia da votação. Segundo o órgão, o recurso ajuda a lembrar os números de candidatas e candidatos e evita que o eleitor dependa apenas da memória, já que o celular não poderá ser levado para a cabine. Na hora de votar, basta usar o lembrete e digitar na urna os números correspondentes às escolhas.
Ordem de votação e quantidade de dígitos
No dia 4 de outubro, data do primeiro turno, o eleitor deverá registrar a escolha para seis cargos, em sequência previamente definida. Para facilitar a votação, a colinha segue a mesma ordem apresentada na urna eletrônica:
- Deputado federal (4 dígitos)
- Deputado estadual ou distrital (5 dígitos)
- Senador, 1ª vaga (3 dígitos)
- Senador, 2ª vaga (3 dígitos)
- Governador (2 dígitos)
- Presidente da República (2 dígitos)
Ao todo, são 19 números, além da tecla confirma, que o eleitor também precisa apertar. Essa quantidade explica a dificuldade de memorização e a sugestão da colinha feita pelo TSE. A estimativa é de que o eleitor gaste 1 minuto e 14 segundos para concluir o voto na urna.
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recomendou, neste fim de semana, que o eleitor prepare uma colinha eleitoral para votar. Segundo o órgão, essa cola não pode estar na memória do celular, cujo uso é terminantemente proibido na cabine de votação.
O uso de celular na cabine configura crime eleitoral, pois o registro do voto pode ser usado para comprovação de fraudes. O eleitor que desrespeitar essa regra está sujeito a prisão em flagrante, por determinação do presidente da mesa receptora de votos.
Em nota, o TSE afirmou que quem vai votar nas Eleições Gerais de 2026 pode preparar a colinha eleitoral para levar no dia da votação. Segundo o órgão, o recurso ajuda a lembrar os números de candidatas e candidatos e evita que o eleitor dependa apenas da memória, já que o celular não poderá ser levado para a cabine. Na hora de votar, basta usar o lembrete e digitar na urna os números correspondentes às escolhas.
Ordem de votação e quantidade de dígitos
No dia 4 de outubro, data do primeiro turno, o eleitor deverá registrar a escolha para seis cargos, em sequência previamente definida. Para facilitar a votação, a colinha segue a mesma ordem apresentada na urna eletrônica:
- Deputado federal (4 dígitos)
- Deputado estadual ou distrital (5 dígitos)
- Senador, 1ª vaga (3 dígitos)
- Senador, 2ª vaga (3 dígitos)
- Governador (2 dígitos)
- Presidente da República (2 dígitos)
Ao todo, são 19 números, além da tecla confirma, que o eleitor também precisa apertar. Essa quantidade explica a dificuldade de memorização e a sugestão da colinha feita pelo TSE. A estimativa é de que o eleitor gaste 1 minuto e 14 segundos para concluir o voto na urna.
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