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Pré-candidato Eron Bezerra fala sobre extrema-esquerda, apoio à ditaduras e propostas para Manaus

Durante uma entrevista ao programa Meio Dia com Jefferson Coronel, da Rede Onda Digital, o pré-candidato do PCdoB à Prefeitura de Manaus, Eron Bezerra, abordou questões sobre a extrema-esquerda e o posicionamento do governo federal em relação a países considerados ditaduras, além de discutir soluções para o transporte público, saúde e segurança pública.

Questionado se o PcdoB poderia ser classificado como um partido de extrema-esquerda, Eron respondeu que a sigla faz parte da esquerda ideológica, embora seja frequentemente mal interpretada devido ao seu nome, Partido Comunista do Brasil.

“Nós somos de esquerda, um partido de esquerda, porque a extrema-esquerda é a direita. O nome comunista não remete à ala mais à esquerda da esquerda. Mas o problema é o seguinte: nunca existiu nenhuma sociedade comunista. Essa é a confusão”, explicou Eron.

Quanto ao posicionamento do Governo Federal em manter relações com países considerados ditaduras, como Venezuela e Nicarágua, Bezerra negou a condição de “ditadura” nesses países, argumentando que há eleições e liberdade de crítica. Ele destacou que, em certo momento, a oposição montou um “governo paralelo” e elegeu um presidente interino na Venezuela.

“O que é ditadura? Ditadura é exatamente a falta de eleições, a falta de liberdade de críticas. A Venezuela não tem isso? Tem eleições e liberdade crítica. É tanto que as pessoas lá chegaram ao exagero de montar outro governo”, declarou Eron Bezerra.

Em relação à mobilidade urbana, o pré-candidato propôs a criação de um metrô de superfície como a melhor solução para Manaus. Bezerra prometeu realizar a obra se eleito prefeito, com o apoio do presidente Lula, e sem utilizar recursos da cidade. Ele propõe uma parceria público-privada aberta à concorrência internacional para a concessão do serviço de metrô da cidade.

“Eleito na federação do presidente Lula, eu vou primeiro colocar o metrô aqui […] com 2 telefonemas, eu vou abrir uma concorrência internacional. Eu não vou gastar um centavo da prefeitura para fazer o metrô aqui, que é a única maneira de você resolver o gargalo não só de Manaus, mas de qualquer cidade do mundo, acima de 1 milhão de habitantes”, afirma Eron.


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Saúde e Segurança

As propostas de Eron para a saúde envolvem parcerias com o Governo Federal. Segundo o pré-candidato, existem recursos disponíveis na União para investimentos na expansão dos programas de saúde básica das cidades. Eron afirma não entender por que o recurso não é utilizado pela atual gestão.

“Nós vamos expandir o programa de saúde básica. E sabe com que dinheiro? Do Governo Federal, que aqui teimosamente não expande por razões que eu desconheço, porque o governo está oferecendo dinheiro para expandir a rede básica de atenção primária”, afirma Bezerra.

Para segurança, seu projeto é institucionalizar a “Guarda do Quarteirão”, que seria uma espécie de ronda realizada pelos Guardas Municipais do Município nos bairros mais necessitados. Porém, o político afirma que ainda existem poucos recursos para custear a atividade de segurança, mas que, por meio da criação de uma taxa de segurança, seria viável.

“Nós vamos colocar o guarda de quarteirão. Para quê? Nós vamos colocar o guarda de quarteirão para andar na rua […] ah, é caro, é? Então nós vamos discutir com a população para fazer isso aqui. Nós podemos criar uma taxa, podemos criar uma parte de segurança. Está é uma hipótese”, explica Eron Bezerra.

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Durante uma entrevista ao programa Meio Dia com Jefferson Coronel, da Rede Onda Digital, o pré-candidato do PCdoB à Prefeitura de Manaus, Eron Bezerra, abordou questões sobre a extrema-esquerda e o posicionamento do governo federal em relação a países considerados ditaduras, além de discutir soluções para o transporte público, saúde e segurança pública.

Questionado se o PcdoB poderia ser classificado como um partido de extrema-esquerda, Eron respondeu que a sigla faz parte da esquerda ideológica, embora seja frequentemente mal interpretada devido ao seu nome, Partido Comunista do Brasil.

“Nós somos de esquerda, um partido de esquerda, porque a extrema-esquerda é a direita. O nome comunista não remete à ala mais à esquerda da esquerda. Mas o problema é o seguinte: nunca existiu nenhuma sociedade comunista. Essa é a confusão”, explicou Eron.

Quanto ao posicionamento do Governo Federal em manter relações com países considerados ditaduras, como Venezuela e Nicarágua, Bezerra negou a condição de “ditadura” nesses países, argumentando que há eleições e liberdade de crítica. Ele destacou que, em certo momento, a oposição montou um “governo paralelo” e elegeu um presidente interino na Venezuela.

“O que é ditadura? Ditadura é exatamente a falta de eleições, a falta de liberdade de críticas. A Venezuela não tem isso? Tem eleições e liberdade crítica. É tanto que as pessoas lá chegaram ao exagero de montar outro governo”, declarou Eron Bezerra.

Em relação à mobilidade urbana, o pré-candidato propôs a criação de um metrô de superfície como a melhor solução para Manaus. Bezerra prometeu realizar a obra se eleito prefeito, com o apoio do presidente Lula, e sem utilizar recursos da cidade. Ele propõe uma parceria público-privada aberta à concorrência internacional para a concessão do serviço de metrô da cidade.

“Eleito na federação do presidente Lula, eu vou primeiro colocar o metrô aqui […] com 2 telefonemas, eu vou abrir uma concorrência internacional. Eu não vou gastar um centavo da prefeitura para fazer o metrô aqui, que é a única maneira de você resolver o gargalo não só de Manaus, mas de qualquer cidade do mundo, acima de 1 milhão de habitantes”, afirma Eron.


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“Nós vamos expandir o programa de saúde básica. E sabe com que dinheiro? Do Governo Federal, que aqui teimosamente não expande por razões que eu desconheço, porque o governo está oferecendo dinheiro para expandir a rede básica de atenção primária”, afirma Bezerra.

Para segurança, seu projeto é institucionalizar a “Guarda do Quarteirão”, que seria uma espécie de ronda realizada pelos Guardas Municipais do Município nos bairros mais necessitados. Porém, o político afirma que ainda existem poucos recursos para custear a atividade de segurança, mas que, por meio da criação de uma taxa de segurança, seria viável.

“Nós vamos colocar o guarda de quarteirão. Para quê? Nós vamos colocar o guarda de quarteirão para andar na rua […] ah, é caro, é? Então nós vamos discutir com a população para fazer isso aqui. Nós podemos criar uma taxa, podemos criar uma parte de segurança. Está é uma hipótese”, explica Eron Bezerra.

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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