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Conscientização do autismo: “é preciso nascer uma família autista para dar suporte”, diz mãe de criança atípica

Transtorno do autismo foi tema do Conexão Onda; veja como obter carteirinha disponibilizada pelo Governo do AM

Nesta quarta (2/4) é comemorado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. O programa Conexão Onda, da TV Onda Digital, promoveu discussão sobre o autismo, contando com a participação de Kelly Souza, psicóloga, e Mirian Marques, alfabetizadora e mãe atípica.

A data visa trazer mais informação em torno do Transtorno do Espectro Autista (TEA), combatendo assim o preconceito, infelizmente ainda muito presente em torno da condição. No programa, a alfabetizadora e mãe atípica, Mirian, disse:

“[O dia de hoje] É uma oportunidade de desmistificar várias coisas que acontecem nos bastidores da família. Tive de me desconstruir para me reconstruir toda. É preciso nascer uma família autista para que esse filho, essa criança, fique num nível de suporte. O autismo impacta várias áreas de uma família, e infelizmente nesse momento existem mães deprimidas, lutando pelos seus filhos”.

Veja abaixo:

O que é o autismo?

O transtorno do espectro autista (TEA) é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório restrito de interesses e atividades.

Geralmente é diagnosticado na infância, num processo que decorre de observações da criança, entrevistas com os pais e aplicação de instrumentos específicos.

Os primeiros sinais podem ser notados em bebês nos primeiros meses de vida. No geral, uma criança com transtorno do espectro autista pode apresentar os seguintes sinais:

  • Dificuldade para interagir socialmente, como manter o contato visual, identificar expressões faciais e compreender gestos comunicativos, expressar as próprias emoções e fazer amigos
  • Dificuldade na comunicação, caracterizado por uso repetitivo da linguagem e dificuldade para iniciar e manter um diálogo
  • Alterações comportamentais, como manias, apego excessivo a rotinas, ações repetitivas, interesse intenso em coisas específicas e dificuldade de imaginação

Se você acha que seu filho (ou a criança pela qual você é responsável) não está se desenvolvendo conforme os marcos apresentados na caderneta da criança, procure um profissional de saúde da Atenção Primária à Saúde (Posto ou Unidade Básica).

É neste local que deve ser feita a avaliação inicial e definição da necessidade de encaminhamento para um especialista.

O TEA não tem cura, mas pode ser tratado de várias formas, e com o apoio de uma equipe multidisciplinar (diferentes profissionais), a criança pode desenvolver formas de se comunicar socialmente e de ter maior estabilidade emocional.

Nenhuma criança com TEA pode ser discriminada em função de suas dificuldades ou impedida de frequentar qualquer lugar público.


Leia mais:

Amom Mandel se torna o 1° deputado autista a presidir sessão solene no Congresso

Dia Mundial da Tuberculose: Veja como diagnosticar a doença


Veja o programa Conexão Onda na íntegra, abaixo:

Autismo: Iniciativa do Governo do AM com emissão de carteirinhas

Nessa data, o Governo do Amazonas informou que já emitiu mais de 9,4 mil unidades da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), desde seu lançamento. Disponibilizada pela Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), a carteira é um direito de acordo com a Lei Estadual n° 5.403/21.

Válida no território nacional, a carteira Ciptea garante à comunidade autista do Amazonas o atendimento prioritário em todos os segmentos dos serviços públicos e privados, em especial nas áreas de saúde, educação e assistência social.

Para solicitar a carteira é necessário baixar o aplicativo SASI, disponível para Android e IOS. Após baixar, o usuário insere o código “SPCDAM” e preenche o cadastro. O usuário precisa de uma foto 3×4 atual, Registro Geral (RG) e CPF, comprovante de residência, descrições do médico que acompanha a PcD pelo sistema do SUS, laudo médico, com a Classificação Internacional de Doenças (CID) e tipagem sanguínea. Do responsável, é necessário RG, CPF, e-mail e telefone.

Após aprovada a solicitação, o usuário é notificado pelo aplicativo para ir a sede da SePcD – localizada na rua Marquês de Quixeramobim, nº 210, conjunto Parque das Laranjeiras, bairro Flores – para realizar a coleta digital ou assinatura para a carteira. Com a aprovação dos dados, a carteira tem um prazo de no mínimo 15 dias para ser emitida. A entrega é feita na sede da SePcD.

*Com informações de Saúde Paraná.

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Nesta quarta (2/4) é comemorado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. O programa Conexão Onda, da TV Onda Digital, promoveu discussão sobre o autismo, contando com a participação de Kelly Souza, psicóloga, e Mirian Marques, alfabetizadora e mãe atípica.

A data visa trazer mais informação em torno do Transtorno do Espectro Autista (TEA), combatendo assim o preconceito, infelizmente ainda muito presente em torno da condição. No programa, a alfabetizadora e mãe atípica, Mirian, disse:

“[O dia de hoje] É uma oportunidade de desmistificar várias coisas que acontecem nos bastidores da família. Tive de me desconstruir para me reconstruir toda. É preciso nascer uma família autista para que esse filho, essa criança, fique num nível de suporte. O autismo impacta várias áreas de uma família, e infelizmente nesse momento existem mães deprimidas, lutando pelos seus filhos”.

Veja abaixo:

O que é o autismo?

O transtorno do espectro autista (TEA) é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório restrito de interesses e atividades.

Geralmente é diagnosticado na infância, num processo que decorre de observações da criança, entrevistas com os pais e aplicação de instrumentos específicos.

Os primeiros sinais podem ser notados em bebês nos primeiros meses de vida. No geral, uma criança com transtorno do espectro autista pode apresentar os seguintes sinais:

  • Dificuldade para interagir socialmente, como manter o contato visual, identificar expressões faciais e compreender gestos comunicativos, expressar as próprias emoções e fazer amigos
  • Dificuldade na comunicação, caracterizado por uso repetitivo da linguagem e dificuldade para iniciar e manter um diálogo
  • Alterações comportamentais, como manias, apego excessivo a rotinas, ações repetitivas, interesse intenso em coisas específicas e dificuldade de imaginação

Se você acha que seu filho (ou a criança pela qual você é responsável) não está se desenvolvendo conforme os marcos apresentados na caderneta da criança, procure um profissional de saúde da Atenção Primária à Saúde (Posto ou Unidade Básica).

É neste local que deve ser feita a avaliação inicial e definição da necessidade de encaminhamento para um especialista.

O TEA não tem cura, mas pode ser tratado de várias formas, e com o apoio de uma equipe multidisciplinar (diferentes profissionais), a criança pode desenvolver formas de se comunicar socialmente e de ter maior estabilidade emocional.

Nenhuma criança com TEA pode ser discriminada em função de suas dificuldades ou impedida de frequentar qualquer lugar público.


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Veja o programa Conexão Onda na íntegra, abaixo:

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Nessa data, o Governo do Amazonas informou que já emitiu mais de 9,4 mil unidades da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), desde seu lançamento. Disponibilizada pela Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), a carteira é um direito de acordo com a Lei Estadual n° 5.403/21.

Válida no território nacional, a carteira Ciptea garante à comunidade autista do Amazonas o atendimento prioritário em todos os segmentos dos serviços públicos e privados, em especial nas áreas de saúde, educação e assistência social.

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Após aprovada a solicitação, o usuário é notificado pelo aplicativo para ir a sede da SePcD – localizada na rua Marquês de Quixeramobim, nº 210, conjunto Parque das Laranjeiras, bairro Flores – para realizar a coleta digital ou assinatura para a carteira. Com a aprovação dos dados, a carteira tem um prazo de no mínimo 15 dias para ser emitida. A entrega é feita na sede da SePcD.

*Com informações de Saúde Paraná.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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